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	<title>Comments on: Enojado</title>
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	<description>Ultrapassando os limites da web!</description>
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		<title>By: Marketing e Certificações - CMilfont Tech</title>
		<link>http://www.milfont.org/blog/archives/139/comment-page-1#comment-15947</link>
		<dc:creator>Marketing e Certificações - CMilfont Tech</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2008 12:21:00 +0000</pubDate>
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		<description>[...] escrevi muito sobre isso em posts passados. O Vinícius da ImproveIt escreveu sobre o assunto [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] escrevi muito sobre isso em posts passados. O Vinícius da ImproveIt escreveu sobre o assunto [...]</p>
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		<title>By: 2008 será o ano das pequenas consultorias&#8230; - CMilfont Tech</title>
		<link>http://www.milfont.org/blog/archives/139/comment-page-1#comment-13944</link>
		<dc:creator>2008 será o ano das pequenas consultorias&#8230; - CMilfont Tech</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 23:28:05 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Há uns dois bons anos, conversando com 2 amigos, resolvemos criar uma empresa de software para competir no mercado local devido as nossas frustrações desse modelo de fábrica de software, deixamos essa idéia em banho-maria por um tempo e depois resolvemos reativá-la, discutimos sobre como seria o nome realmente (desculpe pessoal, mas já está público mesmo e ninguem sabe como esconder o passado sujo) e como eu sempre fui fan doente do Martin Fowler, criei o nome Triadworks (notaram alguma semelhança?). Por sermos 3 e por lembrar sempre meu ídolo. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Há uns dois bons anos, conversando com 2 amigos, resolvemos criar uma empresa de software para competir no mercado local devido as nossas frustrações desse modelo de fábrica de software, deixamos essa idéia em banho-maria por um tempo e depois resolvemos reativá-la, discutimos sobre como seria o nome realmente (desculpe pessoal, mas já está público mesmo e ninguem sabe como esconder o passado sujo) e como eu sempre fui fan doente do Martin Fowler, criei o nome Triadworks (notaram alguma semelhança?). Por sermos 3 e por lembrar sempre meu ídolo. [...]</p>
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		<title>By: Eduardo Miranda</title>
		<link>http://www.milfont.org/blog/archives/139/comment-page-1#comment-11689</link>
		<dc:creator>Eduardo Miranda</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Aug 2007 18:10:27 +0000</pubDate>
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		<description>Eu tive uma reação tão ruim quanto a sua, quando li este artigo. E também o comentei no meu blog:
http://www.eduardomiranda.net/blogs/dotnet/archive/2007/07/10/remando-contra-a-mare.aspx

Concordo com o Gatti até certo ponto. Acredito que os clientes têm parte da culpa. Principalmente por usarem custo como o único fator de comparação. Para eles certificação e custo são as variáveis em questão.

Ai é que eu acho que eles podem estar sendo &quot;enganados&quot;, ou talvez deixando-se enganar. Os vendedores apresentam suas certificações como garantia de qualidade, os cliente compram isto. Mas vamos pensar no CMMI, por exemplo, ele &quot;garante&quot; que o processo é repetível e mais previsível. Isto garante produto final de melhor qualidade? Garante melhor custo/benefício? Também não.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tive uma reação tão ruim quanto a sua, quando li este artigo. E também o comentei no meu blog:<br />
<a href="http://www.eduardomiranda.net/blogs/dotnet/archive/2007/07/10/remando-contra-a-mare.aspx" rel="nofollow">http://www.eduardomiranda.net/blogs/dotnet/archive/2007/07/10/remando-contra-a-mare.aspx</a></p>
<p>Concordo com o Gatti até certo ponto. Acredito que os clientes têm parte da culpa. Principalmente por usarem custo como o único fator de comparação. Para eles certificação e custo são as variáveis em questão.</p>
<p>Ai é que eu acho que eles podem estar sendo &#8220;enganados&#8221;, ou talvez deixando-se enganar. Os vendedores apresentam suas certificações como garantia de qualidade, os cliente compram isto. Mas vamos pensar no CMMI, por exemplo, ele &#8220;garante&#8221; que o processo é repetível e mais previsível. Isto garante produto final de melhor qualidade? Garante melhor custo/benefício? Também não.</p>
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		<title>By: zen</title>
		<link>http://www.milfont.org/blog/archives/139/comment-page-1#comment-11658</link>
		<dc:creator>zen</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Aug 2007 19:47:27 +0000</pubDate>
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		<description>A idéia de comparar uma empresa de software com um fábrica é poder apropriar a qualidade via processo e aumentar o lucro pagando menos para os desenvolvedores. Mais sobre o assunto em http://zensistemas.blogspot.com/2007/07/cmmi-e-apropriao-dos-meios-de-produo.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A idéia de comparar uma empresa de software com um fábrica é poder apropriar a qualidade via processo e aumentar o lucro pagando menos para os desenvolvedores. Mais sobre o assunto em <a href="http://zensistemas.blogspot.com/2007/07/cmmi-e-apropriao-dos-meios-de-produo.html" rel="nofollow">http://zensistemas.blogspot.com/2007/07/cmmi-e-apropriao-dos-meios-de-produo.html</a></p>
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		<title>By: Gatti</title>
		<link>http://www.milfont.org/blog/archives/139/comment-page-1#comment-11420</link>
		<dc:creator>Gatti</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 14:15:24 +0000</pubDate>
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		<description>A matéria foi interessante, porém discordo quando dizem que a culpa é das empresas.

O cliente não tem sempre razão? Pois bem, nesse caso a culpa também é do cliente.

O modelo fábrica de software é comprado e exigido pelo cliente.

As empresas adorariam ganhar mais dinheiro com consultoria do que com fábrica de software, porém o cliente exige o modelo fábrica para reduzir custos e as empresas de informática vendem porque é o que eles querem comprar.

Quem for esperto (e bom!) que fuja das fábricas de software e tente buscar projetos interessantes para trabalhar.

Outro ponto, é que a maior parte das empresas citadas não vive exclusivamente de fábrica de software (felizmente) e também tem outros projetos interessantes.

Portanto, cuidado com as generalizações, pois podem influenciar os mais novos que não conhecem o mercado.

Sem mais,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A matéria foi interessante, porém discordo quando dizem que a culpa é das empresas.</p>
<p>O cliente não tem sempre razão? Pois bem, nesse caso a culpa também é do cliente.</p>
<p>O modelo fábrica de software é comprado e exigido pelo cliente.</p>
<p>As empresas adorariam ganhar mais dinheiro com consultoria do que com fábrica de software, porém o cliente exige o modelo fábrica para reduzir custos e as empresas de informática vendem porque é o que eles querem comprar.</p>
<p>Quem for esperto (e bom!) que fuja das fábricas de software e tente buscar projetos interessantes para trabalhar.</p>
<p>Outro ponto, é que a maior parte das empresas citadas não vive exclusivamente de fábrica de software (felizmente) e também tem outros projetos interessantes.</p>
<p>Portanto, cuidado com as generalizações, pois podem influenciar os mais novos que não conhecem o mercado.</p>
<p>Sem mais,</p>
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	<item>
		<title>By: Hebert de Aquino</title>
		<link>http://www.milfont.org/blog/archives/139/comment-page-1#comment-11404</link>
		<dc:creator>Hebert de Aquino</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 20:05:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.milfont.org/blog/archives/139#comment-11404</guid>
		<description>Caro Milfont, achei que seu tópico foi excelente, mas um coisa você tem que ver muitas empresas não prezam a qualidade mas a quantidade. E quantidade é o lucro no final do mês. Acho quem fez esse artigo ai da revista exame, seja talvez um empresário que nunca foi um programador e nem se quer um gerente de projeto de qualidade, pois o rup serve para facilitar o processo de criação de software dando uma maior capacidade aos desenvolvedores de detectarem falha e utilizarem dessa metodologia para correção de erros. Algumas empresas de grande porte pelo que vi , não implementam o rup 100% de como ele deve ser desenvolvido. Pode ser ai que esteja o problema ou as pessoas que estão na cadeia dele visam apenas o lucro. Em relação ao que você fala dos programadores serem comprados é porque muitas vezes não exista empresas no nosso estado com carta na manga para podermos dar-se-a o valor que nos merecemos receber. Acho que essa questão não é tão simples de ser resolvida e muito menos discutida, pois na maioria das vezes não teremos  chegado ao lugar comum.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Milfont, achei que seu tópico foi excelente, mas um coisa você tem que ver muitas empresas não prezam a qualidade mas a quantidade. E quantidade é o lucro no final do mês. Acho quem fez esse artigo ai da revista exame, seja talvez um empresário que nunca foi um programador e nem se quer um gerente de projeto de qualidade, pois o rup serve para facilitar o processo de criação de software dando uma maior capacidade aos desenvolvedores de detectarem falha e utilizarem dessa metodologia para correção de erros. Algumas empresas de grande porte pelo que vi , não implementam o rup 100% de como ele deve ser desenvolvido. Pode ser ai que esteja o problema ou as pessoas que estão na cadeia dele visam apenas o lucro. Em relação ao que você fala dos programadores serem comprados é porque muitas vezes não exista empresas no nosso estado com carta na manga para podermos dar-se-a o valor que nos merecemos receber. Acho que essa questão não é tão simples de ser resolvida e muito menos discutida, pois na maioria das vezes não teremos  chegado ao lugar comum.</p>
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	<item>
		<title>By: cmilfont</title>
		<link>http://www.milfont.org/blog/archives/139/comment-page-1#comment-11402</link>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 19:09:21 +0000</pubDate>
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		<description>O problema pessoal não está nem nas empresas que fazem isso (charlatões), nem no pessoal que se sujeita (mão-de-obra despreparada). O problema está em nós profissionais que permitimos os charlatões saírem por aí se dizendo médicos e passando placebo ou curandeirismo (para brincar de fazer analogia novamente).
O problema é que as comunidades de programadores e entusiastas devem se manifestar e combater, nunca deixar um lado somente falar.
Mas não defendo guildas modernas como sindicatos ou conselhos, enfrentar o debate saudável e mostrando o outro lado é o único caminho, o empresário real não se ilude com o bonito, isso fica para budegueiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema pessoal não está nem nas empresas que fazem isso (charlatões), nem no pessoal que se sujeita (mão-de-obra despreparada). O problema está em nós profissionais que permitimos os charlatões saírem por aí se dizendo médicos e passando placebo ou curandeirismo (para brincar de fazer analogia novamente).<br />
O problema é que as comunidades de programadores e entusiastas devem se manifestar e combater, nunca deixar um lado somente falar.<br />
Mas não defendo guildas modernas como sindicatos ou conselhos, enfrentar o debate saudável e mostrando o outro lado é o único caminho, o empresário real não se ilude com o bonito, isso fica para budegueiro.</p>
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	<item>
		<title>By: Rafael Carneiro</title>
		<link>http://www.milfont.org/blog/archives/139/comment-page-1#comment-11401</link>
		<dc:creator>Rafael Carneiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 19:08:38 +0000</pubDate>
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		<description>Eu não sou ninguém para dizer que empresas como IBM e Stefanini (e outras citadas no artigo) erraram em apoiar uma pesquisa dessa. A única coisa que concordo com o artigo da EXAME é que a indústria de software está crescendo muito aqui no Brasil, mas em relação ao termo &quot;A produção de software cresce no país e assume o papel das tradicionais linhas de montagem&quot;, achei que não deveriam ter pensando nessa linha. Um programador não é um robô que recebe um caso de uso de um analista (ele também não seria um profissional de linha de montagem?) e começa a digitar linhas e mais linhas de códigos sem pensar, muito pelo contrário, ele pensa e muito. Nós temos que rever nossos conceitos em relação a esse assunto e irmos atrás da nossa dignidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sou ninguém para dizer que empresas como IBM e Stefanini (e outras citadas no artigo) erraram em apoiar uma pesquisa dessa. A única coisa que concordo com o artigo da EXAME é que a indústria de software está crescendo muito aqui no Brasil, mas em relação ao termo &#8220;A produção de software cresce no país e assume o papel das tradicionais linhas de montagem&#8221;, achei que não deveriam ter pensando nessa linha. Um programador não é um robô que recebe um caso de uso de um analista (ele também não seria um profissional de linha de montagem?) e começa a digitar linhas e mais linhas de códigos sem pensar, muito pelo contrário, ele pensa e muito. Nós temos que rever nossos conceitos em relação a esse assunto e irmos atrás da nossa dignidade.</p>
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	<item>
		<title>By: Guilherme Verissimo</title>
		<link>http://www.milfont.org/blog/archives/139/comment-page-1#comment-11400</link>
		<dc:creator>Guilherme Verissimo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 18:55:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.milfont.org/blog/archives/139#comment-11400</guid>
		<description>Muito bom  o post. 

Como iniciar o processo de valorização do profissional uma vez que sempre haverá aquele que, por necessidade financeira ou outro motivo qualquer, se permitirá desvalorizar?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom  o post. </p>
<p>Como iniciar o processo de valorização do profissional uma vez que sempre haverá aquele que, por necessidade financeira ou outro motivo qualquer, se permitirá desvalorizar?</p>
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	<item>
		<title>By: Carlos Raphael</title>
		<link>http://www.milfont.org/blog/archives/139/comment-page-1#comment-11399</link>
		<dc:creator>Carlos Raphael</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 18:45:11 +0000</pubDate>
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		<description>muito bom!!

&quot;Excelente post novamente.. essas empresas sacanas(ou profissionais que não se valorizam?) :~&quot;

ponteS acho q os dois..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>muito bom!!</p>
<p>&#8220;Excelente post novamente.. essas empresas sacanas(ou profissionais que não se valorizam?) :~&#8221;</p>
<p>ponteS acho q os dois..</p>
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