Essa brincadeira toda de suavizar a palavra criminoso ou terrorista por militante está levando o mundo a uma guinada perigosa ao conservadorismo anterior ao século 17.
Os valores iluministas como liberdade nunca estiveram tão a mercê da religião. A quem interessa esse Jihad islâmico?
Apenas aos padres de qualquer religião.

terroristas
Sempre quando se discute o Islã por essas bandas surgem dezenas de teólogos dando seu testemunho o quanto o Islã foi deturpado pelos “terroristas” (sic) árabes. Até especialistas na dita mídia convencional veem com esse discurso sem fundamentos.
Nos blogs pipocam especialistas dizendo que não é bem assim e que na verdade o islã foi deturpado e tal.
A única coisa que esse pessoal todo não faz e seria o mínimo para estabelecer um raciocínio seria… ler o alcorão!
Sim, parece uma coisa boba mas antes de falar sobre a religião da paz tem que ler o alcorão. Quando vierem com essa história de extremista ou radical esfregue o alcorão na cara desses infiéis.
Radical ou extremista são termos usados para ridicularizar o sagrado Islã e as palavras do profeta tirando dos mártires sua reputação imaculada. Portanto, repitam comigo: “Os homens-bombas estão certos” [de acordo com o Alcorão].
Vejamos o que diz o alcorão:

“AL BÁCARA”(A VACA)Revelada em Madina, 286 versículos.
2ª SURATA
191: “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos.”

“AN NISSÁ”(AS MULHERES)Revelada em Madina; 176 versículos.
4ª SURATA
89: “Anseiam (os hipócritas) que renegueis, como renegaram eles, para que sejais todos iguais. Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado(285) pela causa de Deus. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor.”

91: “Encontrareis outros que intentarão ganhar a vossa confiança, bem como a de seu povo. Toda a vez que forem chamados à intriga, nela sucumbirão. Se não ficarem neutros, em relação a vós, nem vos propuserem a paz, nem tampouco contiverem as suas mãos, capturai-os e matai-os, onde quer que os acheis, porque sobre isto vos concedemos autoridade absoluta.”

“AT TAUBAH”(O ARREPENDIMENTO)(561)Revelada em Madina; 129 versículos, com exceção dos versículos: 128 e 129, que foram revelados em Makka.
9ª SURATA
5: “Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras(564), onde quer que os acheis; capturaios, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo.”

Esse trecho especialmente para judeus e cristãos:

29: “Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.(573)”

cartoon
Jizya; o significado é compensação. O significado derivado, que se tornou um significado técnico, era uma capitação exigida daqueles que não aceitavam o Islam, mas que concordavam em viverem sob a sua proteção, estando, deste modo, tacitamente disposto a se submeterem aos ideais impostos pelo Estado Muçulmano, salvo apenas a sua liberdade pessoal de consciência, com relação a eles mesmos. Não havia uma quantia fixa para isso e, de qualquer modo, aquilo era simbólico - uma conscientização de que eles cuja religião era tolerada, por seu turno, não deveriam interferir com a pregação e o progresso do Islam. O Imam Chafi’i acha que a contribuição seria de um dinar por ano, que seria o dinar árabe de ouro, corrente nos Estados Muçulmanos. Ver a nota do versículo 75 da 3ª Surata. A taxa variada de quantia, havendo exceções para os pobres, para as mulheres e crianças (segundo Abu Hanifa), para os escravos, e para os monges ermitões; constituindo-se de uma taxa sobre pessoas fisicamente capazes e em idade para o serviço militar, aquilo seria, de certo modo, uma comutação para este serviço.

Diálogo com um amigo, cristão fervoroso, que trabalha aqui comigo:

Amigo: - Você assistiu Tróia? (perguntando sobre o filme com Brad Pitt em uma conversa sobre cultura helênica).

Eu: - Sim, achei muito bom como entretenimento.

Amigo: - Você não achou muito exagerado os fatos sobre Achilles?

Eu: - Não, aliás achei meio tímido, pela mitologia Achilles era mais macho, talves algo como um Arnold no papel.

Amigo: - Você acredita que ele foi assim mesmo como contaram?

Eu: - Claro, porque não?

Amigo: - Muito exagero.

Eu: Christo não andou sobre as águas e fez voltarem dos mortos?

Amigo: - Háaaaa, mas aí é religião, é outra história.

Eu: - e Achilles não fazia parte da religião dos gregos? para eles é a mesma coisa, se eu acredito em Christo, e acredito, acredito em tudo que os historiadores, como Homero, contaram sobre Achilles.

Amigo: - Háaaa, mas não dá para comparar.

Eu: - Why?

Amigo: - Porque não dá, é a fé.

Eu: - então tá, rodou o processo? gerou o arquivo já?

Amigo: Já, vamos já ver se a execução rodou sem warnings…

Segue a bela manhã de sol :)