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	<title>Comments on: Javascript Inline e External</title>
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	<description>Além dos limites da WEB!</description>
	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 18:50:31 +0000</pubDate>
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		<title>By: Linkedin reescrito em YUI com DWR - CMilfont Tech</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2008/02/10/javascript-inline-e-external/#comment-362</link>
		<dc:creator>Linkedin reescrito em YUI com DWR - CMilfont Tech</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 20:53:34 +0000</pubDate>
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		<description>[...] página eu notei que foi usado o DWR e forte abordagem ajax.  Contei 25 scripts, bem que poderiam unificar alguns deles já que aparentemente estão bem [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] página eu notei que foi usado o DWR e forte abordagem ajax.  Contei 25 scripts, bem que poderiam unificar alguns deles já que aparentemente estão bem [...]</p>
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		<title>By: Edu</title>
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		<dc:creator>Edu</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Feb 2008 04:28:18 +0000</pubDate>
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		<description>Hum...não sabia que poderia prejudicar tanto a performance assim...

Uma vez eu utilizei uma técnica aqui em casa para um projeto desktop num pentium 100. O pc ficava muito carregado com a quantidade de script baixado de uma vez para a interface, por causa da memória. Então separei os arquivos em módulos, usando ajax para le-los quando quisesse e usando eval eu conseguia usar uma função só para requisitar o arquivo e executá-lo.

O módulo acabava sendo executado como se fosse uma função, então era apenas arquivos que faziam o que uma função fazia, mas sem estar no corpo da função. Consequentemente eu tinha que "dessetar" as variáveis que sempre eram globais.

Pro meu espanto a performance melhorou muito. Mas admito que não saberia dizer as consequências graves de fazer isso...

Abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hum&#8230;não sabia que poderia prejudicar tanto a performance assim&#8230;</p>
<p>Uma vez eu utilizei uma técnica aqui em casa para um projeto desktop num pentium 100. O pc ficava muito carregado com a quantidade de script baixado de uma vez para a interface, por causa da memória. Então separei os arquivos em módulos, usando ajax para le-los quando quisesse e usando eval eu conseguia usar uma função só para requisitar o arquivo e executá-lo.</p>
<p>O módulo acabava sendo executado como se fosse uma função, então era apenas arquivos que faziam o que uma função fazia, mas sem estar no corpo da função. Consequentemente eu tinha que &#8220;dessetar&#8221; as variáveis que sempre eram globais.</p>
<p>Pro meu espanto a performance melhorou muito. Mas admito que não saberia dizer as consequências graves de fazer isso&#8230;</p>
<p>Abraço</p>
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	<item>
		<title>By: Rafael Ponte</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2008/02/10/javascript-inline-e-external/#comment-289</link>
		<dc:creator>Rafael Ponte</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 14:31:14 +0000</pubDate>
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		<description>O grande número de requisições é um problema, mas depois de "cacheado" pelo cliente as coisas melhoram :)

O lance de unir tudo em um único .js me dá calafrios, algo no estilo "global.js". Já vi sistemas em que só era possível importar arquivos .js no template principal do sistema, ou seja, todas as páginas do sistemas importariam tudo só porque algum gênio não soube pensar. Claro, isso não se aplica a todos os casos, mas se você deixar o sistema nas mãos desses "arquitetos" você só vê bizarrices!

O lance de carregar scripts em runtime é complicado e chato, IMHO. Eu ainda prefiro importar os scripts de forma tradicional, caso seja notório o overhead então partimos para soluções mais sofisticadas.

Enfim, concordo com você que a idéia de minificação dos scripts é algo realmente válido e se possível deve-se aplicar nas aplicações -em produção-, mas não podemos esquecer que a minificação da própria página em sim através de um filtro também ajuda consideravelmente :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O grande número de requisições é um problema, mas depois de &#8220;cacheado&#8221; pelo cliente as coisas melhoram <img src='http://www.milfont.org/tech/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O lance de unir tudo em um único .js me dá calafrios, algo no estilo &#8220;global.js&#8221;. Já vi sistemas em que só era possível importar arquivos .js no template principal do sistema, ou seja, todas as páginas do sistemas importariam tudo só porque algum gênio não soube pensar. Claro, isso não se aplica a todos os casos, mas se você deixar o sistema nas mãos desses &#8220;arquitetos&#8221; você só vê bizarrices!</p>
<p>O lance de carregar scripts em runtime é complicado e chato, IMHO. Eu ainda prefiro importar os scripts de forma tradicional, caso seja notório o overhead então partimos para soluções mais sofisticadas.</p>
<p>Enfim, concordo com você que a idéia de minificação dos scripts é algo realmente válido e se possível deve-se aplicar nas aplicações -em produção-, mas não podemos esquecer que a minificação da própria página em sim através de um filtro também ajuda consideravelmente <img src='http://www.milfont.org/tech/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /></p>
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