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	<title>Blog de desenvolvimento da comunidade comercial Milfont Consulting &#187; crowds</title>
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	<description>Blog da Comunidade Milfont Consulting, uma empresa especializada em desenvolvimento Web, principalmente Javascript, node.js e muito Javascript.</description>
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		<title>Novo Capitalismo</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 13:53:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[crowds]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

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		<description><![CDATA[A revista The Economist trás uma reportagem sobre o novo modelo de capitalismo que &#8211; principalmente &#8211; os países em ascensão estão praticando, do qual eles chamam de novo modelo &#8220;capitalismo de estado&#8220;, desde um capitalismo de estado comunista chinês ao desavergonhado capitalismo burocrata russo, passando pelo corporativismo brasileiro. Não vou nem fazer juízo de valores sobre [...]]]></description>
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<p>A revista <a title="Revista The Economist" href="http://www.economist.com/">The Economist</a> trás uma reportagem sobre o novo modelo de capitalismo que &#8211; principalmente &#8211; os países em ascensão estão praticando, do qual eles chamam de novo modelo &#8220;<a href="http://www.economist.com/node/21543160">capitalismo de estado</a>&#8220;, desde um capitalismo de estado comunista chinês ao desavergonhado capitalismo burocrata russo, passando pelo corporativismo brasileiro.</p>
<p>Não vou nem fazer juízo de valores sobre o quão errado é esse modelo econômico que coincidentemente esses países estão desenvolvendo, uma opinião de um <a href="http://rodrigoconstantino.blogspot.com/2012/01/leviata-capitalista.html">economista especializado no assunto</a> é melhor.</p>
<p>De todos eles, o Brazil na minha opinião é o mais flexível culturalmente para entrar no seleto grupo de desenvolvidos, mas para isso não deve competir com os outros BRICs, deveríamos investir em tecnologia e criação de riquezas com base em serviços.</p>
<p>Não tem como competir com a China no setor industrial sem retirar direitos e privilégios dos trabalhadores, só para voc<em>ê</em>s verem como o discurso marxista é só da boca pra fora, em nenhuma republiqueta comunista, da Coréia do Norte a Cuba, passando pela extinta URSS, os trabalhadores conseguiram direitos como os quais gozam os trabalhadores em países capitalistas.</p>
<p>Não tem como competir com Índia no serviço de commodities e serviço de mão de obra barata, como o executado por financeiras, call center e demais que necessitam apenas de um ser humano atrás de um telefone sem grandes atributos intelectuais. Não se compete com 1 bilhão de indianos a 2 dólares a hora.</p>
<p>Temos que competir diretamente com os desenvolvidos nos serviços de alta rentabilidade como registro de patentes tecnológicas, pesquisas e inovação de produtos . Depois mandamos fabricar numa China, Taiwan ou Vietnã pelas mãozinhas de crianças escravas como faz a Apple.</p>
<p>O Chile já saiu na frente com projetos inovadores e eficazes como o <a href="http://www.startupchile.org/">Startup Chile</a>. O que nós cidadãos estamos fazendo para forçar nossos governantes a tomarem atitudes que privilegiem esse tipo de movimento?</p>
<p>Não que o brasileiro seja especial em detrimento a outros cidadãos do BRIC, mas somos o único país do ocidente. O problema é que a nossa educação como modelo de civilização é uma das mais atrasadas, não temos avançado em incentivar a população a estudar inglês [o Latim moderno], não temos cultura capitalista e muito menos democrática [ainda "bem" que nenhum dos BRIC também não tem] e além de tudo agora vamos <a href="http://revistaepoca.globo.com/Mundo/noticia/2012/01/na-disney-obama-afima-que-vai-facilitar-vistos-para-brasileiros.html">gastar todas as economias</a> nos US and A &#8211; alguém acha que o brasileiro vai viajar para aprender algo?.</p>
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		<title>A revolução não será televisionada</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 00:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[crowds]]></category>

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		<description><![CDATA[Ela será twittada e com Curtir no Facebook. A unidade federativa do Ceará está em estado de emergência decretado pelo seu governador , não pelas chuvas ou acidentes naturais como é comum no nosso país, mas por instabilidade devido uma greve geral da polícia (amanhã a polícia civil adere). Nesse exato momento, 21:00h do dia 2 de [...]]]></description>
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<p>A unidade federativa do Ceará está em <a title="estado de emergência" href="http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=332621&amp;modulo=966">estado de emergência</a> decretado pelo seu governador , não pelas chuvas ou acidentes naturais como é comum no nosso país, mas por instabilidade devido uma greve geral da polícia (amanhã a polícia civil adere).</p>
<p>Nesse exato momento, 21:00h do dia 2 de janeiro do ano da graça de Nosso Senhor de 2012, nos principais portais jornalísticos da mídia tradicional nacional você não vê um pio sequer.</p>
<p><a href="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.02.14.png"><img class="size-medium wp-image-1528 alignnone" title="g1" src="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.02.14-300x218.png" alt="" width="300" height="218" /></a><a href="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.03.05.png"><img class="size-medium wp-image-1529 alignnone" title="r7" src="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.03.05-300x211.png" alt="" width="300" height="211" /></a> <a href="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.11.36.png"><img class="size-medium wp-image-1532 alignnone" title="uol" src="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.11.36-300x203.png" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
<p>Em nenhum desses portais você consegue encontrar notícias sobre a calamidade que a cidade de Fortaleza passa nesse momento. A globo especificamente tem a melhor cobertura dos portais nacionais, desde que voce entre na <a href="http://g1.globo.com/ceara/">página do estado</a>. Se voce não tiver curiosidade de saber o que se passa na aldeia de cá, dificilmente saberá o que está ocorrendo.</p>
<p>Os dois principais portais &#8211; dos únicos jornais lidos pela população &#8211; mantiveram durante todo o dia a completa apatia na cobertura do que está ocorrendo, somente agora a noite as notícias começaram a chegar, depois de tentarem minimizar o que se discutia no Twitter, algumas autoridades chegaram até a dizer que era mentira e <a href="https://twitter.com/#!/lucioalc/status/153947480684376065">alarmismo</a>.</p>
<p><a href="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.15.35.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-1534" title="diario" src="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.15.35-300x229.png" alt="" width="300" height="229" /></a><a href="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.15.52.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-1535" title="opovo" src="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.15.52-300x222.png" alt="" width="300" height="222" /></a></p>
<p>OPOVO foi quem deu o maior destaque do que estava acontecendo, durante boa parte do dia o Diário sequer chegou a mencionar os <a href="http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=332704&amp;modulo=967">arrastões</a> e <a href="http://www.opovo.com.br/app/fortaleza/2012/01/02/noticiafortaleza,2367083/tres-arrastoes-sao-relatados-em-fortaleza-na-tarde-desta-segunda-feira.shtml">assaltos</a> que aconteceram.</p>
<p>A população (o verdadeiro O Povo) denunciou durante todo o dia via <a href="https://twitter.com/#!/search/cearasempm">Twitter</a> <a href="https://twitter.com/#!/search?q=%23GrevePM">em</a> <a href="https://twitter.com/#!/search?q=%23Arrastão2012">diversas hashtags</a> e <a href="https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=305993496106250&amp;id=100000868054723">Facebook</a>.</p>
<p><a href="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.24.58.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-1538" title="tw2" src="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.24.58-235x300.png" alt="" width="235" height="300" /></a><a href="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.23.52.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-1537" title="tw1" src="http://www.milfont.org/tech/wp-content/uploads/2012/01/Captura-de-tela-2012-01-02-às-21.23.52-223x300.png" alt="" width="223" height="300" /></a></p>
<p>O exército está nas ruas, estado de calamidade e nenhuma nota no Jornal Nacional, da Record e da Verdes Mares (retransmissor da Globo aqui) &#8211; só para citar os que assisti. E pensar que não sentimos a real dimensão do que ocorreu no mundo árabe, mas temos uma certeza:</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Revolution_Will_Not_Be_Televised_(can%C3%A7%C3%A3o)">A Revolução não será televisionada</a>.</p>
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		<title>Cultura de Honra</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 17:49:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[crowds]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Morra feito homem, como seu irmão fez&#8220; Malcolm Gladwell defende no seu livro &#8220;Outliers, The Story of Success&#8221; que a Cultura de Honra é um fenômeno de influência principal na vida e carreira de uma pessoa, pode definir quem será um &#8220;Fora de Série&#8221;, bem-sucedido ou apenas mais um fracassado social [alguém que por mais [...]]]></description>
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<p><a href="http://www.amazon.com/gp/product/0316017930/ref=as_li_ss_il?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=217145&amp;creative=399369&amp;creativeASIN=0316017930"><img class="alignleft" style="border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 5px; margin-right: 5px; border-width: 0px;" src="http://ws.assoc-amazon.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;Format=_SL160_&amp;ASIN=0316017930&amp;MarketPlace=US&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;tag=milftech-20&amp;ServiceVersion=20070822" alt="" width="105" height="160" border="0" /></a><img style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=milftech-20&amp;l=as2&amp;o=1&amp;a=0316017930&amp;camp=217145&amp;creative=399369" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><a title="Gladwell" href="http://www.gladwell.com/">Malcolm Gladwell</a> defende no seu livro &#8220;<a href="http://www.amazon.com/gp/product/0316017930/ref=as_li_ss_il?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=217145&amp;creative=399369&amp;creativeASIN=0316017930">Outliers, The Story of Success</a>&#8221; que a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Honra#Culturas_de_honra_e_culturas_de_lei">Cultura de Honra</a> é um fenômeno de influência principal na vida e carreira de uma pessoa, pode definir quem será um &#8220;Fora de Série&#8221;, bem-sucedido ou apenas mais um fracassado social [alguém que por mais brilhante que poderia ter sido em sua área de atuação, não conseguiu alcançar um reconhecimento satisfatório pela sociedade ou por si mesmo].</p>
<p>Sociedades que vivem sob a &#8220;Cultura de Honra&#8221; influenciam negativamente as pessoas por condicioná-las a trocarem atividades úteis para sua própria progressão por esforço desnecessário de  vingança. Dessa forma, esse tipo de sociedade tende a produzir pessoas atrasadas e com mentalidade beligerante.</p>
<p>Eu nunca aceitei que a personalidade pudesse ser formada pelo meio, sempre fui a favor da teoria das escolhas individuais. Ultimamente tenho investigado como o comportamento coletivo influencia os demais.</p>
<p>Eu cresci em uma sociedade sob a &#8220;Cultura de Honra&#8221;, situações que na época não causavam estranheza, hoje as enxergo como ridículas. Minha família tem uma longa tradição na Cultura de Honra.</p>
<p>Meu avô me contou uma história curiosa sobre sua infância, acompanhe:</p>
<p>Quando era criança uma professora tentou aplicar a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Palmat%C3%B3ria">palmatória</a> em meu avô. Por mais que hoje vejamos essa prática como bárbara &#8211; e é , na época era uma forma regular e fazia parte do modelo educacional. Meu avô criado com toda a ignorância da familia, tomou a palmatória das mãos da professora e quebrou na cabeça dela. A professora se dirigiu ao responsável da escola (na época só escutava quem era de elite), mas este não teve coragem de ir na casa do pai do meu avô, filho do Coronel João Martins de Mello.</p>
<p>Pois bem, a professora resolveu enfrentar o Coronel e foi delatar meu avô (seu neto). A resposta do avô do vovô não poderia ter sido pior: &#8221; &#8211; Um Martins não leva desaforo pra casa, ele fez e bem e que isso sirva de lição para quem ousar bater em um membro da família&#8221;.</p>
<p>Meu avô me revelou que depois desse dia ele nunca mais foi o mesmo, dali pra frente só piorou sua arrogância e empáfia. Meu avô, quando rapaz, entrava nos bares com o cavalo e amarrava no pé do balcão, por suas confusões sofreu 3 atentados, levou vários tiros e nunca construiu uma carreira ou fortuna sólida&#8230; e acredite, eles herdaram muitos bens.</p>
<p>Até que ponto essa cultura influenciou toda a família não podemos mensurar, mas fatos transbordam.</p>
<p>Minha mãe certa vez atirou contra uma vizinha e meu pai [que não veio dessa cultura de honra] teve que esconder todas as armas de casa para não provocar uma pequena tragédia. Minha tia certa vez atirou contra uma suposta amante de seu marido e esta não morreu por pura sorte, se escondeu detrás de uma porta do banheiro da prefeitura, sim, na prefeitura, enquanto as pessoas tranquilizavam minha tia.</p>
<p>Desde minha tenra idade portei arma [sem porte legal, claro], aprendi a atirar e andei armado enquanto vivi em Mombaça. Alguém poderá dizer que todos andavam armados e isso não seria &#8220;privilégio&#8221; de minha família, mas justamente por todos andarem armados demonstra como a cultura da sociedade incute determinadas ações.</p>
<p>Meu filho &#8211; ainda tem 7 anos &#8211; um tempo atrás jogou uma medalha na cabeça de um coleguinha na escola e fui para uma reunião de pais para conversar sobre sua agressividade, depois desse dia eu notei como a influência da minha família como um todo molda sua educação.</p>
<p>Pois bem, isso é café pequeno para quem veio da Sparta do Ceará, a história que quero contar vai demonstrar como uma cultura de Honra influencia realmente a vida de uma pessoa.</p>
<h2>Cultura ou Personalidade?</h2>
<p>Eliane Martins era uma criança com caráter forte e como se diz na minha terra: &#8220;confuseira&#8221;. Sempre como pulso firme nunca levou desaforo pra casa, todas as meninas e até os meninos tinham medo de enfrentá-la, talvez pela fama da família também, um ramo dos Martins.</p>
<p>Eliane foi no mesmo ano que eu fui para Fortaleza para &#8220;fazer faculdade&#8221;, na época era destino certo de qualquer pessoa do interior que queria ter evolução na vida. Prestou vestibular comigo e passou &#8211; senão me engano &#8211; em duas faculdades. Do seu ramo familiar principal seria a única com nível superior e provavelmente a &#8220;doutora&#8221; da família.</p>
<p>Por volta de 99/2000 seu irmão se envolveu em uma briga familiar com um primo [parente]  e este foi assassinado, quase fui testemunha, por coincidência eu estava em Mombaça e cheguei no local do crime com o corpo ainda no chão.</p>
<p>A partir desse assassinato, que nunca se comprovou a autoria, quase toda a família de Eliane foi assassinada e quase toda a família desse primo também, por ambos. São quase 70 pessoas envolvidas [mortas], não só familiares.</p>
<p>Assim como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Michael_Corleone">Michael Corleone</a>, Eliane foi obrigada a assumir os negócios da família e recebeu uma legitimação social para a vingança. Todos em Mombaça acham que ela deve se vingar, por mais que não digam isso publicamente.</p>
<p>A história é muito longa, cheia de percalços e nem quem é de Mombaça sabe todos os detalhes, mas <a href="http://blogs.tvdiario.tv.br/robertomoreira/casal-cearense-acusado-de-mais-de-30-assassinatos-e-preso-em-pernambuco/">Eliane</a> teve sua vida mudada de tal forma que acredito ser impossível de ter sido evitado.</p>
<p>Eu presenciei a surra que seu pai levou da polícia em frente do próprio trabalho por crimes que ele não cometeu, estava em Mombaça e vi o corpo dele quando foi assassinado um tempo depois de forma brutal. O irmão foi assassinado na frente dela, vários primos assassinados, família totalmente destruída.</p>
<p>Vejam bem, não são bandidos na concepção da palavra, não são ladrões ou assaltantes, todos envolvidos nessas confusões eram/são proprietários de terras ou possuíam profissão tradicional. Não entraram nessa guerra por motivação monetária, pelo contrário, as famílias dilapidaram suas posses a troco de vingança. Também não são simplesmente pessoas ignorantes, até advogado foi morto e mandou matar no meio dessa guerra.</p>
<p>Eliene sempre teve personalidade forte e isso contribuiu para fazer o que já fez, mas se ela não tivesse tal personalidade, qual o grau de influência a cultura de nossa região teria exercido?</p>
<p>Eu já tive meus surtos de testosterona e já fiz bobagens por impulso <a href="http://www.gladwell.com/outliers/outliers_excerpt2.html">assim como os sulistas testados</a>, muito da minha personalidade se deve a minha região, isso é fato que reconheço, o problema é quando toda uma sociedade espera que você tome uma atitude idiota como vingança.</p>
<p>Eu não estou livre disso acontecer com minha família e acredito que por muito tempo isso ainda acontecerá na minha região. Essa história não foi a primeira guerra travada entre famílias, por incrível que pareça já houve pior.</p>
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		<title>Marx é um charlatão!</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Feb 2011 21:19:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Esse texto é uma resposta ao texto do meu amigo Welligton Sarmento, apesar de ser Off Topic ao propósito desse blog, creio que há profunda relação sobre minha pesquisa Crowds, portanto peço permissão para compartilhar nesse espaço. Vou me abster de criticar a figura de Marx, que apesar ter sido um crápula manipulador e ter [...]]]></description>
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                        <script type="text/javascript" src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js"></script></div></div><p>Esse texto é uma <a href="http://thinkingandthebrain.blogspot.com/2011/02/marx-nao-e-um-charlatao.html">resposta ao texto</a> do meu amigo Welligton Sarmento, apesar de ser Off Topic ao propósito desse blog, creio que há profunda relação sobre minha pesquisa Crowds, portanto peço permissão para compartilhar nesse espaço.</p>
<p>Vou me abster de criticar a figura de Marx, que apesar ter sido um crápula manipulador e ter atacado todas as correntes socialistas, em especial a Bakunin e Proudhon, vou deixar para voces pesquisarem sobre ele e descobrirem por si só.</p>
<p>Marx foi sem sombra de dúvidas a figura mais importante da era moderna desde a revolução industrial, não por méritos e sim pelo dilema de ter influenciado todas as correntes atuais, para o bem ou para o mal. Poderíamos até dividir a história política entre &#8220;antes de Marx&#8221; e &#8220;depois de Marx&#8221;.</p>
<p>Discutir sobre Marxismo é sempre complicado porque é uma corrente que se propõe a modificar toda a natureza humana, não apenas na política, economia e filosofia. Sempre quando voce chuta a bunda de um marxista e prova por &#8220;a + b&#8221; que essa teoria é uma palhaçada ele muda a corrente da discussão e nunca tem fim.</p>
<p>Para provar que Marx foi um charlatão de marca maior basta nos concentrarmos em um ponto, o seu livreto &#8220;Das Kapital&#8221; que mistura um gerador de lero-lero com pseudociência. A tese geral do livro, apesar do que dizem os que teoricamente &#8220;entenderam&#8221; o livro, é que o trabalhador sempre vai ter sua mais-valia [espécie de força de trabalho, teoria meio capenga criada pelos liberais britanicos] explorada pela burguesia, tendendo a sua qualidade de vida cair drasticamente porque este nunca teria o &#8220;justo&#8221; e o lucro seria sempre do patrão.</p>
<p>Apesar de todas suas teorias terem sido refutadas, desde a subjetividade do valor por Bohm-Bawerk a derrocada da URSS, o que poucos prestam atenção é que a resposta sobre ter sido ou não um charlatão está em suas próprias obras como nos explica <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Johnson_%28writer%29" target="_blank">Paul Jonhson</a> em seu livro <em>&#8220;<a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=35683&amp;ST=SR&amp;franq=170940" target="_blank">Intellectuals</a>&#8220;.</em></p>
<p>Marx teria analizado os blue books ingleses [espécie de livros contábeis da época] e verificado que os trabalhadores ingleses tinham melhorado substancialmente de vida ao contrário do que dizia sua teoria. Não satisfeito o que fez Marx? Adulterou de forma consciente os dados para números de 30 anos antes e justificar seus textos.</p>
<p>Se isso não for atitude de um charlatão, não sei o que podemos considerar.</p>
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		<title>Saiba perguntar!</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 13:19:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Especificamente no dia 22 de Junho de 2010 eu li uma mensagem, não lembro aonde, afirmando que as 10 primeiras perguntas enviadas a determinado email seriam selecionados para uma entrevista com Don Tapscott para a revista Época Negócios, a qual eu sou assinante. Não formulei bem minha pergunta, na verdade foi um desastre, leiam &#8220;ipsi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Especificamente no dia 22 de Junho de 2010 eu li uma mensagem, não lembro aonde, afirmando que as 10 primeiras perguntas enviadas a determinado email seriam selecionados para uma entrevista com Don Tapscott para a revista Época Negócios, a qual eu sou assinante.</p>
<p>Não formulei bem minha pergunta, na verdade foi um desastre, leiam &#8220;ipsi litteris&#8221; meu email:</p>
<blockquote><p>Don, quais os conselhos que você daria para as empresas se precaverem contra &#8220;comportamentos de rebanho&#8221;?<br />
Comportamente de rebanho eu considero aqueles movimentos causados por especuladores que tem o dominio sobre uma determinada multidão e pode influenciá-los negativamente afim de prejudicar e sabotar concorrentes.</p>
<p>Christiano MIlfont, Fortaleza-CE</p></blockquote>
<p>Observe que minha pergunta estava relacionada a comportamento das multidões, uma pergunta mais consistente seria:  Como lidar com &#8220;comportamento das massas&#8221; negativa para seus negócios quando você perde o controle ou não sabe lidar com isso?</p>
<p>O que saiu na <a href="http://www.google.com.br/#hl=pt-BR&amp;q=http%3A%2F%2Fepocanegocios.globo.com%2FRevista%2FCommon%2F0%2C%2CEMI160466-16363%2C00-AS%2BREDES%2BPODEM%2BMUDAR%2BGOVERNOS.html&amp;aq=f&amp;aqi=&amp;aql=&amp;oq=&amp;gs_rfai=&amp;fp=1b81e02b9dafc572">revista</a>:</p>
<blockquote><p><strong>8 Que conselhos daria para as empresas se precaverem contra movimentos de especuladores que podem prejudicar e sabotar concorrentes?</strong> <em>Christiano Milfont | Fortaleza – CE</em></p>
<p>Se seus concorrentes estão espalhando informações falsas sobre a sua empresa e violando a lei, acredito que você deve levar o caso às autoridades competentes.</p></blockquote>
<p>Note que o sentido da pergunta virou especulação contra concorrentes o que é diferente de influência indireta por movimentos das massas.</p>
<p>A pergunta foi mal feita, o jornalista responsável não é especialista em todos os assuntos, diante da pergunta ele vai tentar condensar de forma a se enquadrar na matéria. Portanto a culpa maior é minha e não da mídia.</p>
<p>#fikdik</p>
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		<title>[Resenha] O Culto do Amador</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 13:39:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O livro O Culto do Amador de Andrew Keen é um ótimo e péssimo livro dependendo da visão de quem ler, na minha opinião. Ótimo livro para entendermos como pensa uma pessoa da segunda onda sobre choque de ondas e péssimo para quem tem mentalidade de segunda onda e quer entender os fenômenos que nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:left;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
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<p>Como um defensor da Terceira Onda eu não considero certo ou errado a concepção que as pessoas tem do mundo e de eventos e ações que parecem ser erradas para elas. O problema é que essas mesmas pessoas considerem erradas a visão das outras culturas e é isso o cerne desse livro.</p>
<p><a href="http://www.amazon.com/gp/product/0385520808?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=0385520808"><img class="alignright" title="The Cult of the Amateur" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/4172WzXNPrL._SL160_.jpg" alt="The Cult of the Amateur" width="107" height="160" /></a>Quando o autor trata sobre a morte da música em dois capítulos por causa do compartilhamento, praticamente é a idéia geral em todo o livro, ele esquece que a música já existia antes da revolução industrial, modelo que ele defende e acha correto.</p>
<p>Se perceberem, as pessoas com mentalidade de primeira onda acham que a música morreu e foi pasteurizada após o surgimento da rev. industrial. Esse choque de culturas é natural e esperado.</p>
<p>O autor não considera é que a troca de arquivos ou de &#8220;músicas&#8221; não está matando a música, está matando aquilo que entendemos como indústria musical, que para ele é o formato que dá sustentação para que surjam artistas, como foi educado a compreender.</p>
<p>O autor não investiga os fatos que estão destruindo modelos de negócios típicos da segunda onda, ele está preocupado como mantê-los. O modelo de negócios nessa onda são baseados em Hits. Como o custo de distribuição e produção é enorme, só existem duas classes: O astro e o desconhecido não-publicado.</p>
<p>A nova onda permite agora, por causa da<a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1644179/cauda+longa,+a?franq=170940"> cauda longa</a>, que pessoas antes impedidas pela limitação de recursos sejam publicadas num <a href="http://www.lulu.com/">Lulu.com</a> ou Youtube.</p>
<p>O conceito de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Amateur_professionalism">ProAm</a> ou <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prosumer">Prosumidor</a> é virulamente atacado no livro por considerar que isso vai afastar ou denigrir o trabalho profissional quando na verdade o que ocorre é que agora qualquer pessoas tem o direito &#8211; ou privilégio &#8211; de poder exercitar ou praticar determinada ação  e não que o profissional esteja impedido de exercer.</p>
<p>A visão de segunda onda é baseada no comando-controle e na concepção de que existem entidades ou departamentos, como governos e universidades, que controlam e decidem quem pode exercer determinado conhecimento após um processo burocrático de investigação. A idéia de que as pessoas tem liberdade de praticarem livremente e que o indivíduo tem escolhas é um desses fatores de choque que são defendidos no livro em favor da onda anterior.</p>
<p>A premissa de credibilidade que antes era imposta por um terceiro agente agora é dado ao indivíduo e a multidão que ele participa. Antes você tinha que ser escolhido por uma editora para publicar um livro e isso definia o conceito de sucesso per si, agora você pode simplesmente escrever o que bem entender, publicar e &#8220;ineditamente&#8221; ser comprado sem ter gasto 1 centavo em marketing. Essa concepção de valor também é criticada no livro.</p>
<p>Agora o que mais é sacrificado na visão do autor é o conceito de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing">Crowdsourcing</a>. Sabemos que uma multidão pode ser <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1313125/?franq=170940">facilmente controlada</a>, isso existe em todas as ondas e não será maior porque a credibilidade de algo é definido por essa multidão. O que investigamos é que <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1955787?franq=170940">modelos de negócios com base em Crowdsourcing</a> vão surgir invariavelmente, quer queiramos ou não. Nada do que fizermos vai evitar, apenas &#8211; no máximo &#8211; retardar, como foram todas as ações que a primeira onda tentou nesses últimos 300 ou 400 anos.</p>
<p>Eu acho um livro válido para se ter em minha biblioteca para ser a antítese de outras obras e explicação de ações que surgirão e se intensificarão nos próximos anos.</p>
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		<title>O Mundo Em Que Vivemos</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 15:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vocês já devem ter notado que estamos vivendo em um momento de transição na história da humanidade com profundas mudanças da sociedade, ao mesmo tempo e em todos os campos de conhecimento. Proliferam-se Buzzwords como Marketing 2.0, gestão 2.0, Governo 2.0 e outras pseudas-definições em determinados campos culturais para representar as mudanças sociais que teoricamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:left;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
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                        <script type="text/javascript" src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js"></script></div></div><p>Vocês já devem ter notado que estamos vivendo em um momento de transição na história da humanidade com profundas mudanças da sociedade, ao mesmo tempo e em todos os campos de conhecimento.</p>
<p>Proliferam-se <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Buzzword">Buzzwords</a> como Marketing 2.0, gestão 2.0, Governo 2.0 e outras <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_buzzwords">pseudas-definições</a> em determinados campos culturais para representar as mudanças sociais que teoricamente foram influenciadas pelas melhorias das comunicações, em especial as facilidades da internet e no que se convencionou de chamar <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_2.0">Web 2.0</a>.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21500460/mundo+e+plano,+o?franq=170940"><img class="alignleft" title="O Mundo é Plano" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img0/21500460.jpg" alt="O Mundo é Plano" width="180" height="180" /></a>Alguns autores já tentaram descrever esses fenômenos mas não chegaram a uma explicação homogênia, um exemplo poderia citar <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21500460/mundo+e+plano,+o?franq=170940">O Mundo é Plano</a> do jornalista <a href="http://www.thomaslfriedman.com/about-the-author">Thomas L. Friedman</a> que não conseguiu ser coeso em sua explicação e dá muitas voltas com algumas passagens confusas, apesar de coletar casos interessantes que ele identificou como sendo um fenômeno de achatamento do globo pelas facilidades das comunicações.</p>
<p>Talvez para compreendermos esse momento atual precisaremos de um conjunto de obras que juntas possam conseguir expor de forma clara os princípios e valores que moldam essas mudanças.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/12634?franq=170940"><img class="alignnone" title="Choque do Futuro" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img4/12634.jpg" alt="Choque do Futuro" width="180" height="180" /></a><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/62618/terceira+onda,+a?franq=170940"><img class="alignnone" title="A Terceira Onda" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img8/62618.jpg" alt="A Terceira Onda" width="180" height="180" /></a></p>
<p>Antes de tudo temos que falar no casal <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alvin_Toffler">Alvin</a> e Heidi Toffler. Foram eles que formataram as bases dessa transição em suas obras, com destaque para o livro <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/62618/terceira+onda,+a?franq=170940">A Terceira Onda</a> que é um aperfeiçoamento do pensamento de outra obra do casal chamada <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/12634?franq=170940">O Choque do Futuro</a>.</p>
<p>No livro <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/62618/terceira+onda,+a?franq=170940">A Terceira Onda</a> o casal Toffler definiu conceitos como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prosumer">Prosumer</a> que explicam porque a <a href="http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,1569514,00.html">Time elegeu &#8220;You&#8221; como a pessoa do ano em 2006</a>. Nessa obra os autores explicam as diferenças entre essas ondas culturais e porque estamos vivendo em um momento de transição pós-industrial.</p>
<p>As 3 ondas são identificadas como a sociedade agricultural, industrial e revolução pós-industrial.</p>
<h2>Primeira Onda</h2>
<p>A primeira onda é formada por agricultura e extrativismo, vindo desde a época posterior ao neolítico, quando o homem era caçador-coletor, passando por medievalismo até a renascença.</p>
<p>Basicamente é uma sociedade centrada no campo e na agricultura, até pode encontrar esporadicamente obras e casos típicos das outras ondas, mas não passa de capricho ou excentricidade e não forma da cultura. A idéia aqui é sobrevivência.</p>
<h2>A Segunda Onda</h2>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1764324/magnatas,+os?franq=170940"><img class="alignleft" title="Os Magnatas" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img4/1764324.jpg" alt="Os Magnatas" width="180" height="180" /></a>A segunda onda é baseada no industrialismo, iluminismo, na dicotomia burguesia vs proletário até meados da década de 50 do século 20 &#8211; quando os serviços ultrapassaram a indústria na geração de valor.</p>
<p>Antes de avançarmos na terceira onda é importante o entendimento das ondas anteriores e compreender como esse pensamento foi solidificado na cultura em geral.</p>
<p>A segunda onda é basicamente o período industrial e não há obra melhor para entender essa onda do que <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1764324/magnatas,+os?franq=170940">Os Magnatas</a>. Aqui verificamos que a a <a href="http://www.americanprecision.org/kit/Mod_1_Introductory_essay.pdf">revolução industrial foi impulsionado no Vale do rio Connecticut</a> com base na intercambialidade de peças na fabricação de armas, descobrimos que o pai da administração moderna, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Taylorismo">Frederick W. Taylor</a>, obteve sucesso profissional como engenheiro e não por suas teorias administrativas, que não passavam de pseudo-ciência.</p>
<p><a href="http://www.amazon.com/gp/product/1897597320?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=1897597320"><img title="Charles Mackay" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51c9cFoyKgL._SL160_.jpg" alt="Charles Mackay" width="99" height="160" /></a><a href="http://www.amazon.com/gp/product/0486419568?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=0486419568"><img title="Gustave Le Bon" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51Q012WY6RL._SL160_.jpg" alt="Gustave Le Bon" width="102" height="160" /></a><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1313125/?franq=170940"><img title="Sabedoria das multidões" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img5/1313125.jpg" alt="Sabedoria das multidões" width="180" height="180" /></a></p>
<p>A segunda onda foi basicamente a onda da massificação em todos os sentidos: produção, distribuição, consumação, educação, recreação, entretenimento baseado em Hits, entre outras coisas. O próprio modelo exigiu uma estrutura de comando-controle para organizar toda a infraestrutura necessária de &#8211; principalmente &#8211; atravessadores que eram necessários para fazer a máquina funcionar. Uma palavra que resume a geração é: &#8220;Burocracia&#8221;.</p>
<p>Essa massificação no cerne da segunda onda produziu regimes totalitários como o marxismo, fascismo, nazismo e variações como as ditaduras da América Latina, de Liberais [Chile] a conservadoras [Argentina e Brasil]. Não importa o sinal ideológico, no final todos acabam defendendo medidas semelhantes mas com propósitos diferentes.</p>
<p>Descobrimos em obras como<a href="http://www.amazon.com/gp/product/1897597320?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=1897597320"> Extraordinary Popular Delusions and the Madness of Crowds</a> e <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0486419568?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=0486419568">The Crowd: A Study of the Popular Mind</a> [não sei se esses livros possuem traduções] que as multidões são facilmente manipuláveis e quando o homem faz parte de um grupo deixa de raciocinar como indivíduo e passa a considerar opiniões alheias como verdadeiras por pressão social, mesmo que contradigam o que pensa.</p>
<h2>A Terceira Onda</h2>
<p>A terceira onda é justamente a era que vivemos com novidades como o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terceiro_setor">Terceiro setor</a>, foco em  serviços, tecnologia altamente desenvolvida, geração digital, compartilhamento sem imposição e conceito de liberdade nunca antes imaginado ou tolerado pela humanidade.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/32162/guerra+e+anti-guerra:+sobrevivencia+na+aurora+do+terceiro+milenio?franq=170940"><img class="alignnone" title="Guerra e Anti-Guerra" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img2/32162.jpg" alt="Guerra e Anti-Guerra" width="180" height="180" /></a><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/52331/powershift:+as+mudancas+do+poder?franq=170940"><img class="alignnone" title="Powershift: as Mudanças do Poder" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/52331.jpg" alt="Powershift: as Mudanças do Poder" width="180" height="180" /></a><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/19077/criando+uma+nova+civilizacao?franq=170940"><img class="alignnone" title="Criando uma Nova Civilização" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img7/19077.jpg" alt="Criando uma Nova Civilização" width="180" height="180" /></a><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21213151/riqueza+revolucionaria+:+o+significado+da+riqueza+no+futuro?franq=170940"><img class="alignnone" title="Riqueza Revolucionária : o Significado da Riqueza no Futuro" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/21213151.jpg" alt="Riqueza Revolucionária : o Significado da Riqueza no Futuro" width="180" height="180" /></a></p>
<p>O casal Toffler, nas obras seguintes, destilam argumentos e teorias em determinados campos de conhecimento com base no pensamento da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Third_Wave_(book)">Terceira Onda</a>, o qual aconselho lerem primeiro para estabelecer a base necessária para melhor aproveitar e entender os outros livros como <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/32162/guerra+e+anti-guerra:+sobrevivencia+na+aurora+do+terceiro+milenio?franq=170940">Guerra e Anti-guerra</a>, <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/52331/powershift:+as+mudancas+do+poder?franq=170940">Powershift: as Mudanças do Poder</a>, <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/19077/criando+uma+nova+civilizacao?franq=170940">Criando uma Nova Civilização</a> e <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21213151/riqueza+revolucionaria+:+o+significado+da+riqueza+no+futuro?franq=170940">Riqueza Revolucionária: o Significado da Riqueza no Futuro</a>.</p>
<p>Avançando na Terceira Onda, analisamos que <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/James_Surowiecki">James Surowiecki</a> em <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1313125/?franq=170940">A Sabedoria das Multidões</a> considera que há decisões sábias a partir de uma massa de pessoas quando é satisfeita a fórmula: diversidade de opinião + independência + descentralização + agregação. Essa teoria é a base de modelos como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing">Crowdsourcing</a>.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1955787?franq=170940"><img title="Wikinomics" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img7/1955787.jpg" alt="Wikinomics" width="180" height="180" /></a><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1644179/cauda+longa,+a?franq=170940"><img title="A Cauda Longa" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img9/1644179.jpg" alt="A Cauda Longa" width="180" height="180" /></a></p>
<p>A massificação não é combatida na terceira onda, mas transformada em compartilhamento e identificação de nichos que era inviáveis nas ondas anteriores.</p>
<p>A idéia de compartilhamento na terceira onda- como visto em <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1955787?franq=170940">Wikinomics</a> de <a href="http://dontapscott.com/">Don Tapscott</a> &#8211; é contrária aos princípios da segunda onda, o controle sobre os ativos da empresa não deve ser o foco dos negócios e sim extrair ativos de bens que teoricamente não estão sendo bem aproveitados. Entender que os melhores nem sempre estão dentro da sua organização e se beneficiar com o trabalho de interessados fora da empresa.</p>
<p>Aqui vale salientar que o compartilhamento da nova onda sofre interferência dos <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Amateur_professionalism">amadores</a> na produção que antes era exclusividade e reconhecimento dos profissionais. Lembram do Prosumer dito no início desse artigo?</p>
<p>Em <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1644179/cauda+longa,+a?franq=170940">A Cauda Longa</a>, Chris Anderson demonstra na economia que a Terceira Onda é a era dos nichos com o poder da massificação aliado a facilidade de comunicação, antes o que era inviável economicamente agora é possível. A segunda onda foi marcada pela cultura de Hits, ou seja, como era inviável produzir e distribuir todo mundo, apenas os melhores recebiam investimento.</p>
<p>O que era melhor era definido pelo filtro da indústria, esse filtro era baseado no que agradava a maioria, onde vimos em Sabedoria das Multidões que sempre é a média da massa.  Essa média poderia significar algo bom quando respeita a fórmula de decisões sábias ou algo desastroso quando saisfaz as condições como ditas por Le Bon ou Mackay.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21593238/free:+gratis+-+o+futuro+dos+precos?franq=170940"><img title="Free" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img8/21593238.jpg" alt="Free" width="180" height="180" /></a><a href="http://www.amazon.com/gp/product/1594201536?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=1594201536"><img title="Here Comes Everybody: The Power of Organizing Without Organizations" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51ITaUSGL%2BL._SL160_.jpg" alt="Here Comes Everybody: The Power of Organizing Without Organizations" width="102" height="160" /></a></p>
<p>Obras como <a href="http://www.amazon.com/gp/product/1594201536?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=1594201536">Here Comes Everybody: The Power of Organizing Without Organizations</a> de <a href="http://www.shirky.com/">Clay Shirky</a> e <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21593238/free:+gratis+-+o+futuro+dos+precos?franq=170940">Free</a> do <a href="http://www.thelongtail.com/">Chris Anderson</a> vem elucidar porque empresas como Facebook que são praticamente virtuais valem mais do que uma fábrica da Coca-cola com seus operários e coisas palpáveis, pelo menos para nós que somos &#8220;contaminados&#8221; com a visão da segunda onda.</p>
<p>A idéia do grátis hoje se contrapõe ao &#8220;não existe cafezinho grátis&#8221; da segunda onda por causa da distribuição. Produtos antes não interessantes agora são facilmente distriuídos e encontrados sem a necessidade de gastos com marketing e distribuição típicos da segunda onda e da cultura de Hits.</p>
<h2>O Choque de Gerações</h2>
<p>Os Toffler identificaram em suas obras que a geração de uma onda domina o mundo economicamente, mas não domina politicamente até que a onda se torne madura.</p>
<p>Verificamos que a burguesia (2ª onda) dominou o poder econômico mas não o poder político que continuou nas mãos da aristocracia (1ª onda) por muito tempo, da mesma forma que a geração digital (3ª onda) domina o poder econômico mas não o poder político que continua nas mãos da geração analógica (2ª onda) até esse momento.</p>
<p>Se você se sente cada vez mais não representado nas eleições, entenda que a política atual é para escolher candidatos com propostas e formas de governos preparados para a onda anterior.</p>
<p>O objetivo desse artigo não foi realizar um review de livros, mas identificar que a matriz tecnológica do que entendemos como Web 2.0 é consequência, e não causa, de movimentos culturais que interagem entre si moldando a sociedade.</p>
<p>Essa estrutura de produzir/consumir feito por todos envolve toda a concepção dessa nova onda, claro que respeitando formas de<a href="http://www.milfont.org/tech/2008/05/11/extrair-relevancia-da-cultura-do-inutil/"> extrair cultura útil ou não</a>. Evidente que o foco passa do grupo para o indivíduo, daquilo de que se considera algo útil ou não.</p>
<p>O objetivo principal para entender a nova onda que vivemos é compreender que a perspectiva não é mais do grupo e sim do indivíduo e que o choque dessas duas visões é o que molda os novos negócios.</p>
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		<title>Desconferência Unifor foi muito boa</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 19:01:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A desconferência que tentávamos realizar há tempos foi um sucesso, só terminou porque os funcionários da Unifor queriam ir embora e tinham que fechar o auditório Cometemos alguns erros, aqui vale até justificar por ter sido o primeiro evento e não sabíamos  muito bem qual o formato a escolher e como seria recepcionado, mas corrigiremos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Momento EMO na Desconferência UNIFOR on Twitpic" href="http://twitpic.com/17d74l"><img class="alignleft" style="margin: 10px;" src="http://twitpic.com/show/thumb/17d74l.jpg" alt="Momento EMO na Desconferência UNIFOR on Twitpic" width="150" height="150" /></a>A <a href="http://www.milfont.org/tech/2010/03/01/i-desconferencia-unifor/">desconferência</a> que tentávamos realizar há tempos foi um sucesso, só terminou porque os funcionários da Unifor queriam ir embora e tinham que fechar o auditório <img src='http://www.milfont.org/tech/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Cometemos alguns erros, aqui vale até justificar por ter sido o primeiro evento e não sabíamos  muito bem qual o formato a escolher e como seria recepcionado, mas corrigiremos ou pelo menos tentaremos para as próximas edições. Mesmo com os erros a coisa foi se ajustando no melhor espírito livre que deve mover esse tipo de evento, até algumas desconferências eram formadas fora do auditório.</p>
<div>
<div><a href="http://picasaweb.google.com.br/handersonbf/1DesconferenciaUnifor06Marco2010#5445682541730701794"><img class="alignright" style="margin: 10px;" src="http://lh5.ggpht.com/_ixVOzmHRw-A/S5Lza1NnoeI/AAAAAAAAdVo/uNDH_i2h-Rk/s128/DSC05740.JPG" alt="" width="128" height="96" /></a></div>
</div>
<p>Na próxima vamos evitar demorar mais de meia hora em um mesmo tempo, a discussão mercado vs academia, que é muito importante, excedeu e comecou a dar voltas. Não era para ninguem ter se melindrado e ter puxado logo a mudança. Na próxima sem apresentação de slides, apenas Open Space [só que todo mundo sentado mesmo] e com microfone que consiga chegar a todos.</p>
<div>
<div><a href="http://picasaweb.google.com.br/handersonbf/1DesconferenciaUnifor06Marco2010#5445682823101482962"><img class="alignleft" style="margin: 10px;" src="http://lh4.ggpht.com/_ixVOzmHRw-A/S5LzrNZpB9I/AAAAAAAAdYs/fnWYK0ovc38/s128/DSC05750.JPG" alt="" width="128" height="96" /></a></div>
</div>
<div>
<div><a href="http://picasaweb.google.com.br/handersonbf/1DesconferenciaUnifor06Marco2010#5445682841178379154"><br />
</a></div>
</div>
<p><a href="http://picasaweb.google.com.br/handersonbf/1DesconferenciaUnifor06Marco2010#5445682862541164034"><img class="alignright" style="margin: 10px;" src="http://lh3.ggpht.com/_ixVOzmHRw-A/S5LztgUyzgI/AAAAAAAAdZI/D7o-Fj06VqM/s128/DSC05752.JPG" alt="" width="128" height="96" /></a></p>
<p>Enfim, confira <a href="http://www.natanaelpantoja.com/tech/2010/03/i-desconferencia-unifor-mais-informacoes/">aonde realizamos</a> e <a href="http://www.ricardoaccioly.com.br/i-desconferencia-da-unifor/">como</a> foi na <a href="http://wgabriel.net/2010/03/06/desconferencia-unifor-redes-sociais-e-midias-digitais/">opinião</a> de quem <a href="http://www.natanaelpantoja.com/tech/2010/03/i-desconferencia-unifor-sucesso/">participou</a>. Destaque para o <a href="http://twitcam.com/he01">video</a> que o <a href="http://www.ricardoaccioly.com.br">Ricardo</a> gravou ao transmitir o evento ao vivo pela rede, nem tinhamos pensado nisso, além das fotos que o <a href="http://picasaweb.google.com.br/handersonbf/1DesconferenciaUnifor06Marco2010">Handerson tirou</a>. Se não fosse o <a href="http://twitter.com/wgabriel1" target="_blank">@wgabriel1</a> não teríamos conseguido, sua participação foi crucial.</p>
<p>Vamos discutir no <a href="http://webceara.ning.com/group/desconferencia">grupo que foi criado</a> sobre como serão os próximos eventos.</p>
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		<title>Transparência inédita na saúde pública</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 11:13:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É com satisfação que vejo o trabalho da Milfont Consulting participando diretamente na transparência da saúde pública no estado do Ceará. O governo do estado inaugurou essa semana &#8220;A Conta do Paciente&#8220;, um projeto inédito no Brasil que vai informar ao paciente quanto foi sua despesa desde a entrada no hospital até sua alta. Esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É com satisfação que vejo o trabalho da Milfont Consulting participando diretamente na transparência da saúde pública no estado do Ceará.</p>
<p>O governo do estado <a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=745869">inaugurou essa semana</a> &#8220;<a href="http://www.ceara.gov.br/noticias/pacientes-poderao-saber-custos-dos-tratamentos">A Conta do Paciente</a>&#8220;, um projeto inédito no Brasil que vai informar ao paciente quanto foi sua despesa desde a entrada no hospital até sua alta. Esse tipo de atuação aproxima o governo da agilidade que a sociedade cobra em relação à transparência nas contas públicas, antes era quase impossível saber o custo real por paciente. Fora que a secretaria vai saber precisamente e em tempo real os custos por unidade, além de facilitar a tomada de decisões que podem salvar vidas.</p>
<p>Esse formulário detalhado com a conta do paciente é possível graças ao <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Erp">ERP</a> especialista em gestão hospitalar pública da empresa Insystem, nosso cliente e parceiro. A Insytem acreditou em nosso trabalho e é um dos maiores Cases, senão o melhor.</p>
<p>O ERP foi construído 100% com base em <a href="http://www.milfont.org/tech/tag/tdd/">TDD</a> em Java usando DWR, Hibernate e  Spring basicamente. Alguns requisitos necessários de usabilidade utilizam Reverse Ajax com DWR. O sistema é totalmente ajax e utiliza o <a href="http://www.milfont.org/tech/2009/06/29/introducao-ao-ext/">Extjs</a> seguindo a filosofia <a href="http://www.milfont.org/tech/2008/09/08/mvc-model-3-e-camadas/">model 3</a>. Fizemos <a href="http://www.milfont.org/tech/2009/07/02/extjs-e-dwr/">algumas customizações</a> no Extjs para se integrar ao DWR de forma transparente.</p>
<p>Fomos ágeis desde o primeiro momento, mas nunca nos preocupamos em implantação de processo, metodologia ou qualquer coisa que o foco não fosse software saudável. XP foi algo natural, valores e princípios foram assimilados desde o primeiro dia, mas foi e é o software funcionando e livre de erros [o mais livre possível] que nos moveu.</p>
<p>Destaque para o <a href="http://javaneses.wordpress.com/">Felipe Andrade</a>, funcionário da Insystem que se tornou especialista em Extjs com DWR e hoje domina e é talvez o maior conhecedor da união desses Frameworks no estado.</p>
<p>Agradecimentos especiais aos diretores Evando Chaves e Marcelo Meirelles que investiram nessa solução e tiveram a sagacidade de sair na frente da concorrência entendendo que software funcionando é mais importante do que processos bonitos e pomposos, afinal o barco não chega na frente por causa do tambor e sim dos remadores. A Insystem está de parabéns por ter enfrentado todas as correntes contrárias e ter chegado a essa vitória investindo e apostando no fator humano como responsável para a vitória.</p>
<p>Esse é um Case que entrou para a história, estamos procurando outra solução semelhante na saúde pública do Brasil e até agora não encontramos nada.</p>
<p>Orgulhoso por participar dessa conquista.</p>
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		<title>I Desconferência Unifor</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 14:50:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[INSCRIÇÕES ENCERRADAS No próximo sábado [06/03/2010] vamos participar da I Desconferência sobre o tema &#8220;Redes Sociais e Mídias Digitais&#8221; na Unifor. Faça já sua inscrição. Formato Utilizaremos um misto de Open Space e Lightning Talk que são formatos conhecidos em desconferência, basicamente  sessões curtas de 15 minutos abertas por um mestre de cerimônias e com  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">INSCRIÇÕES ENCERRADAS</h1>
<p>No próximo sábado [06/03/2010] vamos participar da I <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desconfer%C3%AAncia">Desconferência</a> sobre o tema &#8220;Redes Sociais e Mídias Digitais&#8221; na Unifor. Faça já sua <a href="http://spreadsheets.google.com/viewform?hl=pt_BR&amp;formkey=dC12UEdCbUdZZUQyZ2x0T3FxbDcwdVE6MA">inscrição</a>.</p>
<h2>Formato</h2>
<p>Utilizaremos um misto de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Open_Space_Technology">Open Space</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lightning_Talk">Lightning Talk</a> que são formatos conhecidos em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desconfer%C3%AAncia">desconferência</a>, basicamente  sessões curtas de 15 minutos abertas por um mestre de cerimônias e com  convidados especiais que iniciarão as discussões sobre um determinado assunto.</p>
<p>Falaremos sobre Crowdsourcing, sabedoria das multidões, economia na terceira onda, Mashups, redes sociais de propósito geral e de nichos, blogosfera, novas mídias, Gov2.0 e muito mais.</p>
<h2>Onde e quando será?</h2>
<p>Tema: <strong>Redes sociais e Mídia Digital</strong><br />
Local do Evento: <strong>Auditório A3 &#8211; Unifor</strong><br />
Horário: <strong>08:00 às 12:00 h</strong><br />
Data: <strong>06/03/2010 – Sábado</strong></p>
<p>O evento terá Coffee Break patrocinado pelas empresas <a href="http://www.triadworks.com.br/">Triadworks</a> e <a href="http://www.milfont.org">Milfont Consulting</a> [até o momento] e Wifi Liberada para os participantes.</p>
<p>Evento organizado por: <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/twitter.com');" href="http://twitter.com/natanaelpantoja" target="_blank">Natanael Pantoja</a>, <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/twitter.com');" href="http://twitter.com/helcio">Helcio Brasileiro”</a>, <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/twitter.com');" href="http://twitter.com/emiliomoreno" target="_blank">Emílio Moreno</a> e <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/twitter.com');" href="http://twitter.com/cmilfont" target="_blank">Christiano Milfont</a></p>
<p>Natanael <a href="http://www.natanaelpantoja.com/tech/?p=421">já Blogou</a> sobre o evento</p>
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