Homofobia!

Chegou um contato aqui no blog me exculhambando, tem um tempo até. Me chamava de nomes inapropriados nesse horário por eu ter defendido que, "pasmem! " os gays tem todo direito de exigirem o tratamento civil igual aos heteros. Deve ter sido alguma discussão no orkut, mas claro que tenho certeza de ter defendido isso. Isso é o lógico, todo cidadão tem o direito de sua intimidade preservada, seja lá o que ele esteja fazendo, claro, desde que todos os envolvidos não sejam coagidos.

Cultura judaica-cristã

Me acusou de anti-cristo e essas baboseiras de um ser intolerante e irracional. Que a cultura judaico-cristã estava sendo atacada e tal. Mas vem cá, o que o ocidente de hoje tem da cultura judaico-cristã?

O sistema jurídico todo é baseado nas leis romanas que pelo que me consta adoravam um mancebo. A filosofia basicamente é grega ou advém dela, e pelo que diz os anais (ôpa) da história, adoravam um rapazola entre as colchas de cama, aliás os Espartanos eram ainda mais fiéis, só permitiam os machos copularem com suas fêmeas depois dos 30, antes disso só com seu parceiro de guerra.

A única coisa que a cultura judaica-cristã relegou foi o preconceito e intolerância, essa perseguição e homofobia foi presente do cristianismo, as culturas em geral sempre permitiram a intimidade do ser humano mesmo quando o conceito de homens livres não existiam.

O Japão com seus samurais poderosos e belicosos criaram a figura do wakashudo (mais conhecido pela forma resumida shudo) e permitiam assim o homossexual inserido na sociedade "medieval" da época.

As culturas grego-romanas nem se falam.

Os muçulmanos árabes tem um sistema político que privilegiam os gays até mais que os heteros desde que esses se limitem aos seus lares, é natural que dois homens andem de mãos dadas e troquem beijos na bochecha nas ruas, não é natural para eles se fosse um casal hetero.

Falso moralismo

Não tenho nada contra nem a favor de dois homens ou duas mulheres se unirem como um casal hetero, simplesmente é indiferente para mim. Não consigo imaginar o mal que possam provocar a mim ou aos meus entes. Uma das desculpas que o sujeito enviou ao meu email foi que isso destruiria a família, a minha nunca seria destruída porque em algum lugar tem duas mulheres fazendo o popular cola-velcro. Imagino que tênue é a família desse sujeito, qualquer beijo na boca de dois seres do mesmo sexo então, os pais se separam, só pode ser.

A mente de um intolerante é sempre um mistério para mim, o que pensa esses seres que tem o direito de dizer o que alguém deve ou não fazer?

Engraçado que o mercado da prostituição é alimentado por esses senhores que de dia condenam sumariamente certos comportamentos e a noite vestem uma cinta-liga e pedem para um mancebo dar umas chicotadas na sua bunda.

Movimentos gls

O que me incomoda é so essa mania dos caras que saíram de trás do armário quererem que todo mundo que é, saia também. Como se isso fosse fácil na sociedade ocidental e pior, essa mania Luiz Mott de ver gay em todo mundo. Deixe eu chocar um gay: "existem heteros".

Esse apego ao politicamente correto também é um saco, não pode chamar mais o cara de viado, tem que dizer que ele é homoafetivo (palavra corrente). Fodam-se suas bichinhas 🙂

Tirando isso, não tenho nada contra os caras, ou as caras. Tenho pena é de quem é intolerante, imagina a agrura que é para esse sujeito ver alguém livre, um totalitário não suporta a liberdade dos outros, então eu peço aos homos que assumiram: deixem os que estão atrás do armário em paz, eles não tem coragem para tanto por motivos que só eles sabem e suportam. Não expressem sua felicidade assim tão explicitamente, isso incomoda os que estão atrás.

Liberalismo morreu!

Os liberais nunca se recuperaram da crise de 29. Deixando teorias da conspiração de lado, se os conservadores tivessem a planejado (apesar de forte influência do FED sobre a crise) eles teriam se surpreendido, porque o golpe foi certeiro, mortal. Até hoje o liberalismo está grogue, cambaleante, nada mais alienígena que um liberal discursando, parece que ele fala de outro mundo, de outro planeta, ficou vendo estrelas literalmente.

Quando me refiro a conservadores, não espero que todos sejam um Edmund Burke, assim como ninguém espera que todos liberais sejam um Mises e sim àqueles que compartilham de uma visão de mundo com essa ideologia.

Aliado Inoportuno

Após a crise de 29 o mundo deu uma guinada ao totalitarismo e intervenção estatal, países antes liberais como USA viraram uma social-democracia keynesiana e metade da Europa (na mais otimista avaliação) se tornou fascista ou ditaduras semelhantes, quando não pior como foi o caso do nazismo. Isso é natural na história, todos os regimes para se sustentarem no poder renegam o passado e fazem de tudo para associá-lo com o atraso.

A fragilidade do liberalismo romântico baseado no "Laissez-faire" afetou uma resposta adequada à crise, como explicar a quem perdeu tudo que o mercado se regula? Como pedir paciência para quem está com fome? Até hoje esse discurso ainda vigora no liberalismo e principalmente em países subdesenvolvidos como é o nosso caso, um liberal acredita realmente que consegue transmitir seja lá o que for a quem não tem o que perder?

O liberalismo, jogado a escanteio no início do século 20, se contentou em ser capacho dos conservadores, aqueles que adoram um estado pujante onde podem viver confortadamente no seu capitalismo abençoado que explora os menos abastados. Os liberais que se destacaram como Roberto Campos nada mais foram que executadores de agenda conservadora.

Assumimos uma agenda que não era nossa, nos desvirtuamos quanto aos aspectos sociais das relações humanas e ficamos em um lugar perdido entre o saudosismo do liberalismo clássico e a utopia de um mundo perfeito onde o mercado seria totalmente livre e coordenaria todos os desajustes com sua mão invisível.

Essa é a nossa tática, a tática do avestruz, enfiamos a cabeça no buraco utópico do liberalismo e esperamos que apenas o mercado livre resolva todas as relações humanas, como se um magnata com poder de decidir quem vive ou quem morre fosse sempre perfeito no seu juízo e só encontrássemos altruístas.

Essa bobagem de defender a democracia matou liberal, como se fosse uma maravilha perfeita, acima dos ideais humanos, onde se permite que qualquer atrocidade contra a liberdade individual em prol da "coletividade", esse apego ao suposto estado de direito é uma doença, veja onde vai parar o estado de direito com uma crisezinha na bolsa, deixe a massa ignara passar fome para ver quantas bastilhas são necessárias. Adotar a tática do avestruz é o que nos restou.

No final os conservadores ainda nos esculhambam por defendermos os direitos humanos e com vergonha assumimos a antipatia de medidas que nos afetarão na restrição de nossas liberdades.

Ao tentar responder a um social-democrata que acredita que o mercado livre não existe e que deve ser regulado com mão forte do governo para proteção de si próprio, o liberal não consegue responder em uma frase curta. Aliás, não menos do que citar 3 escolas, 10 autores diferentes, umas 15 obras e no final nem saber mais do que está se falando. Perdemos, temos que assumir a derrota e nos prepararmos para o admirável mundo novo.

Agenda socialista

Por mais inegável que o socialismo clássico bebeu da fonte humanista do liberalismo, os liberais ojerizam seu passado contestador e (r) evolucionário. Entregamos aos marxistas a luta pelo "social" e ficamos com o discurso alienígena de livre mercado, sequer teorizando como esse livre mercado resolveria os problemas clássicos das péssimas condições de vida que ainda passam um grande contigente em pleno século 21.

Lutamos contra a escravidão, a favor das liberdades humanas, teorizamos os direitos irrevogáveis dos homens mas hoje nos contentamos em discutir a taxa bancária, no máximo quanto seria o salário mímino para não onerar as contas públicas. Criamos o capitalismo que foi uma evolução ao modelo feudal obscurantista dominado por gente que se achava no direito divino de exercer sua intolerância e opressão e hoje defendemos um modelo caquético que protege os pilantras.

O discurso liberal anda tão fraco que ao ser questionado porque o capitalismo não resolveu os problemas da África, o liberal gagueja e adota a clássica estratégia do avestruz, nem se dar ao trabalho de evidenciar que o capitalismo passou longe daquele continente, que várias guerras civis foram entre "conservadores" e "socialistas", que liberal não faz guerra, ou pelo menos não devia.

Liberal defendendo o belicismo? Esse é o tipo de liberal de hoje.

Liberal defendendo o homofobismo? Esse é o liberal de hoje.

Liberal defendendo o combate ao tráfico de drogas? Esse é o liberal de hoje.

Liberal defendendo intervenção estatal? Esse é o liberal de hoje.

Liberal criticando movimentos sociais? Esse é o liberal de hoje.

Liberal criticando direitos trabalhistas? Esse é o liberal de hoje. (Não confundir direito com privilégio)

Os socialistas em geral se apegam a qualquer agenda que lhes favoreça, não é atoa que voce encontra um estado homofóbico em uma republiqueta de fachada dessas e defensores aguerridos contra a homofobia nas outras republiquetas que ainda não são socialistas.

Voce encontra fácil um grupo de socialistas defendendo a discriminação contra as drogas nos estados que são prospects socialistas e é punido com pena de morte nos que já o são.

Já o liberal moderno não, ele prefere se apegar ao livre mercado capitalista como se vivêssemos no século 19 ainda e adota o lema dos conservadores que se trabalhar forte e com garra voce consegue vencer na vida, simples assim.

Os Excluídos

Quer ver um liberal fazer análise é admitir que existem excluídos, é pecado discutir ou até aceitar que existem políticas públicas como saúde ou educação, como simplesmente uma massa de acostumados com o Wellfare State, mesmo que torto no nosso caso, fosse simplesmente abandonar a escola e a saúde pública onde sequer explicamos como eles se beneficiariam.

Não conseguimos criar um modelo que permita os excluídos se beneficiarem sem que os malandros oportunistas (que não são sequer excluídos) se apropriem e os políticos desviem os recursos destinados. Então o modelo continua apesar que achamos e creio que voces concordam que há algo de errado.

Existe um sentimento que algo está errado, um Bad Smell como dizem os estadunidenses (como os socialistas adoram chamá-los), mas não sabemos resolver esse estado errado.

A defesa das melhores condições de trabalho foi um ícone dos liberais nas disputas contra os conservadores, hoje se defende que o trabalhador deve estar a deriva de seus próprios extintos, como se a justiça sempre foi perfeita e um grande magnata será sempre punido caso esse descumpra o contrato de trabalho preestabelecido, convença a um trabalhador braçal de que é melhor para ele a possibilidade de ter que trabalhar 18 horas seguidas sem direito a férias. Quero só contar em quantas gargalhadas voce será escorraçado.

Livre Comércio

O discurso liberal do livre comércio é excelente para um camelô que vive à margem da sociedade, mas como ele vai entender que apesar das péssimas condições de atendimento no posto de saúde mais próximo ele vai ficar melhor com a saúde totalmente privada que não pode pagar?

Ele pergunta: "– Então é assim? Se por algum desastroso acaso do destino eu ficar um mês desempregado estou ferrado?" , eu respondo: É!

Não é atoa que não existam mais partidos liberais, não na defesa do liberalismo. Até mudar de nome estão mudando com vergonha dessa imagem.

Liberal não aceita sindicato, é por isso que os sindicatos no país viraram comitês de partidos marxistas das mais diversas classificações, eles pegam no pesado, eles "sujam" as mãos na lama das relações humanas apesar de que assim que chegam no poder, relegam esse passado, nós liberais relegamos antes sequer de ter um passado.

A defesa intransigente dos Tycoons modernos terem o direito de nos explorar é o calcanhar de aquiles do liberalismo, existe uma diferença enorme e perceptível que um vendedor de côcos na praia não é simplesmente um capitalista como um acionista do maior banco privado do Brasil, apesar de que semanticamente são. Os anarcos do início do século 20 já alertavam que apenas o livre mercado não conseguiriam conter a fúria desses magnatas, mas cadê um modelo alternativo?

Não é por menos que ser chamado de neoliberal virou palavrão pior que ter sua mãe esculhambada por prática daquela profissão tão antiga.

Resposta 1º desafio

Semana passada postei um desafio em javascript para testar o conhecimento teórico dos meus amigos, somente o Coutinho respondeu:

[source:javascript]
var teste = {
teste:function(){
alert(’teste’);
}
};
teste.teste();
[/source]

ou mais bonitinho:

[source:javascript]
var teste = {
nome: ‘Coutinho’,
teste:function(){
alert(this.nome);
}
};
teste.teste();
[/source]

E acertou. Consertou o problema que propositadamente fabriquei e deu uma solução que é a mais simples e portanto a melhor: usar um objeto literal.

Vejamos:

Objetos literais são a definição de objetos na especificação ECMA-262, a especificação do JAVASCRIPT.

"An object is a member of the type Object. It is an unordered collection of properties each of which contains a primitive value, object, or function. A function stored in a property of an object is called a method."

Ela define que um objeto é uma coleção não-ordenada de propriedades onde cada propriedade contém um valor primitivo, um outro objeto ou uma function e uma function armazenada em uma propriedade dessa coleção é denominada de método. Segundo a especificação as propriedades (properties) são campos (Fields) que representam o estado e métodos (methods) que representam o comportamento.

Então a estrutura primordial de um objeto, também chamado de objeto literal é da forma que ele respondeu, que seria assim:

[source:javascript]
var obj = {
nome: ‘Coutinho’,
teste:function(){
alert(this.nome);
}
};
obj.teste();
[/source]

Outra forma muito usual pela NEW SCHOOL é instanciar uma function (lembrando que toda Function é um objeto) utilizando o paradigma de construtor com parêntesis após a construção, e utilizar a KEYWORD return para exportar o contexto e isolar o conteúdo interno de códigos maliciosos, já que os métodos apply e call não funcionam nesse tipo de estrutura, criando variáveis privadas (já que só existe o escopo público na ECMAScript).

[source:javascript]
var obj = function(){

this.nome = ‘Coutinho’;

return {
teste:function(){
alert(nome);
}
};
}();
obj.teste();
[/source]

Portanto se você tentar usar a estrutura abaixo, vai falhar porque o objeto "obj" não é uma função, já que foi transformado em objeto literal artificialmente:

[source:javascript]
function B(){
obj.call(this);
};
var teste = new B();
teste.teste();
[/source]

Compartilhamento de informações

Dando uma folheada no livro "Wikinomics : How Mass Collaboration Changes Everything, encontrei a história da Gold Corp, uma mineradora que aboliu os manuais administrativos do senso comum e divulgou informações sigilosas e minuciosas sobre suas minas para que o mundo todo encontrasse ouro.

Após uma crise financeira e quase entrar em falência, a Gold Corp, insatisfeita com seus próprios géologos por não conseguirem estimar confiavelmente a localização de ouro em suas propriedades, lançou um desafio aos geólogos do mundo todo para que utilizassem os melhores métodos e dessem as melhores estimativas de onde encontrar ouro. Em pouco tempo, enxurradas de informações fizeram a empresa identificar 110 pontos com uma precisão de 80% de quantidades substanciais de ouro num total de 224 toneladas, avaliadas em mais de US$ 3 bilhões de dólares. Ofereceram meio milhão de dólares como prêmio.

Material Humano

É comum as empresas imaginarem que os melhores profissionais para tratarem as informações internas sempre estarão na sua própria equipe, algumas preferem montar uma equipe com o que há de melhor em busca desse modelo, a Gold Corp foi na contramão dessa tendência, abriu suas informações ao mundo e colheu os frutos pagando um preço justo aos melhores. A empresa focou no material humano como principal capacitador do crescimento e recuperação, não da forma tradicional contratando os melhores, mas compartilhando suas informações.

Tendência Global

Esse modelo de gerência baseado no compartilhamento tem surtido melhores resultados e empresas que encabeçam a lista das maiores estão adotando em escala globa, o foco em comunidades como Flickr, Second Life, Youtube tem cada vês mais atraido as corporações e essa tendência parece não ter volta em curto e médio prazo.

Uma empresa que compartilha suas informações, age de forma global mesmo estando localizada nos confins do interior mais remoto do Brasil ou de Botswana, essa empresa se igualha aos concorrentes de grande peso financeiro porque conseguem estratégia de tratar suas informações e otimizar os resultados na busca do conhecimento.

Quem tem informações privilegiadas sobre seu negócio tem sempre um diferencial importante na luta pela sobrevivência em um mercado livre, e como o mundo preferiu o mercado livre mesmo com grandes interferências governamentais (onde até uma China comunista se comporta como uma nação capitalista abrindo seu mercado) , essa luta será sempre mais acirrada.

Fim de uma era?

O modelo fechado parece perecer nesses dias atuais e o modelo de compartilhamento ganha mais adeptos a cada manifestação de sucesso daqueles que o adotam, as empresas sempre buscam a sobrevivência e parte dessa sobrevivência se deve a adotar "fórmulas de sucesso" comprovadas. Deixando ideologias de lado, o mercado livre não dá espaço para lucros desproporcionais e práticas predatórias.

O capitalismo selvagem que ainda vigora em parte no mundo pode ser diluído ou até exterminado se o mundo encarar que o compartilhamento é mais importante do que a ganância. Utopias podem ser realizadas sem banhos de sangue ou eugenias em busca de um "Novo Homem", luta de classes podem ser aposentadas e revoluções populistas que terminam em decadência e muros caídos podem ser evitadas.

O mercado livre não necessariamente é capitalista, o capitalista não é sinônimo de Tycoon e convenhamos, o muro caiu e maio de 68 envelheceu.

Mini tratado sobre aqueles que fazem e aqueles que falam

Existem basicamente 3 tipos de pessoas no que se refere a planejamento de ações em comunidade:

Aqueles que fazem

Esse é o tipo especial de pessoas, são em número restrito, minoria das minorias (por isso que são tão especiais) .

O sucesso de qualquer organização depende exclusivamente dessas pessoas, por serem tão especiais sua descoberta é prejudicada pela inveja das demais e seu resultado é obfuscado pela inoperância dos outros tipos.

Parece ser óbvio sua importância, mas a realidade é cruel, elas as vezes até ficam sem os devidos créditos de suas ações.

Aqueles que falam

Geralmente são pessoas utópicas e sonhadoras, atrapalham mais que ajudam, mas são importantes para formar a base intelectual e compor o planejamento já que as que fazem estão trabalhando e pegando no pesado (e por muitas vezes acabam relegando cronogramas e burocracias).

Aqueles que atrapalham simplesmente

Antes de qualquer coisa: "ISOLE ESSA GENTE, ESCARRE, JOGUE PEDRA!"

Esse tipo de gente nem deixa os outros falarem nem fazerem, são atrapalhadores natos, burocracia é seu nome.

Sua tática geralmente é lançar várias propostas beirando ao ridículo de tão impossíveis logisticamente (pelos que fazem evidente), propor soluções sem nexo, criticar todas as propostas que não são suas e nunca comparecer no trabalho efetivo.

Esse pessoal ainda por cima de tanto fazer ruído fica com os créditos da glória ou no mínimo com a pecha de "organizadores" porque seus nomes aparecem em tudo que é papel, email ou propaganda.

Se voce ver alguém propondo assembléias, reuniões em demasia, atas até da compra de um pirulito, apoio político e CNPJ para listas de discussão, desconfie.

O primeiro passo para o sucesso de um evento é eliminar fisicamente esses indivíduos (estou falando de isolar e não matar, apesar da vontade) .

No planejamento

Sempre quando for planejar um evento qualquer, meça o índice Milfont de produtividade dos participantes.

Divide o número de ações pelo número de propostas, onde propostas seja um número superior a 0. Se o resultado for um número acima de 0, esse indivíduo é ativo, no mímino não compromete o sucesso do evento. Se o resultado for negativo, isole para os eventos futuros. Caso ele não propôs nada e executou ações e ajudou o evento, trate-o com mimos e coloque na primeira fila da sua agenda para os próximos eventos.

Fórmula: M = A / P > 0

M = indice Milfont,

A = Ações,

P = Propostas,

Exemplo, se o sujeito lançou duas propostas e cumpriu as duas, ele ficou com 1, então está bom, com 100% de execução, se tivesse cumprido apenas uma das propostas estaria com 50%, 0,5 é ainda um número bom. Como eu disse, o importante é ser acima de 0, nem que seja 0,001.

Vocês sabem quem fica com número abaixo de zero, todo mundo conhece um participante do seu grupo nessa categoria, mas a plebe ignara não, então trate de isolá-lo.