Para encerrar a discussão

{ August 12th, 2008 }


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Autor: cmilfont

Meus 5 leitores devem ler o blog do Shoes, mas se alguém não o acompanha, vá nesse link e veja os argumentos definitivos nessa história toda sobre código e modelagem em esqueletinhos.

Ressalto a seguinte observação:

“A conclusão que nós chegamos é que engenheiros de software possuem o poder que falta para engenheiros civis/arquitetos e ainda assim usam as ferramentas de quem não tem este poder.”

Se alguém não entender essa frase eu posso desenhar, mas está claro e perfeito. Discussão encerrada.

Mas como sou um pessimista, sei que muitos [os de sempre] vão contestar com as mesmas falácias e sofismos.

Mas vá lá, leia o post inteiro e tire suas próprias discussões.

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Quanto custa PJ em relação a CLT

{ August 3rd, 2008 }


cmilfont

Autor: cmilfont

Saiu uma reportagem na revista “Época” na edição 532 de 28 de julho de 2008, coluna “Nossa Carreira” de Max Gehringer, sobre a comparação salarial entre CLT e PJ realizada pelo Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo com dados fornecidos pelo doutor Sergio Prado de Mello.

Pesquisei o assunto e obtive um link afirmando que o programa sairia no Fantástico do dia 20 de Julho de 2008, mas não encontrei o vídeo da reportagem no programa do dia 20. Se alguem achou, poste nos comentários, por favor.
Max Gehringer

Sergio Prado e Max Gehringer durante a entrevista.

O destaque da matéria é o trecho:

“Quanto mais alto for o salário CLT, menor será a influência dos benefícios fixos (assistência médica, cesta básica, vale-refeição e vale-transporte), e vice-versa.”

Onde o especialista, Dr. Sergio Prado demonstra uma tabela para faixa de valores de salários diferentes de como seria o cálculo para o correspondente entre as duas modalidades:

“R$ 1.000 por mês CLT = R$ 2.550 PJ (155% a mais);

R$ 1.500 CLT = R$ 3.200 PJ (113% a mais);

R$ 5.000 CLT = R$ 7.300 PJ (46% a mais);

R$ 10.000 CLT = R$ 13.300 PJ (33% a mais).”

Como o mercado no Brasil passa invariavelmente por essa situação de ter que escolher (em momentos não podemos escolher) entre as duas modalidades, é interessante conhecer essa proporção para uma negociação clara com o empregador.

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Livre circulação de informação ou pirataria?

{ May 20th, 2008 }


cmilfont

Autor: cmilfont

Ano passado fui entrevistado pelo Paulo Rebêlo do Uol sobre pirataria e livre circulação de informações, separei os trechos da entrevista para publicar nesse post. Pesquisando no Google sobre essa entrevista notamos que o texto foi bem divulgado.

Trecho da minha entrevista:

Para o empresário do ramo de informática Christiano Milfont, quem deveria ser enquadrado como criminoso são os atravessadores, desde locadoras que vendem filmes e mídias ilegais, aos estúdios e até os camelôs. “Mas isso geraria uma discussão social que envolveria mão de obra, emprego, sindicatos e o toda a indústria; e eles não querem isso, querem permanecer na hipocrisia e nesse maniqueísmo até quando der”, classifica.

“Este modelo comercial está falido, o modelo de compartilhamento está destruindo os grilhões que os atravessadores criaram ao longo dos séculos, agora o artista pode se apresentar diretamente ao seu público. Os novos modelos ainda são experimentais mas são a ótica de como deverá se comportar o artista no futuro”, profetiza Milfont. Ele cita o exemplo da hora, Tropa de Elite, cujo vazamento na internet causou um burburinho tão grande que economizou milhares de reais em propaganda. E o resultado? Cinemas lotados e talvez o filme nacional mais visto em todos os tempos. “Quanto de dinheiro pode ser fabricado nessa cultura de compartilhamento? Não temos idéia do montante porque a indústria teme a discussão aberta”, alfineta.

Fonte: Uol Tecnologias [http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2007/11/05/ult4213u183.jhtm]

Vale ressaltar que não concordo com a pirataria, mas a discussão sobre livre circulação de informações e até aonde vai o controle dos direitos autorais sobre bens não escassos é tensa e está longe de acabar. Outro momento volto a falar sobre isso e exponho tudo o que penso.

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