Foi com essa frase que DiLurdes [minha vizinha] recomendou a seu marido, Leomário, o tratamento carinhoso que este aplicou na filha do casal quando Rosicleide [minha outra vizinha] fuxicou para eles que Juciemaria [a filha] foi flagrada sem roupas com o marido de Deucinéia [outra vizinha]…
Eu ia chegando em casa quando presenciei aquele bofetão lindo, digno de novela das oito, quando Leomário, queimando óleo 30, o aplicou.
Pensei de imediato, se o pai daquela senhora que foi flagrada em uma praia na Espanha tivesse dado um bofetão por ela ter mostrado as “vergonhas” em público em ato carnal obsceno, tinha economizado muitos posts na Blogosfera.

Alguém que tenha conhecimentos jurídicos me explique uma coisa:
Se a rapariga tem CBO alguém vai contratá-la para assinar a carteira, mas se a profissão de rufião é proibida por lei segundo o código penal, artigos 229 e 230, como ela terá o carimbo?
Alguém já viu uma quenga contribuindo com o INSS?
Alguém já contratou uma “dama da noite” e pediu para dar uma conferida se o patrão assinou a carteira devidamente e paga tudo conforme a CLT?
Esse Brasil me surpreende, estava até empolgado para abrir um cabaré mas lembrei desses detalhes.

O meu problema com o politicamente correto é que, sempre em nome de boas causas, nossas liberdades individuais são restringidas e por fim o genocídio dita a política.
Foi assim nos regimes de esquerda e nos de direita em menor ou maior grau dependendo da sua predileção nessa bússola política.

É claro que a influência do homem na natureza pode contribuir para o aquecimento global, mas, em nome do politicamente correto que já se transformou em uma paraideologia, os ecochatos saem em caça às bruxas munidos de falácias e sofismos que acabam municiando aos que se beneficiam com a poluição.

Mesma coisa com as armas, é evidente que nem todos estão preparados para portar uma arma na cintura, ainda mais malucos de carteirinha com um sistema judicial tão ruim como o nosso, mas querer proibir que o seu Zé que mora lá na fronteira de Tauá com Mombaça (onde se leva quase o tempo para se chegar na capital) de se defender contra onças e ladrões de motor com faca, é pedir demais, é claro que ele vai continuar com sua 12, mesmo que ilegal. Peguei dois extremos, entre eles ainda existem milhões de situações. Mas a partir do ponto que leis não se sustentam no sentido prático, por imposição de uma idealização de “sociedade perfeita”, todo o resto se confunde e acaba virando uma anomia perversa. Onde se elege a lei que queira seguir por conveniência, seja de poder ou de momento.

Hoje eu vejo uma campanha massiva contra os fumantes, há uma perseguição implacável, e olhe que eu nem fumo e detesto fumaça de cigarros.
Sempre que é eleito uma bandeira, os politicamente corretos se agarram com unhas e dentes e lutam para “ajudar” a todos se livrarem dessa chaga, mesmo que seja contra sua vontade.

campanha nazista contra o tabagismo

Os bacanas do partido socialista dos trabalhadores alemães na década de 30, que eram bastante politicamente corretos, em 39 invadiram a polônia e deu no que deu. Fizeram campanha grossa contra o tabagismo, assim como os politicamente corretos atuais, era tudo em nome da família, coisa para o nosso bem.

Entre outras medidas que eles pregavam era a eugenia, tão em moda nas autoridades cariocas. Isso tudo para o holocausto foi um pulo, você pode achar que essas coisas não tem efeito e causa, mas são responsáveis sim. Hoje eles tiram nossa liberdade em nome do nosso bem estar, todo mundo consente porque isso é bom para nós, amanhã eles nos mandarão, na melhor das hipóteses, para um campo de concentração ou gulag qualquer. Já será sem volta!

Mas tudo isso por causa de um cigarro?

Eles sempre começam assim, é tudo para o nosso bem. Primeiro elegem algo danoso à sociedade perfeita, passam a perseguir e humilhar aos incautos que ainda resistem em não seguir as "cartilhas do bem", depois disso tomam de assalto a sociedade e o mal não tem como ser revertido, ou você acha que tem como aplacar os traumas em uma sociedade que passou por um genocídio?

Imagine o dano que uma criança iraquiana passará provavelmente pelo resto da vida, meio a fanáticos religiosos, escombros, corpos mutilados, terrorismo diário e subdesenvlvimento até o país se recuperar. Tudo por causa de uma vingança pessoal. Segundo as últimas denúncias, Saddan teria tentado matar o Bush pai, e o filhote da cobra quis se vingar e levou a nação mais poderosa para uma guerra insana contra uma ditadura apaziguada. A direita raivosa ainda vibra de alegria por esse ato inconsequente. Mas a guerra do Iraque foi causada diretamente por uma campanha em massa de patriotismo com todo o poder que a mídia pode provocar.

Esse é o lado perverso da mídia, quando ela é chapa-branca perde totalmente a rédea da verdade, e sim, existe uma verdade universal, quem faz ciência, sabe que ao conhecer o maior número de variáveis possíveis, o mais próximo da verdade (ou solução) chegamos. É como somar 2 + 2, conhecemos a resposta porque temos um modelo e conhecemos todas as variáveis aplicadas. Nem sempre, ou melhor, quase nunca conhecemos todas as variáveis nas ações humanas, mas a história está rica em exemplos.

Disconfio de tudo e todos, em todas as ações existe uma agenda.

Seja ela de direita ou de esquerda, eu estou pouco me lixando para ideologia, só não quero perder o direito de fumar mesmo que eu deteste o fumo.

 

Um cargo muito visado era de acendedor de lampião, com o surgimento da iluminação por energia elétrica esse cargo desapareceu.

O acessorista de elevador era outro cargo requintado, os elevadores mecânicos foram extintos na década de 50, o cargo desapareceu.

Eu sou tolerante com as minorias, quase todas elas, menos os retrógrados que insistem em viver em um mundo que não tolera mais o acomodado, mas não é somente com o acomodado, sou partidário de genocídio com os preguiçosos, aqueles que não querem pensar um pouco que seja ou pelo menos ter a decência de procurar aprender.

Eu, super ocupado agora a tarde, fui chamado aqui do lado para resolver um problema, outro setor, teoricamente aqueles que se acham bonitos, bacanas e importantes. Como não tinha ninguém do suporte, fui lá.

O problema era o seguinte, a pessoa não conseguia salvar um documento, só isso. Ela abria os documentos direto na rede por um drive compartilhado, por algum problema no setor a rede estava fora, ao mandar salvar o MSWord abre uma caixinha de diálogo para salvar em outro diretório já que evidentemente não poderá ser em uma pasta que não está mais acessível. Como mudou a rotina que essa Homo Sapiens estava acostumada, ficou perdida, entrou em desespero.

Esse tipo de pessoa não tem mais lugar no mundo e eu não quero viver mais no mesmo ambiente que esse pessoal. Tolero diferença cultural, preguiça de pensar não!

Esse blog nunca foi um exemplo de assiduidade, mas ultimamente estou me superando no nível de publicações. Ou melhor, na falta de publicações.
Mas é por várias boas causas, uma delas é a empresa que estamos botando para sair do plano das idéias, já estamos totalmente legalizados, site no ar, escritório para essa semana já, materiais em prospecção e sistemas em sincronia. Como é difícil ser empresário em um país mercantilista e ainda no capitalismo selvagem corporativista. Você tem que subornar muita gente para provar que é honesto ou arcar com a burocracia e ser extirpado vivo. Como queremos começar com o pé direito desde o ínicio, as coisas são lentas.

Visitem , xinguem se não gostaram, dêem palpites, o próximo google pode sair de .

Voltei para a faculdade como citei antes, estou preparando um outro blog apenas para desenvolvimento de software, poder separar os assuntos.
Estudando para certificações, procurando curso de inglês (sugestões?) para melhorar o verbo tchubí, mudança de emprego, de cargo e de atividades…. ufa!
Fora que ainda ser pai de filho pequeno! Ontem enquando digitava e respondia alguns emails, ele ficava pulando em cima chamando a atenção, é gostoso, mas gostaria de passar mais tempo somente para ele… férias como te quiero!

Esse momento é de bastante ousadia na minha vida, vou apostar todas as fichas na empresa, correr todos os riscos, se afundar pelo menos eu poderei bater no peito e dizer que lutei, estive na guerra e voltei para casa em cima do escudo.

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