Dez mentiras sobre o desarmamento.

Desarmamento: dez mentiras sobre o assunto

* Primeira mentira: a campanha para recolher armas das mãos da população é um grande sucesso.
– Isto é o que vivem apregoando os jornalistas, as ONGs e alguns elementos do Governo. Trata-se de uma grande mentira. Senão vejamos: segundo os últimos dados, foram entregues 350 mil armas por assustados cidadãos de bem numa campanha iniciada em julho de 2004. O Ministro da Justiça trombeteou na imprensa que seriam recolhidas 500 mil armas. Depois o número reduziu-se para 400 mil, e agora patina em 350 mil. Segundo a revista Veja de 20/04/05, edição 1901, pág. 42, existem 8,7 milhões de armas ilegais no país. Somemos a isto os três milhões de armas legais registradas no SINARM. Assim, depois de um ano, foram recolhidas apenas 3% das armas existentes. Isso debaixo de intensa campanha por parte da imprensa, que tem alternado histórias de acidentes com armas de fogo, “por si só tristes e de partir o coração”, com ameaças de prisão sem direito fiança. O leitor classificaria como um sucesso a Campanha Anti-Pólio do Governo se esta vacinasse apenas 3% das crianças brasileiras em idade de receber a vacina?

* Segunda mentira: a campanha para recolher armas tem tido o entusiástico apoio de todas as faixas etárias e de todas as classes sociais. – Segundo o jornal O Globo (19/10/04, pág.
16), 42% das pessoas que entregaram armas tinham mais de 60 anos, e 20% entre 50 e 59
anos. O que isto significa? Que quem está entregando suas armas são idosos, em especial
viúvas, com medo das ameaças através da imprensa para quem cometer o pecado capital de
ter uma arma em casa para sua defesa, somado idéia de receber míseros 100 reais por uma
arma que pode valer até 20 vezes mais. Para coroar, o mesmo O Globo de 15/06/05 publica
que apenas 10% das armas recolhidas na campanha foram entregues por pessoas das
classes A e B. Assim, este seria o perfil dos otários que caíram na conversa fiada do
governo e da imprensa: idosos e pobres, que buscavam receber um dinheirinho que o governo
agora reluta em lhes pagar. Pensando melhor, bem feito! Quem manda confiar nesse governo…

* Terceira mentira: ter arma em casa não defende um cidadão da ação dos bandidos.
– No Brasil este número é difícil de se obter, pois ninguém é tolo o suficiente para declarar
numa delegacia que expulsou a tiro alguém que tentava invadir sua casa. Neste país defender
o seu lar e sua família pode dar cadeia. Mas a revista brasileira Magnum tem uma seção
intitulada Resposta Armada onde, a cada edição, são mostrados casos documentados de
cidadãos que escaparam de assaltos ou coisa pior por terem uma arma mão. Nos Estados
Unidos, a revista National Rifleman mantém uma coluna mensal de uma página inteira com
inúmeras narrativas de cidadãos que puderam se defender contra assaltantes por terem uma arma mão. O leitor pode ainda acessar o site http://old-yankee.com/rkba/armcit/. Lá
encontrará uma farta e bem documentada relação de pessoas que evitaram problemas com o uso de suas armas de fogo.

* Quarta mentira: é preciso desarmar os cidadãos de bem para acabarmos com as cem
mortes por armas de fogo que ocorrem diariamente.
– O Governo e os antiarmas que batem tanto nesta tecla sempre “esquecem” de dizer que
este é o total de mortes ocorridas – ou seja, aí estão incluídas mortes decorrentes da
guerra do tráfico, assaltos, policiais mortos, execuções – o qual não vai sofrer alteração
devido ao Estatuto do Desarmamento. A verdade, que todos os antiarmas desesperadamente tratam de ocultar, é que apenas 3,7% (três vírgula sete por cento) das cem mortes diárias são
causadas por cidadãos sem passado criminal.

* Quinta mentira: o cidadão de bem não precisa de arma, a função de protegê-lo é tarefa da
polícia.
– Esta é uma combinação de mentira com piada de mau gosto. O tempo de resposta da polícia
do Rio de Janeiro a um chamado 190 pode chegar até noventa minutos, isto quando a polícia
atende. Além do mais, as polícias estão desaparelhadas, com veículos em mau estado e
com pouca gasolina, e a situação tende a piorar com o corte de mais de 500 milhões de
reais feitos pelo governo Lula no Orçamento de Segurança. Este dinheiro, que deveria ir para
os governos estaduais, está servindo para aumentar o superávit primário. O jornal O
Globo, com uma freqüência assustadora, publica cartas de leitores que pediram auxílio
polícia e estão até hoje esperando que esta os socorra.

* Sexta mentira: países que se empenharam em um programa de desarmamento dos cidadãos
obtiveram um retumbante sucesso. A Inglaterra é o melhor exemplo.
– Esta é a mais perversa e goebelliana de todas as mentiras. Os antiarmas pegaram uma
história, deram-lhe uma guinada de 180 graus e apresentam como sucesso o que foi e vem sendo
uma fragorosa derrota. Basta ler o livro GUNS AND VIOLENCE – The English experience –
escrito por Joyce Lee Malcolm (340 páginas, editado pela Editora da Universidade de
Harvard, 2002, US$ 11,53). O livro, extremamente bem documentado mostra que a
Velha e querida Inglaterra da literatura é hoje um país mergulhado numa violência sem
precedentes. Apenas um exemplo pinçado do livro: entre 1989 e 1996 os crimes por armas
de fogo, na Inglaterra, aumentaram 500% (quinhentos por cento).

* Sétima mentira: os resultados no Brasil já começam a ser notados. Há uma sensível redução
nos homicídios. Conversa fiada.
– Em São Paulo os repórteres da Folha contestaram as estatísticas oficiais em
matéria publicada em 17/01/05. Mesmo assim houve uma redução nos crimes. Os antiarmas
apenas “esquecem” outra vez de dizer que a ocorrência de homicídios dolosos na cidade de
São Paulo e na Grande São Paulo vem caindo substancialmente desde o Primeiro Trimestre de
2000, três anos antes da vigência do Estatuto do Desarmamento (vide relatório Estatística da
Criminalidade; Coordenadoria de Análise e Planejamento – Secretaria de Segurança
Pública – São Paulo, 2005). O mérito, portanto, é da Polícia de São Paulo e dos
investimentos em segurança feitos pelo Estado de São Paulo, e não como resultado do asinino
Estatuto. No Rio de Janeiro, com uma diferente estratégia de enfrentar o crime, os homicídios
com armas de fogo no primeiro trimestre de 2005, comparados com 2004, aumentaram em 10%, batendo em março o recorde histórico do ano de 1995. Aqui também aparece a mesma velhacaria: apresenta-se um número fechado (total de homicídios) e como sempre se esquecem de abri-lo em crimes evitáveis e não evitáveis pelo Estatuto do Desarmamento.

* Oitava mentira: o Estatuto do Desarmamento não proíbe a posse de armas de fogo, ela
apenas a regulamenta.
– Qualquer pessoa que se deu ao trabalho de ler a Lei no 10.826, de 22 de dezembro de
2003, mais conhecida como Estatuto do Desarmamento, sabe perfeitamente que as
dificuldades criadas são tantas que o cidadão de bem não consegue cumpri-las, seja pelo
aspecto burocrático seja pelo custo. Segundo um despachante que consultei, o custo para o
registro de uma arma de fogo é de R$ 1.100 (300 para o governo, 250 de honorários do
despachante, 250 de certidões negativas, 200 do psicotécnico, 100 para aluguel do stand
para a prova prática em um clube de tiro). E como faz alguém que more em uma localidade
onde não exista delegacia da Polícia Federal ou clube de tiro? O que acontecerá com uma
pessoa que se aposentou e passa a receber esta miséria que o governo paga (exceto para
aqueles aposentados classificados como “perseguidos políticos”)? Como se não
bastasse, essa despesa e esse imenso aborrecimento devem se repetir a cada três
anos! E se a pessoa por alguma razão não passar em qualquer exame durante a renovação,
a arma será confiscada pela polícia. Pergunte a um advogado onde se encontra capitulada, na
Constituição Brasileira, a figura do confisco para casos como esse.

* Nona mentira: o ‘lobby da armaria’ está cheio de dinheiro e vai jogar pesado.
– Interessante que o ‘lobby da armaria’, como jornal O Globo, num maroto esforço para
desmoralizar aqueles que defendem o direito a autodefesa nos chama, não recebe um tostão de
organismos internacionais enquanto o Viva-Rio refestela-se em generosas contribuições anuais
do Governo Inglês (2,5 milhões de reais/ano).
Uma prova disto está nos anúncios de página inteira que os antiarmas publicaram em O Globo
de 24/6/05 e 6/7/05. Segundo me informou a funcionária da área comercial de O Globo, um
anúncio deste tipo, que o jornal classifica como De Opinião, custa ‘apenas’ R$ 390.312,00
(Trezentos e noventa mil trezentos e doze reais). Assim, os dois anúncios somados
totalizaram R$ 780.624,00 (Setecentos e oitenta mil seiscentos e vinte e quatro
reais). Sobre esse valor é preciso ainda acrescentar o custo de produção que também não
é barato. Isto só para pressionar (neste caso O Globo não considera lobby) os deputados para
que votassem o referendo para este ano.
Imaginem a quantidade de dinheiro que esse pessoal tem para despejar durante a campanha!
E aqui vale abrir um parêntesis: em uma mesa redonda na TV Câmara (30/6/05), da qual
participaram os deputados Josias Quintal, Alberto Fraga, o delegado federal Wilson
Damásio, o professor Bene Barbosa (Viva Brasil) e o senhor Antonio Rangel (Viva Rio),
o professor Bene, cuja ONG defende o direito do cidadão se defender com uma arma de fogo,
contou que o Viva Brasil, dentro de suas modestas disponibilidades financeiras, havia
doado 10 coletes a prova de bala para a polícia. Cada colete custa R$ 2.500,00. Os
antiarmas gastaram 780 mil reais com dois anúncios, apenas para apoiar a definição de
uma data para o referendo. Este valor equivale ao custo de 312 coletes. Pergunto ao leitor: o
que traz mais benefício para a segurança dos policiais, e por extensão dos cidadãos: 312
coletes ou dois anúncios de jornal? Talvez os antiarmas não tenham grande apreciação pela
vida dos policiais…

* Décima mentira: o Estatuto do Desarmamento representa um passo avante para a sociedade
brasileira e por isto deve ter o apoio de todos os brasileiros, sem exceção.
– Se isto é verdade por que Deputados e Senadores se auto-excluíram das restrições
posse e porte de armas de fogo? Por que decidiram continuar gozando de um privilégio
que cassaram de toda a população brasileira?
Se desarmar o cidadão é tão importante assim, não deveriam Suas Excelências dar o bom
exemplo sendo os primeiros a abrir mão desse odioso privilégio?

Heróis

“Nós precisamos de hérois”, com essa frase Dave Mustaine , vocalista e guitarrista da banda de Metal Megadeth definia o porque do rock em geral estar decadente. Essa decadência se devia ao fato do público ojerizar os GuitarHeros tão comuns nas decadas de 70 e 80 com seus solos gigantes, plásticos e até certo ponto enfadonhos e aclamar estilos como o Grunge no inicio da década de 90 onde solo era luxo. De certo ponto de vista devo concordar com ele, talves não tenha nada haver com nossa situação atual, mas o fato de termos heróis não seria fato impulsionador de patriotismo? não quero igualhar patriotismo com xenofobismo, não quero defender visão totalitária, mas sim patriotismo com defesa dos valores cívicos, com espírito de humanidade e indignação com os erros administrativos sucessivos. Ser xenófobo é ter odio a outro país, ser patriota é amar seu próprio país.
Nós não temos heróis, ou pelo menos não temos divulgação de nossos heróis, vejamos os heróis escolhidos para seguirmos, falarei somente dos brasileiros…
A comecar por Tiradentes, Patrono Cívico do Brasil, quem ele foi? o que defendia? qual seu legado? os historiadores acusam a monarquia imperial de ter sufocado a imagem desse herói da Inconfidencia Mineira, mas qual mensagem ele deixou realmente? É um herói que não impulsiona patriotismo, ninguém consegue te-lo como ídolo.
Quem foi Zumbi? Zumbi foi criado por um padre, educado, letrado, lutou em nome da liberdade, mas e porque mesmo assim não nos inspira? Seria por preconceito que ele não é transformado em figura heroica reconhecida? popularizada? ficam mais dúvidas do que respostas, escreverei sobre Zumbi em outros artigos.
Nossos imperadores, começando por Dom Pedro I, já que ele nos deu a independencia ele deveria ser o primeiro herói a ser lembrado, mas vejamos, o “Grito do Ipiranga” so existe em ata da maçonaria carioca la pelo dia 20 de setembro mais ou menos, um principe que acordava seus ministros em plena madrugada para decretar alguma maravilha que tinha pensado em estado de embriagues contumaz para logo desfazer pela manhã, realmente não merece crédito. Dom Pedro II, sábio, cientista, filósofo, cientista… mas administrador trágico, anti-abolicionista, sua capacidade adminsitrativa se resumia a colocar no poder os liberais quando os conservadores assumia relativo poder e vice-versa. Nessa brincadeira ainda permaneceu várias décadas, mas seu maior problema foi ser conservador na alma, por mais que tivesse ministros liberais pensava como um conservador de sua época onde empresário era senhor de escravos e gerente de recursos humanos era capataz.
Estamos bem servidos de heróis, cito por exemplo Padre Antonio Feijó, procurem a historia dele, vou postar uma pequena revisão sobre sua vida e suas obras em breve, meu herói foi Irineu Evangelista de Souza, o Visconde de Mauá, o homem que apesar de ter errado muito foi impulsionador da industrialização desse país, seus maiores erros foi não apoiar os movimentos republicanos quando teve oportunidade, renegar sua vertente liberal, se abster do abolicionismo apesar de não ter tido escravos e acreditar na monarquia.
Acredito que devemos resgatar nossa história real e não a nos contada na “escola”, temos sim bravos heróis, pessoas que deixaram um legado especial a ser seguido.

Vejam quem está no PSOL

Caros leitores, vejam a estirpe desse sujeito que o PSOL abriga em suas fileiras e ainda por cima o exaltam como revolucionário.
Essa declaração é um email de um colega federalista, abaixo trancrevo o email na íntegra:
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Lendo este artigo do Olavo de Carvalho e chamou-me a atenção os três parágrafos abaixo:

“Tenho a certeza de que, mesmo depois de tudo o que aconteceu, os “formadores de opinião” deste país não vão querer me ouvir sobre o capítulo seguinte da história, que eles mesmos estão ajudando a escrever. Esse capítulo está planejado para ser a repetição exata do anterior, apenas com o PT trocado pelo P-SOL e o Sr. Lula pela Sra. Heloísa Helena, a nova encarnação da santidade comunista.

Lembro aos distintos – em vão, reconheço de novo – que essa senhora jamais protestou contra a aliança PT-Farc, contra a presença de narcoguerrilheiros armados treinando bandidos nos morros cariocas, contra a ocultação geral da existência do Foro de São Paulo, contra a bandalheira sangrenta de Hugo Chávez na Venezuela, contra a opressão contínua do povo cubano pela polícia secreta mais assassina e torturadora da América Latina – contra nenhuma das condições estratégicas que, no plano continental, prepararam a montagem discreta e eficiente da máquina criminosa do PT.

Bem ao contrário, a moralidade do seu partido pode ser avaliada pela acolhida respeitosa que dá a um notório assassino de crianças, o sr. Achille Lollo, terrorista italiano que ateou fogo casa de um inimigo político, matando queimados os dois filhos do infeliz. Condenado pela justiça da Itália, o sr. Lollo andou foragido por muito tempo e reapareceu no Brasil, onde permanece sob a proteção do governo petista. O sr. Lollo é um dos principais teóricos e mentores do P-SOL — e o P-SOL é, exatamente como o PT, membro ativo do Foro de São Paulo, colaborador da estratégia continental de Fidel Castro e Hugo Chavez, parceiro portanto das Farc e do MIR chileno. Não é preciso dizer mais nada.”

Quem é esse Achille Lollo? Claro que eu não falaria sobre este senhor com base apenas no que li em um artigo de Olavo de Carvalho. Então fiz uma rápida pesquisa e encontrei o seguinte:

http://64.233.179.104/search?q=cache:qvDjMCofBrYJ:www.adottaunsorriso.net/forum/forum_posts.asp%3FTID%3D338%26get%3Dlast+%22Achille+Lollo%22+mattei&hl=pt-BR&lr=lang_pt

Achille Lollo vive no Rio de Janeiro: CUIDADO!

Il 16 aprile 1973 nel quartiere Primavalle a Roma viene versata una tanica di benzina sotto la porta dell’abitazione di Mario Mattei, segretario della sezione dell’Msi. Nel rogo muoiono bruciati vivi due figli di Mattei, Virgilio di 22 anni (nella foto mentre si protende dal davanzale verso un’impossibile salvezza) e Stefano di 8 (Ansa)

O ex-terrorista Achille Lollo, que vive no Rio, não é refugiado político, é um foragido, dizem a Justiça italiana e os advogados da família de suas vítimas, Virgilio, 22, e Stefano Mattei, de 8 anos, queimados vivos. “Há um clima de vingança política”, diz ele, que não fala do passado nem de arrependimento.

Quem é Achille Lollo? Bom… É um foragido da Justiça italiana que o condenou, definitivamente, pena de 18 anos de reclusão.

Quais os crimes que cometeu? Vamos lá. Matou um menino de 8 anos de idade, incendiando-o. Também colocou fogo e matou um jovem de 24 anos. Por sorte, livraram-se da fogueira os pais e os outros seis irmãos das vítimas fatais, Stefano e Virgílio Mattei.

Na noite de 16 de abril de 1973, Achille Lollo e dois comparsas – intencional e premeditadamente – despejaram galões de gasolina por debaixo da porta de entrada do modesto apartamento de dois quartos onde moravam as vítimas. O objetivo era liquidar com a família Mattei.

Stefano, aquele de 8 anos, morreu agarrado perna do jovem irmão Virgílio. E Virgílio faleceu tentando abrir a trava da janela do dormitório para fugir das labaredas. As vítimas moravam em Bologna, num prédio vizinho praça Primavalle. Todos os anos a tragédia é lembrada em cerimônia realizada na praça. O episódio ficou conhecido como Rogo di Primavalle, ou seja, o Incêndio de Primavalle.

A vítima Virgílio era militante missino, nome dado aos integrantes do neofascista Movimento Sociale Italiano. O assassino Achille Lollo, residente no Rio de Janeiro, tinha outra ideologia, militava numa facção do Poder Operário, de esquerda e antifascista.

À época, a Itália vivia os seus “anni di piombi” (anos de chumbo), em face do terrorismo promovido pelas Brigadas Vermelhas, que contavam com a simpatia do Poder Operário, de Achille Lollo.

A denúncia de que Achille Lollo vivia em Copacabana partiu do Partido Alleanza Nazionale (AN), neofascista e dirigido por Gianfranco Fini. Fini é o principal líder de sustentação do primeiro-ministro italiano Sílvio Berlusconi.

Achille Lollo acabou surpreendido ao tentar votar na sede do Consulado Italiano do Rio de Janeiro. Disse ser um cidadão italiano residente no exterior, sem lembrar um dos efeitos da sua condenação italiana: perda da cidadania (direito de votar e ser votado) até que cumpra a pena.

Achille Lollo revelou ainda não haver renunciado cidadania italiana, isto para manter viva as suas raízes. No Brasil, ressaltou dedicar-se ao jornalismo e ao ativismo político. Relembrando a música, Achille Lollo está livre e solto. Preso alguns meses em 1993 por força de “mandado internacional de captura da Interpol”, foi logo solto por ordem do nosso STF (Supremo Tribunal Federal). O STF negou o pedido de extradição de Achille Lollo feito pela Itália e por crimes de homicídio – dois consumados e seis tentados.

Achille Lollo sustentou ter cometido crime político. E pela nossa Constituição, “não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião”. Como se percebe, Achille Lollo, quando entrevistado pela imprensa estrangeira, dá uma “carteirada”. Ou melhor, arvora-se em militante do Partido dos Trabalhadores, como a dizer: “sou assim com os homens”.

O PT nao vai expulsar esse homem? Sera que nao chegou o momento de corrigir um erro de governos passados e extraditar essa criatura maligna?

Certamente este Achille Lollo é muito pior do que qualquer Severino, do que qualquer Maluf, do que qualquer ACM. Mas não é e nem poderia ser pior do que o partido que o acolheu e lhe dá condições de viver em segurança e impunidade no Brasil. Para um partido que acolhe gente assim, tanto o PT quanto o P-SOL, estes escândalos mensalônicos são fichinha. E adotar a política econômica do FMI está longe de ser um pecado realmente grave.

O que pensar de gente que se revolta com Palocci mas acolhe Achille Lollo? Bem, o que penso é impublicável.

Liberdade

LIBERDADE! Quem criou a liberdade como a conhemos hoje? Alguns dizem serem dos liberais clássicos essa visão de liberdade, engraçado como os senhores de escravos se jactavam que “seus” negros tinham condições de vida melhores que os trabalhadores ingleses no século 19, seria o IDH da época? Mesmo assim esses negros ingratos lutavam pela sua liberdade, porque? será que o ser humano é tão insatisfeito assim com seus “donos” que não reconhecem que vivem melhor sob a proteção sem liberdade do que essa liberdade criada pela burguesia podre que só o exploram?
visitando rapidamento o wikipedia no link Liberdade, vemos que existem varias visões de liberdade, mas a que me chamou a atenção foi esse link Livre-arbítrio.
Mas deixando a visão filosofica-religiosa de lado vamos analisar o quão livre somos no Brasil.
Somos todos iguais perante a lei, o estado tem por obrigação garantir a liberdade para todos os cidadãos.
A corrente do momento é: O Brasil é governado pelas “ZELITES” e segue o modelo neo-liberal, eu nunca entendi na prática o que seria o neo-liberalismo, conheço liberalismo. Se forem a mesma coisa então poderei falar algo a respeito e analisar se o Brasil realmente é LIBERAL.
O Brasil foi governado no ultimo século basicamente por militares, então vou simplificar minha mísera análise apenas nesse século, ja que o governo Fernando Henrique terminou nesse poderei iniciar por ele. O chamam de neo-liberal sendo que convencionamos logo acima de chamar-mos isso de liberalismo, pois bem, como pode o governo FHC ter sido liberal se a carga tributária aumentou durante seu governo e as privatizações que poderiam serem caracterizadas liberais foram apenas de estatais fracas (com exceção de uma ou duas) e as que realmente davam lucro ficaram nas mãos do governo, isso não o caracteriza liberal, a única privatização realmente concreta que beneficiou a população foi a dos serviços telefonicos, quem se lembra antes como era para se ter um telefone onde o cidadão tinha que vender um fígado e os serviços eram péssimos vai concordar comigo. Não entrarei no mérito de ética, programa de governo para falar do governo FHC porque só com esses dois fatos o descaracterizou de ser chamado de liberal.
Passamos ao famigerado governo Lulla, que de nada adicionou a realidade brasileiro no tocante a economia. Plano de governo ausente que se limita a seguir copiosamente o governo anterior, portanto tambem não se caracteriza liberal.
Portanto pergunta a quem ler esse texto, me mostrem um governo liberal que tenha governado esse país, não vale falar na regencia, e se disser que a república velha foi liberal eu me mato.
Mas deixando o liberalismo de lado, o que importa na verdade é a liberdade, aquele negócio extranho que os negros no Brasil teimavam em querer mesma sabendo eles que iam passar mais necessidade que na situação de meros animais acorrentados mas de “bucho cheio”.
então termino o texto com a mesma palavra que iniciei: LIBERDADE!

Partido Federalista

Quando conheci o Partido Federalista imaginei de cara que fosse mais uma legenda de aluguel a ser criada, depois de algum tempo de leitura e diálogos com membros ou pessoas que o conheciam vi a real proposta. Beira a utopia quando voce analisa friamente comparando com a atualidade política, imagina que isso nunca conseguiria ser implantado no Brasil, com uma população senão corrupta mas acostumada com a corrupção e com a capacidade de se indignar desgastada.
Mas será verdade mesmo?
Será que não temos capacidade de indignação, de não conseguirmos levar algo a diante sem nos depararmos com alguem que nos diga:”Isso não dá em nada”!
Lembro que quando falei pra meu amigo Rubro sobre o partido ele me perguntou:”e isso dá camisa a alguem?”, de imediato respondi: “Claro que não, e se alguem viesse me fazer proposta de um partido com essa premissa eu nem perderia meu tempo”.
O que precisamos hoje é de utopia, algo para brigarmos, não concordo com o Mainardi de que briga boa é a que voce “enfia o dedo nos olhos” do adversário, é aquela em que voce o desmoraliza nas idéias, no diálogo. Certa vez alguem me disse que a verdadeira dor não é aquela que nos infligem fisicamente e sim moralmente.
O Partido Federalista prega a autonomia dos estados e municipios, mas creio que a base é a LIBERDADE, aliás liberdade é a base de tudo, o partido prega no seu credo a diminuição do estado e com isso da carga tributária entre outras coisas. Mas para mim o tamanho do estado é o cancer desse país.
Para podermos dar camisa a alguem precisamos primeiro possuir uma, esse é o problema de um país com tamanha desigualdade social, na visão estatólatra dos políticos atuais isso somente seria resolvido com imposição do estado o que não é verdade. Mas e quem não tem camisa para compartilhar fazemos o que? eu bem que poderia divagar sobre idéias sem nexo e perder meu tempo com coisas bonitas como: “Com um projeto especial de mobilização social entre o poder público e setor privado levaremos para a população pobre a igualdade social” ou então “A tomada do cresimento nos levará ao desenvolvimento socio-economico devido aos nossos” bla-bla-bla bla-bla-bla.
Mas sou uma pessoa prática, como não tenho camisa para dar, para mim bastaria diminuir o tamanho exorbitante do estado.
Como posso fiscalizar algo que está sendo feito e controlado em Brasilia se nunca fui naquela cidade e moro cerca de uns 1000km de lá?
Porque o Governo Federal administra meu dinheiro por meio de contribuições forçadas em projetos sociais e eu não posso opiniar no que ele deve ser empregado?
Porque pago imposto de renda, CPMF, etc para o governo federal se ele vai empregar esse dinheiro em algo que não tenho controle e nem posso fiscalizar?
Não há corrupção em algo que não existe, não se pode roubar dinheiro se esse dinheiro não existe.
Para mim basta diminuir o tamanho do estado que já resolveremos grande coisa, mas o Partido não se baseia apenas nisso, conheçam as propostas do partido, um bom começo seria os fundamentos, ali tem uma sintese do que propomos.
Saudações Federalistas e até a próxima.