Info leu meu blog?
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Caiu uma Info de abril do ano da graça de 2007 em minhas mãos e encontrei a matéria “Currículos que funcionam”, publicado no site da revista na data de 13 de junho de 2007.
Tenho um Post nesse humilde blog chamado “Como não fazer um bom currículo” que satirizo as atrapalhadas que as pessoas cometem na hora de prepararem seus currículos. Esse é o Post que recebo mais “non sense” de todos, com gente pedindo para eu fazer seus currículos e até me enviando currículo para eu empregar.
Vejam que coisas curiosas, escrevi isso no meu Post:
“O número de páginas nunca deve passar de duas, tente resumir e ser objetivo para que caiba em uma página. Três páginas é sinônimo de descrédito, vai ser lata do lixo na certa. Mais de 3 páginas? isso é um currículo ou biografia?”
“ahhh, ia esquecendo, foto é 3×4, não 15×10. Se bem que eu sou meio preconceituoso com quem envia foto, não gosto de “ver” a pessoa antes de ler sobre ela. Besteira minha, a não ser que a empresa solicite (é contra a lei mas não tenho nada contra) não ponha foto no currículo.”
A Info escreveu isso:
“Não mande foto. De modo geral, o currículo não deve passar de duas páginas. A exceção são para os cargos executivos, como presidente ou diretor de empresa.”
Coincidência? Talvez, mas tem mais, escrevi isso:
“Esqueça aquele curso de Microsoft Word 97, isso conta pontos contra, vai por mim. Retira isso do currículo. Aliás qualquer curso com mais de 2 anos já é inócuo. Assim como voce descrever tudo que fazia em um emprego no ano de 1995… bem, a não ser que tenha otimizado a detecção de erros em uma usina atômica.”
A Info:
“É preciso ter bom senso para não cansar o pessoal de recrutamento com uma lista interminável de realizações que podem não ser tão relevantes — ao menos para a vaga disponível.”
Eu:
“Um currículo personalizado para a vaga é sempre bem vindo, a vaga de administrador de redes tem especificidades técnicas diferentes da vaga de analista de sistemas ou de programador mesmo que voce tenha capacidade para qualquer uma. O analisador do seu currículo só se interessa nas características da vaga, ou seja, cite mas não extenda as suas “features” em outra especialidade.”
A Info:
“Bom senso também é fundamental na hora de descrever atividades ou funções mais técnicas. As “sopas de letrinhas” muito comuns na área de tecnologia podem ser um diferencial no currículo, mas é preciso levar em conta que quem vai ler o currículo primeiro é alguém da área de recursos humanos, que pode não dominar detalhes do linguajar técnico.”
Eu:
“Se voce fala fluente um idioma estrangeiro é uma boa pedida, mas esqueça essa história de “Inglês: Ler (intermediário)”, isso é mesmo que… “nada”! Entender o “to be” e conseguir ler um livro técnico é o mínimo (beirando a analogia com a alfabetização) que um profissional tem que saber.”
A Info:
“…Por isso, o currículo deve informar que idiomas você conhece e se é fluente, ou está no nível intermediário. Se só souber o básico, é melhor não colocar nada.”
Well… pode ser apenas coincidência enorme nos dois textos já que o que foi escrito é baseado em bom senso e experiência apenas. Mas pelo menos alguém me arruma um emprego na Info?

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