Enquanto o pessoal fica disputando imagens sobre a WEB 2.0, vamos matar o saudosismo da velha WEB 1.0 aqui.

Encontra-se no 404.jsp:

“Se o submarino cai e fica fora durante horas e a DELL passa uma semana com seu sistema fora com mensagem de erro, se dê por satisfeito de ter que apenas aperter a tecla F5 nesse sistema.”

10 de Setembro do Ano da graça de 2007, 13:30 horário de Brasília e nada do submarino voltar.

Sistema de acompanhamento de pedidos da DELL completa uma semana fora do ar.

Chamamos a faculdade de Ciência da Computação de “Navio Pirata!”, só tem homem e canhão, tem suas raras exceções, mas dificilmente temos alguém do calibre da Larissa Meek.

Larissa Meek

Larissa Meek é uma mulher especial, tem entrada no Wikipedia, é atriz (tem entrada no IMDB) já foi Miss Missouri e hoje é diretora de arte dessa empresa. Correspondente do thinkvitamin (respeitado site de webdevelopers).
Uma mulher linda, ex-miss, que faz websites, entende programação, conhece termos tecnológicos como ninguém, participa de eventos importantes e mostra que as lindas mulheres poderiam conviver no mesmo ambiente que os Nerds. Meu deus, uma modelo que sabe o que é Web Standards.

E ainda escreve isso:

The biggest myth is that you can get a site fast, cheap AND good. You can’t have all three. You can get it fast and cheap (but it won’t be good), good and fast (but it won’t be cheap), or you can get it good and cheap (but it won’t be fast). That’s the designer’s triangle of truth.

Walk away from your computer and leave your PDA at home – sometimes all you need is a new perspective.

I wish I knew how long it would take to find just the right idea.

fonte: Smashing Magazine

Nunca tive uma colega assim na faculdade :(

Mais fotos, sofra:

Larissa Meek
Larissa Meek
Larissa Meek

Ai

Larissa Meek

Caiu uma Info de abril do ano da graça de 2007 em minhas mãos e encontrei a matéria “Currículos que funcionam”, publicado no site da revista na data de 13 de junho de 2007.
Tenho um Post nesse humilde blog chamado “Como não fazer um bom currículo” que satirizo as atrapalhadas que as pessoas cometem na hora de prepararem seus currículos. Esse é o Post que recebo mais “non sense” de todos, com gente pedindo para eu fazer seus currículos e até me enviando currículo para eu empregar.

Vejam que coisas curiosas, escrevi isso no meu Post:

“O número de páginas nunca deve passar de duas, tente resumir e ser objetivo para que caiba em uma página. Três páginas é sinônimo de descrédito, vai ser lata do lixo na certa. Mais de 3 páginas? isso é um currículo ou biografia?”

“ahhh, ia esquecendo, foto é 3×4, não 15×10. Se bem que eu sou meio preconceituoso com quem envia foto, não gosto de “ver” a pessoa antes de ler sobre ela. Besteira minha, a não ser que a empresa solicite (é contra a lei mas não tenho nada contra) não ponha foto no currículo.”

A Info escreveu isso:

“Não mande foto. De modo geral, o currículo não deve passar de duas páginas. A exceção são para os cargos executivos, como presidente ou diretor de empresa.”

Coincidência? Talvez, mas tem mais, escrevi isso:

“Esqueça aquele curso de Microsoft Word 97, isso conta pontos contra, vai por mim. Retira isso do currículo. Aliás qualquer curso com mais de 2 anos já é inócuo. Assim como voce descrever tudo que fazia em um emprego no ano de 1995… bem, a não ser que tenha otimizado a detecção de erros em uma usina atômica.”

A Info:

“É preciso ter bom senso para não cansar o pessoal de recrutamento com uma lista interminável de realizações que podem não ser tão relevantes — ao menos para a vaga disponível.”

Eu:

“Um currículo personalizado para a vaga é sempre bem vindo, a vaga de administrador de redes tem especificidades técnicas diferentes da vaga de analista de sistemas ou de programador mesmo que voce tenha capacidade para qualquer uma. O analisador do seu currículo só se interessa nas características da vaga, ou seja, cite mas não extenda as suas “features” em outra especialidade.”

A Info:

“Bom senso também é fundamental na hora de descrever atividades ou funções mais técnicas. As “sopas de letrinhas” muito comuns na área de tecnologia podem ser um diferencial no currículo, mas é preciso levar em conta que quem vai ler o currículo primeiro é alguém da área de recursos humanos, que pode não dominar detalhes do linguajar técnico.”

Eu:

“Se voce fala fluente um idioma estrangeiro é uma boa pedida, mas esqueça essa história de “Inglês: Ler (intermediário)”, isso é mesmo que… “nada”! Entender o “to be” e conseguir ler um livro técnico é o mínimo (beirando a analogia com a alfabetização) que um profissional tem que saber.”

A Info:

“…Por isso, o currículo deve informar que idiomas você conhece e se é fluente, ou está no nível intermediário. Se só souber o básico, é melhor não colocar nada.”

Well… pode ser apenas coincidência enorme nos dois textos já que o que foi escrito é baseado em bom senso e experiência apenas. Mas pelo menos alguém me arruma um emprego na Info?

Seguindo a série sobre meu dilema pessoal, eis minha resposta em uma lista de discussão sobre uma thread aleatória sobre isso no início desse ano.

Escreveram isso: "Ou seja, podemos ver que o termo analista é usado apenas para separar o
profissional de nível superior do cara de nível técnico (2° grau)"

Respondi isso:

Considero que não tem diferença alguma entre uma pessoa apenas com 2º grau e uma que cursou uma faculdade, se a pessoa que tiver apenas 2º grau estudou o mesmo conteúdo que é ensinado na faculdade. Conheço várias pessoas que se enquadram nesse contexto mas por pressão mercadológica que espera que eles tenham um diploma estampado na sala as fizeram ir cursar uma faculdade.

Conheco mestres que o diploma vale tanto que um papel higiênico usado!

Antes de tudo eu sou programador
http://www.milfont.org/blog/archives/114

A maioria daqueles que querem ser  analistas e gerentes de projeto que conheci não estavam atras simplesmente de dinheiro, mas porque não são programadores. http://www.milfont.org/blog/archives/121

Diploma não garante conhecimento, tem muitos que possuem diploma e não conseguem distinguir o básico.
http://www.milfont.org/blog/archives/111

Como vivemos em um país que usa a carta del lavoro  de Mussoline, temos que nos sujeitar à informalidade http://www.milfont.org/blog/archives/105

Essas pessoas adoram uma guilda e gostam mesmo é de viver do suor dos outros
http://www.milfont.org/blog/archives/101

Para mim o que vale antes de tudo é  a experiência do sujeito
http://www.milfont.org/blog/archives/97

Existem ainda aqueles que falam e fazem bastante ruído, se jactam de certificados e diplomas e na hora do vamos ver O.o
http://www.milfont.org/blog/archives/124

Para aliviar o stress do cotidiano temos que mandar essa gente toda se fu@#$
http://www.milfont.org/blog/archives/104

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