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	<title>Blog de desenvolvimento da Milfont Consulting, Client e Server-side &#187; Cloud Computing</title>
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	<description>Blog da Comunidade Milfont Consulting, uma empresa especializada em desenvolvimento Web, principalmente Javascript, node.js e muito Javascript.</description>
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		<title>Richard Stallman, o coerente!</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 11:23:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[JavaScript]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[opensource]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Stallman]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora que o Java é totalmente livre [antes era apenas open source] o &#8220;judeu&#8221; da vez é o javascript. O texto do Stallman parece ter sido escrito por alguém que não entende nada de serviços, nuvem e principalmente javascript. O que me deixa intrigado é a referência ao John Resig [criador do Jquery] Os novos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que o <a href="http://www.gnu.org/philosophy/java-trap.html">Java é totalmente livre</a> [antes era apenas open source] o &#8220;judeu&#8221; da vez é o <a href="http://br-linux.org/2009/richard-stallman-anuncia-novo-alvo-a-armadilha-javascript/">javascript</a>.</p>
<p>O texto do Stallman parece ter sido escrito por alguém que não entende nada de serviços, nuvem e principalmente javascript. O que me deixa intrigado é a referência ao <a href="http://ejohn.org/">John Resig</a> [criador do <a href="http://jquery.com/">Jquery]</a></p>
<p>Os novos modelos tem problemas?</p>
<p>O problema é que os problemas reais não foram abordados e o texto não passa de um grande FUD com sugestões tão imbecis quanto impraticáveis. Javascript [no que se refere a Browser] é a tecnologia mais dificil de fechar e o código transportado são informações [no caso de JSON] e não software em si.</p>
<p>Hoje temos problemas sérios na questão de processamento e carregamento que precisam serem resolvidos, além de depreciação de navegadores antigos que ainda teimam em sobreviver.</p>
<p>Mas não vou perder tempo de responder ao lunático, prefiro atacar nos mesmos moldes, sobre sua coerência. Engraçado, RMS quer que derivem meus softwares, mas o <a href="http://www.gnu.org/philosophy/javascript-trap.html">texto dele não pode</a>:</p>
<blockquote><p>Copyright © 2009 Richard Stallman</p>
<p>This work is licensed under the Creative Commons Attribution-No Derivative Works 3.0 United States License.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Material IV Natal Java Day &#8211; 2008</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 13:02:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[cejug]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
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		<category><![CDATA[OpenSocial]]></category>
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		<description><![CDATA[Retornamos da viagem ao fantástico evento IV Natal Java Day, acompanhem o que rolou na cobertura que o Handerson Frota fez. Todas as palestras estavam em alto nível, mas o destaque desse evento na minha opinião foi a palestra do Rodrigo Rebouças, &#8220;Timing&#8221; perfeito e apresentação impecável. Vivemos em uma era muito fantástica na história [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Retornamos da viagem ao fantástico evento <a href="http://www.milfont.org/tech/2008/11/19/iv-natal-java-day-2008/">IV Natal Java Day</a>, acompanhem o que rolou na cobertura que o <a href="http://www.handersonfrota.com.br/">Handerson Frota fez</a>.</p>
<p>Todas as palestras estavam em alto nível, mas o destaque desse evento na minha opinião foi a palestra do <a href="http://rodrigor.com/">Rodrigo Rebouças</a>, &#8220;<em>Timing</em>&#8221; perfeito e apresentação impecável.</p>
<p>Vivemos em uma era muito fantástica na história da humanidade, conheci o <a href="http://twitter.com/karlisson">@Karlisson</a> [autor das tirinhas mais bacanas do Brasil no "<a href="http://nerdson.com/blog/">Nerdson não vai à escola</a>" ] porque estávamos &#8220;<em>twitando</em>&#8221; na mesma sala lá no evento. Ele <a href="http://twitter.com/karlisson/status/1018119406">postou</a> e eu o <a href="http://twitter.com/cmilfont/status/1018175942">encontrei</a>.</p>
<p>Por coincidência, no final da minha palestra eu fiz um sorteio de uma camisa e foi o Karlisson quem acertou a resposta, para os <a href="http://twitter.com/elomar/status/1018527014">protestos</a> da <a href="http://twitter.com/karlisson/status/1018550271">Twittosfera</a> que <a href="http://twitter.com/marcosbarbosa/status/1018556454">afirmou</a> que o <a href="http://twitter.com/elomar">@Elomar</a> respondeu primeiro. Desculpem caras, realmente não ouvi <img src='http://www.milfont.org/tech/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Material da minha palestra.</p>
<div id="__ss_778657" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Opensocial" href="http://www.slideshare.net/cmilfont/opensocial-presentation-778657?type=powerpoint">Opensocial</a><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=opensocialtemplateivia-1227387039375385-9&amp;stripped_title=opensocial-presentation-778657" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=opensocialtemplateivia-1227387039375385-9&amp;stripped_title=opensocial-presentation-778657" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View SlideShare <a style="text-decoration:underline;" title="View Opensocial on SlideShare" href="http://www.slideshare.net/cmilfont/opensocial-presentation-778657?type=powerpoint">presentation</a> or <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/upload?type=powerpoint">Upload</a> your own. (tags: <a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/opensocial">opensocial</a>)</div>
</div>
<p>Links importantes:</p>
<p><a href="http://code.google.com/apis/opensocial/">API da especificação Opensocial.</a></p>
<p><a href="http://incubator.apache.org/shindig/">Shindig</a>, projeto opensource e implementação de referência da API.</p>
<p><a href="https://socialsite.dev.java.net/">SocialSite</a>, um container OpenSocial em Java com implementação funcional total, inclusive de banco de dados.</p>
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		<title>Cloud Computing: Não compre gato por lebre</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2008/09/14/cloud-computing-nao-compre-gato-por-lebre/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 15:03:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é Cloud Computing Cloud Computing é um conceito que representa uma infraestrutura computacional baseada em rede (&#8220;nuvem&#8221;) descentralizada (notadamente na internet mas sem se limitar a isso) onde a principal característica é a elasticidades da disponibilização dos recursos computacionais, como memória e processamento, sob demanda de acordo com a utilização. Essa é uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>O que é Cloud Computing</h2>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cloud_computing">Cloud Computing</a> é um conceito que representa uma infraestrutura computacional baseada em rede (&#8220;nuvem&#8221;) descentralizada (notadamente na internet mas sem se limitar a isso) onde a principal característica é a elasticidades da disponibilização dos recursos computacionais, como memória e processamento, sob demanda de acordo com a utilização. Essa é uma definição curta e imprecisa, enquanto se discute a definição correta do termo a <a href="http://gevaperry.typepad.com/main/2008/08/new-cloud-compu.html">terminologia</a> vai crescendo.</p>
<p>Os <a href="http://cloudfeed.net/2008/09/04/the-rise-of-cloud-privatization/">atributos</a> que permitem a CC são muitos mas considero a elasticidade e disponibilidade recursos as peças chaves do quebra-cabeça.</p>
<h2>Entendendo</h2>
<p>Quando precisamos aumentar os recursos computacionais por causa do aumento de demanda (mais usuários ou mais funcionalidades), a abordagem tradicional é aumentar o poder de processamento da arquitetura interna da organização aumentando o número de máquinas e centralizando o controle dessa utilização.</p>
<p>Um sonho dos Players sempre foi aproveitar a capacidade ociosa dos recursos computacionais, principalmente de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Supercomputer">grandes computadores</a>, cobrando pelo uso sob demanda. Conceitos como &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sun_microsystems">The Network is the Compute</a>&#8221; ou &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Grid_computing">Grid Computing</a>&#8221; são tentativas disso e podem ser considerados ancestrais da Cloud, mas faltavam algumas características chaves para decolarem trazidos pela <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web2">Web 2.0</a>.</p>
<p>Hoje essa infraestrutura é disponível com serviços como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Google_App_Engine">Google Apps</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Amazon_Elastic_Compute_Cloud">Amazon EC2</a> ou <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Salesforce">Salesforce</a>.</p>
<h2>Não compre gato por lebre</h2>
<p>Alguns Vendors estão ofertando um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Virtual_private_server">Virtual Private Server</a>, que existe há muito tempo, como uma <a href="http://elasticvapor.com/2008/05/virtual-private-cloud-vpc.html">Virtual Private Cloud</a>, mas não se enganem!</p>
<p>Não há nada de Cloud nesses planos, a diferença é substancial. Quando um Google fornece uma infraestrutura, ele não especifica como você aumentará seus recursos, isso é transparente. Olhando o esqueleto da infraestrutura do Google, você não tem contato com <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/BigTable">BigTable</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/MapReduce">MapReduce</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sawzall_(programming_language)">Sawzall</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Google_File_System">GFS</a> e  <a href="http://www.techpresentations.com/category/distributed-systems/google_workqueue/">WorkQueue</a>. O <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cloud_storage#Storage">armazenamento</a> na nuvem é transparente, há camadas entre a aplicação que provê a funcionalidade adequada e as suas aplicações.</p>
<p>Se seu &#8220;provedor&#8221; quiser vender para você uma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Virtual_private_network">VPN</a> dizendo que isso é uma Cloud, desconfie. Infelizmente sempre tem um esperto atrás de um otário, desconfie dessas picaretagens que se aproveitam de um Hype.</p>
<p>Nosa obrigação moral é denunciar esses <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Charlatan">charlatões</a>.</p>
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		<title>Aptana Cloud</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2008/09/14/aptana-cloud/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 13:03:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Aptana]]></category>

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		<description><![CDATA[Aptana anunciou sua plataforma &#8220;Cloud&#8221;, o &#8220;Aptana Cloud&#8220;. Segundo eles: &#8220;Aptana Cloud is a scalable Elastic Application Cloud™ featuring fully stacked and integrated PHP app engines, Ajax/Jaxer app engines, and soon Ruby on Rails app engines &#8212; ready to use and ready to scale as you need it. Aptana Cloud also plugs right into Aptana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Aptana Cloud" src="http://www.aptana.com/system/files/images/cloud_logo_large_0.png" alt="Aptana Cloud" width="424" height="143" /></p>
<p>Aptana anunciou sua plataforma &#8220;Cloud&#8221;, o &#8220;<a href="http://www.aptana.com/cloud">Aptana Cloud</a>&#8220;. Segundo eles:</p>
<blockquote><p>&#8220;Aptana Cloud is a scalable Elastic Application Cloud™ featuring fully stacked and integrated PHP app engines, Ajax/Jaxer app engines, and soon Ruby on Rails app engines &#8212; ready to use and ready to scale as you need it. Aptana Cloud also plugs right into Aptana Studio (and thus Eclipse too) to provide instant deployment, smart synchronization, and seamless migration as you scale with those same app engines running locally on your desktop for development and testing before you deploy. Aptana Cloud is ideal for developers who use scripting languages to create Ajax, Facebook, mySpace and all other sorts of Web applications.&#8221;</p></blockquote>
<p>Eles &#8220;prometem&#8221; a implantação de várias &#8220;Nuvens&#8221; de forma produtiva com essa plataforma sofisticada de de desenvolvimento, deploy e disponibilização. Mais um produto Cloud, vou testar nesses próximos dias.</p>
<p>Sim, eu sei que a notícia é velha, mas vale a pena testar para quem ainda não fez, assim como eu.</p>
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		<title>O valor real das redes sociais</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2008/08/14/o-valor-real-das-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 20:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tuangr]]></category>
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		<category><![CDATA[Monetização]]></category>
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		<category><![CDATA[orkut]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos grandes dilemas dos novos negócios de Startups do nicho &#8220;WEB2.0&#8243; é como lucrar com as redes sociais. Sugestões vão desde anúncios publicitários diretos ou com ferramentas de advertisement [como Google AdSense] à venda de serviços e produtos por intermédio das redes. A dificuldade de mensurar os ganhos com esse tipo de nicho se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos grandes dilemas dos novos negócios de Startups do nicho &#8220;WEB2.0&#8243; é como lucrar com as redes sociais. Sugestões vão desde anúncios publicitários diretos ou com ferramentas de advertisement [como Google AdSense] à venda de serviços e produtos por intermédio das redes.</p>
<p>A dificuldade de mensurar os ganhos com esse tipo de nicho se origina pelo próprio mal entendimento das redes sociais. Entendimento por exemplo do porquê o Google Orkut faz tanto sucesso no Brasil, Irã e <a href="http://www.milfont.org/tech/2008/07/21/programadores-indianos-preferem-o-orkut/">Índia</a> sendo que esses países pouco tem em comum senão por serem emergentes economicamente.</p>
<p>O que provocou o MySpace ser tão querido nos &#8220;US and A&#8221; e Facebook ter conquistado a Europa faz os especialistas se confundirem e darem prognósticos mais ligados a futurologia de uma cartomante do que a um palpite certeiro de um corretor experiente da bolsa de valores.</p>
<p>Agora que as redes sociais parecem ter entrado em estabilidade no <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Technology_Adoption_LifeCycle">ciclo de vida de adoção tecnológica</a> como indicado no gráfico de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Everett_Rogers">Everett Rogers</a>, temos algumas certezas em relação ao comportamento dos usuários. Uma dessas certezas é que poucas pessoas entram em mais de uma rede social e se tornam fiel na primeira rede. No Brasil apenas &#8220;Geeks&#8221; tem perfis em várias redes sociais distintas e mesmo assim tendem a não atualizar todas com as mesmas informações das preferenciais. Há a possibilidade de sincronizar seus perfis com serviços como o <a href="http://www.atomkeep.com/">Atomkeep</a>, mas apenas geeks tem acesso [procura?] ou se interessa por utilizar.</p>
<p><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/4/45/DiffusionOfInnovation.png" alt="Curve Bell" width="500" /></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Technology_Adoption_LifeCycle">ciclo de vida de adoção tecnológica</a> de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Everett_Rogers">Everett Rogers</a></p>
<p>Uma das saídas para novas redes sociais é focar em determinado assunto. Redes de propósito geral que imitam Orkut, MySpace e Facebook dificilmente tem mercado no Brasil. Redes novas que foquem em um determinado ponto como viagens, dieta, música e assuntos em alta na sociedade podem ter algum êxito, mas é improvável que obtenham uma parcela significativa dos usuários do Orkut.</p>
<h2>Monetizando as Redes Sociais</h2>
<p>Segundo o especialista <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Don_Tapscott">Don Tapscott</a> [co-autor do livro <a href="http://www.wikinomics.com/">Wikinomics</a>] da <a href="http://www.newparadigm.com/">New Paradigm</a>: <cite> &#8220;A idéia de que as redes sociais online irão gerar lucros vendendo anúncions ou produtos é destituída da completa proposição de valor de uma rede social&#8221; </cite> (sic). <strong>fonte:</strong> <em><a href="http://www.informationweek.com.br/arquivos/InformationWeek%20Brasil%20IT%20Midia%20ed.202.pdf">InformationWeek Brasil</a>, 30 de maio de 2008, ano 10, nº202, pág 58</em>.</p>
<p>Don Tapscott fala em dois exemplos de redes sociais  no setor de assistência médica, a <a href="http://www.sermo.com/">Sermo</a> e a <a href="http://www.patientslikeme.com/">PatientsLikeMe</a>, que não tem um volume de tráfego considerável mas estão criando valor a partir das conversas e interações de seus usuários diferenciando do modelo de propaganda tradicional.<br />
<img src="http://www.patientslikeme.com/images/scrn_sharefindlearn.png" alt="PatientsLikeMe" /></p>
<p>Sobre essas duas redes sociais, Don Tapscott escreveu:</p>
<p><cite>&#8220;O modelo em si não é complexo; ambas as comunidades comercializam seu valor referente aos dados sobre relacionamentos agregando-os e tornando-os anônimos e, então, descobrindo terceiros que se beneficiam dessa iniciativa e que querem pagar pelos valiosos dados criados pela comunidade. No caso dessas comunidades no setor de assistência médica, os &#8216;terceiros&#8217; são as indústrias farmacêuticas, as companhias de seguros e as empresas de serviços financeiros.&#8221;</cite></p>
<p>Ele [Don Tapscott] chama esse modelo de &#8220;economia promocional&#8221; ou &#8220;economia de influência&#8221; que tem como objetivo agregar e criar valor ao descobrir o que os usuários podem dizer a você sobre o que &#8220;é bom, mau e feio&#8221; [sic] sobre seus produtos sem um enfoque em marketing e sim nos recursos analíticos de seleção de informações anônimas do compartilhamento de histórias de vida dos usuários.</p>
<p>Esse enfoque pode ser altamente lucrativo na monetização dessa análise, além de criar oportunidades de novas ferramentas para desenvolvedores criarem <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mashup_(web_application_hybrid)">Mashups</a> que aproveitem essa consulta direta.</p>
<p>Aqui no Brasil temos um <a href="http://www.focusnetworks.com.br/Noticias.aspx?v=1&amp;nid=129">case interessante</a> nesse segmento, a <a href="http://www.focusnetworks.com.br/">Focusnetworks</a> criou um site de relacionamentos para a rede de academias <a href="http://www.ciaathletica.com.br">Companhia Athletica</a> de São Paulo, chamado de <a href="http://comunidade.ciaathletica.com.br/ciacomunidade/">GENTECIA</a>, onde as conversas são monitoradas [o usuário aceita um termo que diz estar ciente disso quando entra na rede] apesar do anonimato, já que as informações não ficam públicas a outros usuários.</p>
<p>Os benefícios diretos já começaram a aparecerem, a rede de academias ofertou aulas de esqui porque descobriu em mensagens trocadas no site que tem muitos interessados. &#8220;Espiamos o que eles dizem e usamos as informações para traçar nossos planos&#8221;, disse Marcos Risti, Diretor de Marketing da rede, em entrevista para a revista ExamePME edição 13 de junho de 2008.</p>
<p>Vamos acompanhar de perto como as grandes redes sociais se movimentarão para monetizarem seus grandes bancos de dados, a grande expectativa é o OpenSocial sair do campo do experimental. Enquanto não chega a versão 1.0 temos que amargar com as constantes mudanças na API, bugs nas implementações e indefinições do que expôr publicamente e de que features disponibilizarem.</p>
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		<title>Cloud Computing</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2008/05/28/cloud-computing/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 May 2008 12:16:45 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
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		<category><![CDATA[The Network is the Computer]]></category>

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		<description><![CDATA[No mundo da computação os conceitos nunca morrem, veem e vão de acordo com a necessidade, sempre quando o processamento é vertical, este aposenta os conceitos dedicados a processamento horizontal e vice-versa. Nunca retornam com a mesma roupagem, sempre são renovados com melhores algoritmos ou conceitos, portanto considerar &#8220;Computação nas Nuvens&#8221; como retorno do terminal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No mundo da computação os conceitos nunca morrem, veem e vão de acordo com a necessidade, sempre quando o processamento é vertical, este aposenta os conceitos dedicados a processamento horizontal e vice-versa.</p>
<p>Nunca retornam com a mesma roupagem, sempre são renovados com melhores algoritmos ou conceitos, portanto considerar &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cloud_computing">Computação nas Nuvens</a>&#8221; como <a href="http://arcanjo.hitechlive.com.br/voltaremos-a-era-dos-mainframes/">retorno do terminal burro de Mainframes</a> é totalmente errado.</p>
<p>A &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cloud_computing">Computação nas Nuvens</a>&#8221; tem suas raízes na &#8220;<a href="http://blogs.sun.com/jonathan/entry/the_network_is_the_computer">Computação na Rede</a>&#8221; idealizado pela <a href="http://www.sun.com">SUN Microsystems</a>, baseado no conceito de tornar o processamento uma commodity como é o caso da energia, a idéia da SUN era elevar o serviço de processamento a um status de serviço como a tv a cabo ou o fornecimento de gás apenas contratando um operador que vai com o cabo e pluga.</p>
<p>Claro que processamento computacional é algo bem mais complexo do que uma ligação de energia elétrica ou telefone, mas o conceito evoluiu naturalmente por meio da Internet para &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cloud_computing">Computação nas Nuvens</a>&#8221; ou &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cloud_computing">Cloud Computing</a>&#8220;.</p>
<p>A computação nas nuvens apresenta uma característica <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Peer-to-peer">Peer-to-peer</a> que não estava presente no terminal burro, o processamento não é ignorado em cada ponta, existem tecnologias de rich client além de softwares standalones para nos beneficiarmos no poder de processamento local. A grande diferença é que cada ponta representa uma parcela de processamento, seja na criação de conteúdo, administração remota ou armazenagem de dados.</p>
<p>Quando o Google ou outro grande Player fala sobre deixar seus dados nas nuvens, eles estão afirmando que você terá seus dados acessíveis a partir de qualquer terminal (como celular ou Thin Client) e poderá processá-los por meio de outras pontas na grande rede.</p>
<p>Um fator importante é que os serviços se baseam no menor processamento e menor rede, o nivelamento é por baixo, mas nada impedem das melhores máquinas usarem todo seu processamento na contribuição do processamento e isso é até estimulado. Daí a computação nas nuvens tenta solucionar o problema de alto processamento sem a infraestrutura adequada.</p>
<p>Um das febres da WEB  2.0 é o Mashup, conceito que se beneficia dessas características distribuídas. Você não precisa ter uma grande base de dados, um bom servidor de aplicações ou sequer uma hospedagem. Juntando pedaços de serviços e usando a infraestrutura dos gandes Players conseguimos criar um novo serviço totalmente distribuído.</p>
<p>Pensem na Computação nas Nuvens como compartilhamento de processamento e não centralização desse processamento. Se o Google ou outro Player tenta centralizar fornecendo uma gama enorme de serviços está mais ligado ao seu plano de negócios do que propriamente ao modelamento do conceito distribuído.</p>
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