Uma das formas de trocar informações entre as camadas físicas cliente e servidor, é através da serialização de objetos, talves a forma mais simples, usando o formato JSON. Frameworks como DWR utilizam esse conceito.
Uma das formas de processar esses objetos serializados na forma de texto é usando a função “eval”. Definida na especificação ECMA262, página 77 (15.1.2.1), o Eval é uma função que interpreta um porção de código baseado em texto comum, falando a grosso modo.
objetoServidor = "{'id':'1','name':'milfont'}"; var objetodesserialiazado = eval("(" + objetoServidor + ")"); alert(objetodesserialiazado .name); // resposta: "milfont"
Uma das formas de evitar o uso do “Eval”, já que ele é considerado nocivo por permitir a injeção de código malicioso, é usar o conceito de “Quine”. O quine é um conceito que representa um programa, uma forma de metaprograma, que gera seu próprio código fonte, em outras palavras, como ele manipula sua própria estrutura de código fonte, podemos alterar dinamicamente sua estrutura, dessa forma podemos montar um objeto em tempo de execução. Programas que apenas recebem código fonte como entrada não são considerados quine.
// objeto serializado no servidor objetoServidor = "{'id':'1','name':'milfont'}"; // separa um array das propriedades var source = objetoServidor.split(","); // cria um objeto base para desserializar var objeto = new Object; // percorre o array for(var t = 0; t < source.length; t++){ //filtra as propriedades var temp = source[t].replace(/'/g,"") .replace("{","").replace("}",""); //monta o objeto base com os pares chave,valor do array objeto[temp.split(":",1)] = temp.split(":",2)[1]; } alert(objeto.name); //resposta: "milfont"
No site Json.org você encontra um parser json que filtra códigos maliciosos e é usado por grande parte dos frameworks que necessitam desse tipo de código.
A estratégia mais eficiente, usada pelos grandes players do mercado, é dispor uma api que devolva um json, passando para uma função de callback e deixando o próprio browser resolver a interpretação, exemplo retirado da área do yahoo destinado ao json:
function ws_results(obj) { alert(obj.ResultSet.totalResultsAvailable); } <script type="text/javascript" src="http://search.yahooapis.com/ImageSearchService/V1/imageSearch? appid=YahooDemo&query=Madonna&output=json&callback=ws_results"> </script>
Observe que o a API do Yahoo! devolve um objeto JSON passado para a assinatura da function que eu criei e informei na própria url do recurso, quando o javascript é processado pelo Browser, ele se encarrega de executar a função de callback e interpretar o JSON recebido.
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October 8th, 2007 at 9:51 am
[...] vimos em um post passado, a técnica de usar o XHR nos proporciona trabalhar com o parsing de XML ou a montagem dinâmica de [...]
November 4th, 2007 at 2:21 am
[...] forma você pode usar as estratégias de “Eval” ou “Scripttag” para processar o JSON de forma transparente em sua aplicação [...]
January 16th, 2008 at 5:49 am
[...] pelo parser a partir do método “Eval” para processar o código recebido. Vimos uma alternativa de contornar o problema mas mesmo assim não é suficiente. Uma das vantagens principais do JSONRequest seria [...]
February 4th, 2008 at 3:50 am
[...] http://www.milfont.org/tech/2007/10/02/eval-is-evil/ [...]