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	<title>Blog de desenvolvimento da Milfont Consulting, Client e Server-side &#187; cmilfont</title>
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	<description>Blog da Comunidade Milfont Consulting, uma empresa especializada em desenvolvimento Web, principalmente Javascript, node.js e muito Javascript.</description>
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		<title>Pirataria e o caso Megaupload</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2012/01/26/pirataria-e-o-caso-megaupload/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 11:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[web2.0]]></category>
		<category><![CDATA[compartilhamento]]></category>
		<category><![CDATA[Livre Circulação]]></category>
		<category><![CDATA[Pirataria]]></category>

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		<description><![CDATA[Considero o finado Megaupload e similares iguais a um camelô que vende DVD pirata no centro da cidade. Ambos representam a mesma filosofia, copiam obras sob leis de copyright e faturam sem pagar royalties. Isso é pirataria ☠, Don Vito Corleone disse uma vez: Não me importa como um homem ganha sua vida, desde que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:left;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
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<p>Considero o finado Megaupload e similares iguais a um camelô que vende DVD pirata no centro da cidade. Ambos representam a mesma filosofia, copiam obras sob leis de copyright e faturam sem pagar royalties.</p>
<p>Isso é pirataria ☠, Don Vito Corleone disse uma vez:</p>
<blockquote><p>Não me importa como um homem ganha sua vida, desde que não atrapalhe meus negócios.</p></blockquote>
<p>Logo depois ele levou tiros e foi parar no hospital, mensagem de vida para demonstrar que mesmo no crime existe ética e posicionamento. Quando você relega a defesa de seus princípios essa omissão retorna contra você.</p>
<p>Eu não vou exaltar o que o grupo #anonymous fez, estão defendendo quem não merece e isso ajuda a atrapalhar o entendimento já confuso sobre a diferença entre pirataria e compartilhamento.</p>
<p>Sobre o que penso sobre compartilhamento está resumido numa <a href="http://www.milfont.org/tech/2008/05/20/livre-circulacao-de-informacao-ou-pirataria/">entrevista que dei para o Uol</a> em 2007. Tem quase tudo lá.</p>
<h2>Pirataria vs Compartilhamento</h2>
<p>Eu como anarco, considero o compartilhamento justo e salutar, ninguém tem dinheiro ou disposição suficiente de comprar todas as obras que existem sejam de que campo de conhecimento for, isso é até impossível. O problema com o digital é a tênue fronteira entre  &#8221;emprestar&#8221; a cópia que comprei legalmente com um amigo e espalhar uma obra fazendo que ninguém precise comprar.</p>
<p>Corrijo-me, o problema não é com o digital, é com a distribuição. Vejamos:</p>
<p>Na época da fita cassete a indústria até mantinha incentivos para que as pessoas compartilhassem suas cópias, o mesmo aconteceu com o cd facilitando a cópias e barateando o custo de copiar, ainda assim isso não ameaçou os negócios. Era muito trabalhoso, voce fazia cópias e teria que se encontrar com o amigo para entregar, o boca-a-boca necessário para ajudar no marketing era lento. Nosso P2P da época.</p>
<p>Com a internet a distribuição ficou gratuita, não temos mais necessidade de encontro físico, Era do napster e depois kazaa. Aí a indústria começou a amargar diminuição de vendas.</p>
<p>Depois surgiram tecnologias que facilitariam o P2P como o torrent, utopia anarquista.</p>
<h2>Atravessadores?</h2>
<p>Hoje eu considero as empresas tradicionais da indústria do entretenimento como atravessadores modernos, talvez caixeiros-viajantes. O problema que acontece em qualquer Era é substituir um modelo já estabelecido com ruptura brusca sem uma alternativa viável para os antigos donos do dinheiro. A mesma internet que facilita novos modelos de  negócios destrói os antigos como as carroças que desapareceram ou profissões como acendedor de lampião do século 19.</p>
<p>Qual a solução? Até lá muitos processos acontecerão, mas defender estruturas atravessadoras como o Megaupload não é a solução.</p>
<h2>tl;dr</h2>
<p>Eu defendo compartilhamento e que se criem leis para  legislar os limites do que seja compartilhar, não defendo pirataria, que se prenda aqueles que desobedecem as leis. Sou anarco, não <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anomia">anomista</a>.</p>
<p><a href="https://twitter.com/#!/cmilfont/status/162167850633662464">https://twitter.com/#!/cmilfont/status/162167850633662464</a></p>
<p><a href="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-26-às-08.18.14.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-1591" title="Twitter sobre compartilhamento e megaupload" src="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-26-às-08.18.14-300x201.png" alt="" width="300" height="201" /></a></p>
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		<title>Novo Capitalismo</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2012/01/20/novo-capitalismo/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 13:53:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[crowds]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

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		<description><![CDATA[A revista The Economist trás uma reportagem sobre o novo modelo de capitalismo que &#8211; principalmente &#8211; os países em ascensão estão praticando, do qual eles chamam de novo modelo &#8220;capitalismo de estado&#8220;, desde um capitalismo de estado comunista chinês ao desavergonhado capitalismo burocrata russo, passando pelo corporativismo brasileiro. Não vou nem fazer juízo de valores sobre [...]]]></description>
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<p>A revista <a title="Revista The Economist" href="http://www.economist.com/">The Economist</a> trás uma reportagem sobre o novo modelo de capitalismo que &#8211; principalmente &#8211; os países em ascensão estão praticando, do qual eles chamam de novo modelo &#8220;<a href="http://www.economist.com/node/21543160">capitalismo de estado</a>&#8220;, desde um capitalismo de estado comunista chinês ao desavergonhado capitalismo burocrata russo, passando pelo corporativismo brasileiro.</p>
<p>Não vou nem fazer juízo de valores sobre o quão errado é esse modelo econômico que coincidentemente esses países estão desenvolvendo, uma opinião de um <a href="http://rodrigoconstantino.blogspot.com/2012/01/leviata-capitalista.html">economista especializado no assunto</a> é melhor.</p>
<p>De todos eles, o Brazil na minha opinião é o mais flexível culturalmente para entrar no seleto grupo de desenvolvidos, mas para isso não deve competir com os outros BRICs, deveríamos investir em tecnologia e criação de riquezas com base em serviços.</p>
<p>Não tem como competir com a China no setor industrial sem retirar direitos e privilégios dos trabalhadores, só para voc<em>ê</em>s verem como o discurso marxista é só da boca pra fora, em nenhuma republiqueta comunista, da Coréia do Norte a Cuba, passando pela extinta URSS, os trabalhadores conseguiram direitos como os quais gozam os trabalhadores em países capitalistas.</p>
<p>Não tem como competir com Índia no serviço de commodities e serviço de mão de obra barata, como o executado por financeiras, call center e demais que necessitam apenas de um ser humano atrás de um telefone sem grandes atributos intelectuais. Não se compete com 1 bilhão de indianos a 2 dólares a hora.</p>
<p>Temos que competir diretamente com os desenvolvidos nos serviços de alta rentabilidade como registro de patentes tecnológicas, pesquisas e inovação de produtos . Depois mandamos fabricar numa China, Taiwan ou Vietnã pelas mãozinhas de crianças escravas como faz a Apple.</p>
<p>O Chile já saiu na frente com projetos inovadores e eficazes como o <a href="http://www.startupchile.org/">Startup Chile</a>. O que nós cidadãos estamos fazendo para forçar nossos governantes a tomarem atitudes que privilegiem esse tipo de movimento?</p>
<p>Não que o brasileiro seja especial em detrimento a outros cidadãos do BRIC, mas somos o único país do ocidente. O problema é que a nossa educação como modelo de civilização é uma das mais atrasadas, não temos avançado em incentivar a população a estudar inglês [o Latim moderno], não temos cultura capitalista e muito menos democrática [ainda "bem" que nenhum dos BRIC também não tem] e além de tudo agora vamos <a href="http://revistaepoca.globo.com/Mundo/noticia/2012/01/na-disney-obama-afima-que-vai-facilitar-vistos-para-brasileiros.html">gastar todas as economias</a> nos US and A &#8211; alguém acha que o brasileiro vai viajar para aprender algo?.</p>
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		<title>Basta trabalhar duro para se tornar bilionário como o Eike Batista</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 23:23:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[A revista VEJA em sua edição 1412 de 04 de outubro de 1995, portanto há 16 anos, trazia em sua capa a matéria entitulada: &#8220;Os Novos Milionários&#8220;, você confere no acervo digital da revista. A temática do artigo era demonstrar como o dinheiro mudava de mãos muito rápido e gerava a cada dia novos milionários. [...]]]></description>
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<p>Essa edição 1412 comparava ainda como era a classe rica desse país do início do século 20 com a atual &#8211; atual da época dos anos 90. Essa comparação tinha um motivo, a tônica era demonstrar como o Brazil estava abraçando o capitalismo e o empreendedorismo e como essa nova classe de milionários trabalhava duro e por esse motivo vinha o seu sucesso.</p>
<p>As grandes estrelas daquela matéria eram os banqueiros, até então ilibados no imaginário popular da classe média. Hoje em dia pegaria muito mal demonstrar que a nata dos milionários de uma nação eram pessoas consideradas improdutivas e que vivem do lucro do trabalhador. Sim, ainda mais nessa era atual onde a liderança política e ideológico tende a esquerda, ainda mais uma esquerda vinda de um grosseiro marxismo.</p>
<p>Entre aqueles milionários, o mais jovem entre eles, um promissor Eike Batista. Confira um recorte abaixo:</p>
<p><a href="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-15-às-16.01.51.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-1567" title="Eike1995" src="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-15-às-16.01.51-300x213.png" alt="Eike Batista ainda milionário" width="300" height="213" /></a></p>
<h2>A Formula se repete</h2>
<p>A revista de hoje, 15 de janeiro de 2012, trás praticamente a mesma abordagem com uma capa estampada por Eike Batista, agora bilionário. Apesar da capa tentar agradar a neo-classe-média-de-esquerda, a matéria é até interessante, tenta demonstrar que esse ranço nacional contra a geração de riquezas e essa tese de que ter dinheiro é feio é algo errado e temos que acabar com esses preconceitos.</p>
<p>&#8220;Veja&#8221; bem, eu considero a revista VEJA como a melhor do seu segmento, mas esses artigos que tomam o &#8220;outliers&#8221; como exemplo para todo mundo é sempre irritante. Segundo o que <a title="Gladwell" href="http://www.gladwell.com/">Malcolm Gladwell</a> defende no seu livro “<a href="http://www.amazon.com/gp/product/0316017930/ref=as_li_ss_il?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=217145&amp;creative=399369&amp;creativeASIN=0316017930">Outliers, The Story of Success</a>”, o sucesso é um conjunto de situações e a combinação de fatores alheios ao talento pessoal.</p>
<p><a href="http://www.amazon.com/gp/product/0316017930/ref=as_li_ss_il?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=217145&amp;creative=399369&amp;creativeASIN=0316017930"><img class="alignleft" style="border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 5px; margin-right: 5px; border-width: 0px;" src="http://ws.assoc-amazon.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;Format=_SL160_&amp;ASIN=0316017930&amp;MarketPlace=US&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;tag=milftech-20&amp;ServiceVersion=20070822" alt="" width="105" height="160" border="0" /></a><img style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=milftech-20&amp;l=as2&amp;o=1&amp;a=0316017930&amp;camp=217145&amp;creative=399369" alt="" width="1" height="1" border="0" />Portanto não basta o seu QI elevado ou propensão a determinada ação, que chamamos de talento. Além disso tudo é importante &#8220;a regra das 10 mil horas&#8221;, estar no lugar certo, na época certa e em alguns países e lugares na casta ou etnia certa.</p>
<p>Eike Batista é o exemplo de Outlier. Filho de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eliezer_Batista">Eliezer Batista</a>, por si só a melhor chave para abrir quaisquer portas, no próprio artigo da VEJA de 1995 é citado esse fato. Mesmo que Eike não reconheça e ache que seu sucesso foi por si só, esse fato é o mais importante.</p>
<p>Observe que ele se tornou um dos maiores bilionários do mundo a partir de 2002, coincidentemente na época que o Lula [PT] assumiu o poder e mudou a abordagem política dos governos de até então. Não estou insinuando que Eike tenha tido quaisquer favorecimentos ou informações privilegiadas por esse governo em questão, mas que ele estava na época certa para empreender no tipo de empreendimento que ele tem eficácia e praticou suas 10 mil horas &#8211; 16 anos desde aquela matéria onde um jovem de 38 tinha apenas míseros 200 milhões. Não é atoa que ele detém a primazia sobre inúmeros projetos governamentais, principalmente na área de energia.</p>
<p>A matéria de agora erra no mesmo motivo de outrora, toma a conseqüência como causa. Jovem milionário, formado na alemanha, o pai com influência em todos os segmentos e em todas as embaixadas ao redor do planeta, investimentos na especialidade que domina e <a href="http://www.interney.net/blogs/lll/2010/10/23/racismo_alex_castro/">branco em um país racista</a>.</p>
<p>Viu como é fácil?</p>
<p>O próprio Eike publicou um livro de autobiografia como cita o artigo atual, mas nem ele deve entender como chegou aonde chegou e dificilmente terá algum conselho prático a alguém como eu. Essa matéria peca justamente por tentar transformar o Eike como modelo de qualquer empreendedor.</p>
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		<title>Imersão ExtJS 4</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ajax]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá, é com grande satisfação que gostaríamos de compartilhar com você nosso novo curso curso online, o Imersão ExtJS 4 que será ministrado pelo Christiano Milfont que irá tratar sobre as melhores práticas para desenvolver WebApps com riqueza de usabilidade usando ExtJS 4. O Framework Javascript de propósito geral ExtJS possui Widgets [componentes] que fascinam e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:left;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
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<p>O Framework Javascript de propósito geral ExtJS possui Widgets [componentes] que fascinam e agilizam o desenvolvimento principalmente de aplicações comerciais que são migradas do Desktop.</p>
<p>Existem <a href="http://www.loiane.com/2011/12/capitulo-gratuito-do-meu-livro-extjs-4-first-look/">bons livros já publicados</a>, como o da brasileira <a href="http://www.loiane.com/">Loiane Groner</a>, que também está publicando um curso gratuito no <a href="http://www.loiane.com/2011/11/curso-de-extjs-4-gratuito/">formato de Screencasts</a> cobrindo o básico do ExtJS e aprofundando com muitos exemplos. O próprio Framework contém uma <a href="http://docs.sencha.com/ext-js/4-0/">excelente documentação</a>, uma gama <a href="http://www.sencha.com/products/extjs/examples/">enorme de exemplos</a>, abrangendo inúmeras situações.</p>
<p><a href="http://www.amazon.com/gp/product/1849516669/ref=as_li_ss_il?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=1849516669"><img src="http://ws.assoc-amazon.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;Format=_SL110_&amp;ASIN=1849516669&amp;MarketPlace=US&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;tag=milftech-20&amp;ServiceVersion=20070822" alt="" border="0" /></a><img style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=milftech-20&amp;l=as2&amp;o=1&amp;a=1849516669" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<h2 dir="ltr">Bootstrapping</h2>
<p>Uma grande dificuldade para desenvolver WebApps, principalmente para desenvolvedores especializados no Backend, é a aridez de desenhar a interface com CSS e trabalhar o comportamento da visão com Javascript.</p>
<p>Enquanto os sistemas operacionais fornecem um conjunto de componentes de Interface por meio de API e Look&#8217;n'Feel padronizado para você simplesmente construir a aplicação, na Web o trabalho é bastante artesanal, inclusive com a necessidade de trabalhar com ferramentas especializadas de design como GIMP ou Photoshop.</p>
<p>Não é à toa que o <a href="http://twitter.github.com/bootstrap/">Toolkit Bootstrap</a> disponibilizado pelo Twitter faz tanto sucesso, inclusive com o mesmo nome da técnica de construir um modelo de layout com componentes padronizados para facilitar a construção de aplicações web.</p>
<p>O ExtJS já fornece embutido no seu Framework todo um conjunto de templates e elementos gráficos para utilizar com seus componentes, além da abertura para customização caso seja necessário. Além disso existem diversos templates distribuídos por terceiros.</p>
<h2 dir="ltr">Diferencial do Curso</h2>
<p>Como já mencionado, existe uma infinidade de materiais disponíveis na Web onde você pode aprender por conta própria.</p>
<p>O diferencial do nosso curso não é simplesmente aprender sobre os Widgets e montar telas ricas, é a experiência de <a href="http://www.milfont.org/tech/2009/06/29/introducao-ao-ext/">quem desenvolve</a> com o Framework desde que ele era uma extensão do <a href="http://developer.yahoo.com/yui/">YUI</a> [Framework do Yahoo].</p>
<p>Iremos demonstrar as melhores práticas de como construir aplicações verdadeiramente ricas que são proibitivas de serem construídas num processo artesanal por meio de JS e CSS por dar muito trabalho.</p>
<p>Vamos tratar sobre assuntos espinhosos, como extender componentes, modificar o comportamento natural de elementos do próprio HTML, como navegação por meio de eventos que não existem e ainda vamos dar uma palhinha de como construir uma aplicação que se adapte a dispositivos móveis usando o SenchaTouch com o mínimo de esforço dentro do possível.</p>
<p>Matricule-se já e <a href="http://www.egenial.pro/pt/extjs">garanta sua vaga</a>.</p>
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		<title>BeagaJS 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 12:58:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[braziljs]]></category>
		<category><![CDATA[palestras]]></category>
		<category><![CDATA[cearajs]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>

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		<description><![CDATA[Milfont Consulting inicia o ano patrocinando o primeiro evento do ano da comunidade Javascript, o Beagajs. Aquecimento para o BrazilJS e estímulo para que as demais recém criadas comunidades nacionais de JS se movimentem e façam o mesmo. Abaixo eu reproduzo email enviado pela organização para divulgação do evento: Belo Horizonte, no dia 21 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:left;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
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                        <script type="text/javascript" src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js"></script></div></div><p>Milfont Consulting inicia o ano patrocinando o primeiro evento do ano da comunidade Javascript, o <a title="BeagaJS" href="http://bhjs.com.br/">Beagajs</a>. Aquecimento para o <a href="http://braziljs.com.br">BrazilJS</a> e estímulo para que as <a href="https://www.facebook.com/groups/esdevs/">demais</a> <a href="http://www.facebook.com/groups/sampajs/">recém</a> <a href="http://www.facebook.com/groups/rsjsmail/">criadas</a> <a href="http://www.riojs.org/">comunidades</a> <a href="http://www.facebook.com/groups/pernambucojs/">nacionais</a> <a href="http://groups.google.com/group/cearajs?pli=1">de JS</a> se movimentem e façam o mesmo.</p>
<p><a href="http://bhjs.com.br/"><img class="alignnone" src="http://bhjs.com.br/images/logo.png" alt="" width="245" height="50" /></a></p>
<p>Abaixo eu reproduzo email enviado pela organização para divulgação do evento:</p>
<blockquote><p>Belo Horizonte, no dia 21 de janeiro, será palco do maior evento para profissionais da área de Tecnologia da Informação do estado, o <strong>BeagaJS 2012</strong>. No evento, os profissionais terão a oportunidade de interagir e trocar experiências com grandes nomes do mercado e discutir temas atuais sobre JavaScript. Além, é claro, da possibilidade de conhecer vários outros profissionais e empresários da área.</p>
<p>Focado na linguagem JavaScript, o BeagaJS 2012, traz temas atuais sobre o assunto na voz de grandes nomes do mercado como <strong>Éder (EIA Tecnologia e Informação), Suissa (GoNow), Zeno (Globo), Iraê (Yahoo), Christiano (Milfont Consulting), Herbert (Onyxs), Marcos Souza (Globo) e Davidson Fellipe (Globo).</strong></p>
<p>Entre os assuntos que serão abordados temos:  Ext JS4,  JS Storage, explorando as APIs JavaScript do HTML5,  automatizando testes de Javascript no front-end, combinando OO e Funcional numa abordagem prática, comparativo entre frameworks MVC/MVVM em JavaScript,  indo além com JQuery criando plugins e melhorando a performance de JQuery Apps.</p>
<p>O JavaScript tem ganhado diversos adeptos principalmente devido a mudança de paradigma nos plug-ins e também pela possibilidade de ser utilizado no client-server ou até mesmo no server-site. Além disso, oferece diversas facilidades para seus usuários, como orientação a objetos baseados em protótipos, tipagem fraca, clousures dentre outros recursos.</p>
<p>Os profissionais que quiserem participar do evento podem fazer a inscrição pelo site <a href="http://www.eia.com.br/news/link.php?M=115613&amp;N=46&amp;L=430&amp;F=H" target="_blank">www.bhjs.com.br</a>. O valor é de R$ 35,00 até o dia 16/01 e de R$45,00 após esta data.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>O BeagaJS 2012 acontece no dia 21 de janeiro das 8h às 18h na Av. Alfredo Camaratti, 121, UNOPAR – Belo Horizonte/MG. Inscrições e informações acesse <a href="http://www.eia.com.br/news/link.php?M=115613&amp;N=46&amp;L=430&amp;F=H" target="_blank">www.bhjs.com.br</a></p></blockquote>
<p>Voltei, nos vemos lá em BH. <img src='http://www.milfont.org/tech/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>A revolução não será televisionada</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2012/01/02/a-revolucao-nao-sera-televisionada/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 00:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[crowds]]></category>

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		<description><![CDATA[Ela será twittada e com Curtir no Facebook. A unidade federativa do Ceará está em estado de emergência decretado pelo seu governador , não pelas chuvas ou acidentes naturais como é comum no nosso país, mas por instabilidade devido uma greve geral da polícia (amanhã a polícia civil adere). Nesse exato momento, 21:00h do dia 2 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:left;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
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                        <script type="text/javascript" src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js"></script></div></div><p>Ela será twittada e com Curtir no Facebook.</p>
<p>A unidade federativa do Ceará está em <a title="estado de emergência" href="http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=332621&amp;modulo=966">estado de emergência</a> decretado pelo seu governador , não pelas chuvas ou acidentes naturais como é comum no nosso país, mas por instabilidade devido uma greve geral da polícia (amanhã a polícia civil adere).</p>
<p>Nesse exato momento, 21:00h do dia 2 de janeiro do ano da graça de Nosso Senhor de 2012, nos principais portais jornalísticos da mídia tradicional nacional você não vê um pio sequer.</p>
<p><a href="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.02.14.png"><img class="size-medium wp-image-1528 alignnone" title="g1" src="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.02.14-300x218.png" alt="" width="300" height="218" /></a><a href="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.03.05.png"><img class="size-medium wp-image-1529 alignnone" title="r7" src="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.03.05-300x211.png" alt="" width="300" height="211" /></a> <a href="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.11.36.png"><img class="size-medium wp-image-1532 alignnone" title="uol" src="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.11.36-300x203.png" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
<p>Em nenhum desses portais você consegue encontrar notícias sobre a calamidade que a cidade de Fortaleza passa nesse momento. A globo especificamente tem a melhor cobertura dos portais nacionais, desde que voce entre na <a href="http://g1.globo.com/ceara/">página do estado</a>. Se voce não tiver curiosidade de saber o que se passa na aldeia de cá, dificilmente saberá o que está ocorrendo.</p>
<p>Os dois principais portais &#8211; dos únicos jornais lidos pela população &#8211; mantiveram durante todo o dia a completa apatia na cobertura do que está ocorrendo, somente agora a noite as notícias começaram a chegar, depois de tentarem minimizar o que se discutia no Twitter, algumas autoridades chegaram até a dizer que era mentira e <a href="https://twitter.com/#!/lucioalc/status/153947480684376065">alarmismo</a>.</p>
<p><a href="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.15.35.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-1534" title="diario" src="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.15.35-300x229.png" alt="" width="300" height="229" /></a><a href="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.15.52.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-1535" title="opovo" src="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.15.52-300x222.png" alt="" width="300" height="222" /></a></p>
<p>OPOVO foi quem deu o maior destaque do que estava acontecendo, durante boa parte do dia o Diário sequer chegou a mencionar os <a href="http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=332704&amp;modulo=967">arrastões</a> e <a href="http://www.opovo.com.br/app/fortaleza/2012/01/02/noticiafortaleza,2367083/tres-arrastoes-sao-relatados-em-fortaleza-na-tarde-desta-segunda-feira.shtml">assaltos</a> que aconteceram.</p>
<p>A população (o verdadeiro O Povo) denunciou durante todo o dia via <a href="https://twitter.com/#!/search/cearasempm">Twitter</a> <a href="https://twitter.com/#!/search?q=%23GrevePM">em</a> <a href="https://twitter.com/#!/search?q=%23Arrastão2012">diversas hashtags</a> e <a href="https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=305993496106250&amp;id=100000868054723">Facebook</a>.</p>
<p><a href="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.24.58.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-1538" title="tw2" src="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.24.58-235x300.png" alt="" width="235" height="300" /></a><a href="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.23.52.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-1537" title="tw1" src="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.23.52-223x300.png" alt="" width="223" height="300" /></a></p>
<p>O exército está nas ruas, estado de calamidade e nenhuma nota no Jornal Nacional, da Record e da Verdes Mares (retransmissor da Globo aqui) &#8211; só para citar os que assisti. E pensar que não sentimos a real dimensão do que ocorreu no mundo árabe, mas temos uma certeza:</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Revolution_Will_Not_Be_Televised_(can%C3%A7%C3%A3o)">A Revolução não será televisionada</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conferências em 2011, comunidade cearense sempre presente</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2011/11/30/conferencias-em-2011-comunidade-cearense-sempre-presente/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 09:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[braziljs]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[agilebrazil]]></category>
		<category><![CDATA[qconsp]]></category>
		<category><![CDATA[qconsp2011]]></category>

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		<description><![CDATA[[update] Eu não falo do Maré de Agilidade nesse post porque terá um exclusivo sobre esse movimento  [/update] Esse ano de 2011 foi particularmente inédito para o Ceará em relação a conferências sobre desenvolvimento de software. AgileBrazil e BrazilJS demonstraram ao país e, porque não, ao mundo inteiro o nível de desenvolvimento do nosso estado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:left;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
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<p>Esse ano de 2011 foi particularmente inédito para o Ceará em relação a conferências sobre desenvolvimento de software. <a href="http://www.agilebrazil.com/2011/pt/index.php">AgileBrazil</a> e <a href="http://braziljs.com.br/#!/home">BrazilJS</a> demonstraram ao país e, porque não, ao mundo inteiro o nível de desenvolvimento do nosso estado em detrimento a fama de região subdesenvolvida que o NE do Brazil sempre passou.</p>
<p><a href="http://farm4.staticflickr.com/3631/5729885618_040b6498cc.jpg"><img class="alignnone" title="BrazilJS" src="http://farm4.staticflickr.com/3631/5729885618_040b6498cc.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>O BrazilJS foi o primeiro em maio, desbravamos sem apoio governamental e descrédito da grande maioria das empresas que entramos em contato, talvez por isso nossos patrocinadores mereçam um destaque especial pela visão que tiveram. Ninguém apostava no BrazilJS, até nós mesmos tínhamos receio do tamanho que seria quando iniciamos a organização.</p>
<p>Nossa surpresa foi maravilhosa com a recepção dos devs brasileiros, lotamos a faculdade FA7 em Fortaleza com mais de 550 inscrições [capacidade máxima do local], tivemos gente do país inteiro e nos tornamos a maior conferência &#8211; em número de attendees &#8211; sobre JS no mundo. Esse evento foi feito na garra e no peito, em 2012 nós teremos muito, mas muito mais moral para organizar com mais profissionalismo e apoio.</p>
<p>Esse evento foi feito exclusivamente pela comunidade JS nacional, o Crowdsourcing foi o verdadeiro responsável pela organização. Todo o evento foi organizado e realizados em apenas 3 meses e nosso canal principal foi o Twitter. Foi incrível como tudo fluiu.</p>
<p><a href="http://farm4.staticflickr.com/3045/5867992352_887b95a6ee.jpg"><img class="alignnone" title="BraziljS - Album do Daniel Passos" src="http://farm4.staticflickr.com/3045/5867992352_887b95a6ee.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No final de Junho e início de Julho foi a vez do AgileBrazil, evento já tradicional, com um histórico nacional. Esse nós tivemos apoio governamental &#8211; apesar de tímido &#8211; e um profissionalismo maior. O evento superou todas as expectativas, reuniu os maiores expoentes sobre agilidade do Brazil e confirmou que o CE tem capacidade de organizar grandes eventos.</p>
<p><a href="http://farm8.staticflickr.com/7148/6429893145_28e568f25e.jpg"><img class="alignnone" title="AgileBrazil2011" src="http://farm8.staticflickr.com/7148/6429893145_28e568f25e.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Em setembro nós levamos cerca de 40 pessoas por meio da <a href="http://www.javace.org/caravanas-javace/caravana-javace-qcon-2011-so-paulo/">#caravanajavace</a> para a maior conferência brasileira para desenvolvedores, a <a href="http://www.milfont.org/tech/2011/09/16/qcon-sao-paulo-2011/">QCONSP</a>.</p>
<p><a title="Untitled by Maurício Linhares, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/mauriciolinhares/6145674412/"><img src="http://farm7.static.flickr.com/6089/6145674412_d8bd5bc29b.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Ainda tivemos muitos cearenses nas demais conferências como <a href="http://nosqlbr.com/">NoSqlbr</a>, <a href="http://www.rubyconf.com.br/br/index.html">Rubyconf</a>, <a href="http://softwarelivre.org/profile/fisl11/tags/fisl">FISL</a> e <a href="http://www.agendatech.com.br/">tantas outras</a>.</p>
<p>Temos um mercado sólido com muitos bons profissionais e <a href="https://docs.google.com/spreadsheet/ccc?key=0Ao2KbFp3k9MBdHNZS21pYS1udV9NQnYzWFZpVFhBdXc&amp;hl=pt_BR#gid=0">quase 50 cursos</a> entre graduação e tecnólogo espalhado pelo estado, apesar da presença maciça na capital.</p>
<p>Ainda tivemos encontros de <a href="http://www.milfont.org/tech/comunidades/">diversas comunidades locais</a> durante o ano inteiro que fortaleceram nossa busca por transformar a região em uma área valorizada e com isso nos valorizar também.</p>
<p><a href="http://farm6.staticflickr.com/5272/5827072734_b6c5297665.jpg"><img class="alignnone" title="CearaJS" src="http://farm6.staticflickr.com/5272/5827072734_b6c5297665.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Esse ano foi atípico, mas provocou um bom problema, agora temos a responsabilidade de fazer 2012 maior do que 2011. Vai ser difícil e não vejo a hora de começar.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nodejs vs Rails, ou a ironia de quando apertam no meu calo.</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2011/11/27/nodejs-vs-rails-ou-a-ironia-de-quando-apertam-no-meu-calo/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 21:52:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Java]]></category>
		<category><![CDATA[Rails]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby]]></category>
		<category><![CDATA[nodejs]]></category>

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		<description><![CDATA[Por volta de 2007/2008 quando o Rails se popularizou no mundo inteiro, um tema comum em todas as listas de discussões era como o Rails ia matar o Java. Ficavam furiosos os mais exaltados, porém míopes, javeiros. Claro que era uma brincadeira com um fundo de verdade, um alerta para sermos poliglotas e usarmos o melhor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:left;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
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<p>Claro que era uma brincadeira com um fundo de verdade, um alerta para sermos <a href="http://www.programadorpoliglota.com.br/">poliglotas</a> e usarmos o melhor ambiente/plataforma/ferramenta/etc para resoluções de problemas.</p>
<p>Claro que a comparação era esdrúxula porque comparavam um Framework com uma linguagem, aliás, não só linguagem, mas uma plataforma. Não importa se o Rails poderia ser executado na plataforma Java, a mensagem era o alerta de que não adianta fazer tudo com apenas uma ferramenta. Naquele momento se voce era programador DotNet, voce tentaria fazer tudo com DotNet, se voce fosse programador Java, o mesmo com sua linguagem/plataforma.</p>
<p>Na época Java era Mainstream, Rails um Framework que trazia consigo uma linguagem &#8220;Underground&#8221; com uma comunidade ainda muito pequena, porém vibrante.</p>
<h2>A História se repete</h2>
<p>Hoje em dia <a href="http://rubyonrails.org/">Rails</a> é um Framework muito popular que criou um ecossistema em sua volta, graças a ele que a linguagem Ruby tem uma certa penetração até em <a href="http://www.grupofortes.com.br/">grandes</a> corporações. Ouso dizer que Rails é uma &#8220;plataforma&#8221; e que tudo gira em torno dele, retire esse Framework e a linguagem Ruby dificilmente se mantém no Mainstream.</p>
<p>Em 2009 surgiu uma ferramenta chamada <a href="http://nodejs.org/">Nodejs</a>. Um &#8220;Evented I/O for <a href="http://code.google.com/p/v8/">V8 JavaScript</a>&#8220;, ou seja, uma ferramenta para fazer <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Asynchronous_I/O">IO não-bloqueante</a> usando a VM do Chrome. Em pouco tempo a comunidade em volta do Nodejs repetiu o mesmo processo que o Rails levou de 2004 a 2010 só que em menos tempo. Esse ano (2011), as duas comunidades chamam a mesma atenção do mercado, principalmente as Startups do Vale do Silício.</p>
<p>Nodejs criou uma comunidade em sua volta, apesar de ter um propósito bem definido. Não existe um Framework no ecossistema Nodejs que sequer chegue aos pés do Rails, o máximo é algo similar o <a href="http://www.sinatrarb.com/">Sinatra</a> chamado de <a href="http://expressjs.com/">Express</a>. Mas somente a possibilidade de uma comunidade/ecossistema desviar a atenção e rivalizar no efeito &#8220;Sou foda, estou na crista da onda&#8221; já deixa incomodado muitos Railers.</p>
<p>Pois bem, eu dizia há alguns dias para amigos e clientes que a comunidade Rails iria subir nas tamancas quando o Nodejs crescesse mais do que já cresceu. O motivo que alerto é que a comunidade se tornou tão pedante quão a comunidade Java de 2007/2008. Hoje em dia temos &#8220;Railstards&#8221; que pregam o desenvolvimento somente com Ruby ao ponto de <a href="http://www.milfont.org/tech/2011/07/25/coffeescript/">escreverem Javascript em Ruby</a> por conveniência de não sair da sua zona de conforto.</p>
<p>Há alguns dias a <a href="http://www.nodejitsu.com/">Nodejitsu</a> publicou <a href="http://nodejs-vs-ror.nodejitsu.com/">uma página</a> para acompanhar o momento onde o número de Watchers (observadores) do projeto nodejs no github ultrapassou o mesmo número no projeto Rails.</p>
<p><a href="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2011/11/Captura-de-tela-2011-11-27-às-18.36.50.png"><img class="size-medium wp-image-1499 alignnone" title="Nodejs Vs Rails" src="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2011/11/Captura-de-tela-2011-11-27-às-18.36.50-300x115.png" alt="" width="300" height="115" /></a></p>
<p>A Notícia por si só não deveria ter nenhum significado. Comparar um Framework popular com uma Ferramenta de Evented IO?</p>
<p>Ops, há alguns anos comparamos uma linguagem/plataforma com um Framework, ninguém disse na época que era descabido a comparação, porque seria hoje comparar Nodejs vs Rails?</p>
<p>Não rir dessa piada irônica só demonstra que você deveria subir um alerta, a grande maioria dos Javeiros já calçou a sandália da humildade, acho que ta na hora de nós Railers também <img src='http://www.milfont.org/tech/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Como disse o <a href="https://twitter.com/#!/leonardoeloy">@leonardoeloy</a>: Se Java é o novo Cobol, Rails o novo Java, Nodejs o novo Rails, quem é o novo Nodejs?</p>
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		<title>Palestra na Faculdade FATENE</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2011/11/20/palestra-na-faculdade-fatene/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 20:46:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Métodos Ágeis]]></category>
		<category><![CDATA[palestras]]></category>
		<category><![CDATA[agilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Agilismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Na próxima terça (22/11/2011) palestrarei na III Semana de Tecnologia da Fatene sobre agilidade, farei um apanhado sobre tudo que passei, refleti, vi e ouvi em 2011, tanto sobre o trabalho quanto sobre os eventos que participei.]]></description>
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		<title>Voce quer ser empreendedor?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 11:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje em dia a grande moda é ser Co-Founder ou outro nome bonito da onda que gira em torno de Startups. Não tenho nada contra o modelo, pelo contrário, sou suspeito para falar porque já tentei manter e já trabalhei para Startups. O problema é justamente que ninguém fala dos problemas. Estão vendendo um sonho [...]]]></description>
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<p>Estão vendendo um sonho de que se voce é um desenvolvedor, largue seu emprego e monte uma startup, ou ainda, dedique parte do seu tempo para a criação de uma. Isso é bacana e as <a href="http://theleanstartup.com/">idéias e modelos</a> nascidos nessa linha são realmente fantásticas. Acho até melhor do que a onda de até um tempo atrás, aquela que dizia para você parar tudo e estudar para concursos numa espécie de lotaria factível.</p>
<h2>Empreendedorismo</h2>
<p>O que vejo errado são os <a href="http://www.intermittentintelligence.com/youre-a-developer-so-why-do-you-work-for-some">motivos</a> para se empreender. Como se trabalhar para alguém fosse algo nefasto ou que você é explorado por capitalistas porcos e o lucro fica com seu patrão, numa espécie de revisão marxista da errada mais-valia.</p>
<p>Empreendedorismo não se aprende na escola, desculpe se te fizeram acreditar nisso. A escola pode te lapidar, mas empreender é um dom como jogar futebol, ter lógica de programação, saber desenhar ou quaisquer outras aptidões que não conseguimos ensinar, está dentro de você. Existem motivos errados para empreender, como: Por amar um produto você deseja <a href="http://blog.thestartuptoolkit.com/2011/10/the_coffeeshop_fallacy/">possuir a fabricação dele</a>, se sentir menosprezado ou explorado pelo seu atual empregador, querer ficar rico, querer glamour de um <a href="http://www.facebook.com/zuck">Zuckerberg</a>, ir na onda de que isso é a evolução natural de um bom desenvolvedor, etc.</p>
<p>Mas tenho que te alertar, empreender é um outro campo totalmente distinto e com sua particularidades, nem melhor e nem pior do que sua profissão, só diferente. Empreender nem sempre vai te fazer ter um patrimônio maior ou ganhar mais grana. Existem milhares de executivos e profissionais liberais com mais grana e patrimônio do que eu ou milhares de empreendedores.</p>
<p>Alguém deixar seu trabalho para fundar uma Startup por algum desses motivos que levantei soa para mim da mesma forma que alguém deixou de programar e foi fazer advocacia porque dava mais grana ou qualquer outro motivo que não a aptidão.</p>
<p>Empreender é outra &#8220;profissão&#8221; e exige conhecimentos que voce provavelmente não gostará de adquirir. Contabilidade e administração pode ser muito chato e entediante, mas necessário para um empreendedor. Sabe vender? Ou acha que vai ficar só retwittando seus produtos e esperando os compradores aparecerem como mágica?</p>
<p>Deixa eu te contar outra coisa que voce não lerá nos contos sobre Startups, aquela história de que &#8220;Construa que eles virão&#8221; é falácia. Construa, anuncie, divulgue, trabalhe, faço-os conhecerem, faça-os experimentarem, caia, levante.</p>
<p>O tiro de misericórdia, Startups não são o fim de um negócio, só o início, Startup quer dizer: &#8220;Projeto de empresa sem grana, fudido, com o sonho de um dia dar grana de verdade&#8221;. Voce acha que existem dois Twitters?</p>
<p>Acreditar em um modelo de sucesso e não perceber que ele é exceção é como achar que todo jogador de futebol ganha bem e é bem sucedido.</p>
<p>Não estou desencorajando ninguém a empreender, pelo contrário, estou alertando sobre os perigos de se iludir e não ter ninguém para te balançar. Se quiser empreender, empreenda, mas se voce tiver aptidão.</p>
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