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	<title>Blog de desenvolvimento da Milfont Consulting, Client e Server-side &#187; Uncategorized</title>
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	<description>Blog da Comunidade Milfont Consulting, uma empresa especializada em desenvolvimento Web, principalmente Javascript, node.js e muito Javascript.</description>
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		<title>[Resenha] O Culto do Amador</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 13:39:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O livro O Culto do Amador de Andrew Keen é um ótimo e péssimo livro dependendo da visão de quem ler, na minha opinião. Ótimo livro para entendermos como pensa uma pessoa da segunda onda sobre choque de ondas e péssimo para quem tem mentalidade de segunda onda e quer entender os fenômenos que nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:left;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
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<p>Como um defensor da Terceira Onda eu não considero certo ou errado a concepção que as pessoas tem do mundo e de eventos e ações que parecem ser erradas para elas. O problema é que essas mesmas pessoas considerem erradas a visão das outras culturas e é isso o cerne desse livro.</p>
<p><a href="http://www.amazon.com/gp/product/0385520808?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=0385520808"><img class="alignright" title="The Cult of the Amateur" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/4172WzXNPrL._SL160_.jpg" alt="The Cult of the Amateur" width="107" height="160" /></a>Quando o autor trata sobre a morte da música em dois capítulos por causa do compartilhamento, praticamente é a idéia geral em todo o livro, ele esquece que a música já existia antes da revolução industrial, modelo que ele defende e acha correto.</p>
<p>Se perceberem, as pessoas com mentalidade de primeira onda acham que a música morreu e foi pasteurizada após o surgimento da rev. industrial. Esse choque de culturas é natural e esperado.</p>
<p>O autor não considera é que a troca de arquivos ou de &#8220;músicas&#8221; não está matando a música, está matando aquilo que entendemos como indústria musical, que para ele é o formato que dá sustentação para que surjam artistas, como foi educado a compreender.</p>
<p>O autor não investiga os fatos que estão destruindo modelos de negócios típicos da segunda onda, ele está preocupado como mantê-los. O modelo de negócios nessa onda são baseados em Hits. Como o custo de distribuição e produção é enorme, só existem duas classes: O astro e o desconhecido não-publicado.</p>
<p>A nova onda permite agora, por causa da<a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1644179/cauda+longa,+a?franq=170940"> cauda longa</a>, que pessoas antes impedidas pela limitação de recursos sejam publicadas num <a href="http://www.lulu.com/">Lulu.com</a> ou Youtube.</p>
<p>O conceito de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Amateur_professionalism">ProAm</a> ou <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prosumer">Prosumidor</a> é virulamente atacado no livro por considerar que isso vai afastar ou denigrir o trabalho profissional quando na verdade o que ocorre é que agora qualquer pessoas tem o direito &#8211; ou privilégio &#8211; de poder exercitar ou praticar determinada ação  e não que o profissional esteja impedido de exercer.</p>
<p>A visão de segunda onda é baseada no comando-controle e na concepção de que existem entidades ou departamentos, como governos e universidades, que controlam e decidem quem pode exercer determinado conhecimento após um processo burocrático de investigação. A idéia de que as pessoas tem liberdade de praticarem livremente e que o indivíduo tem escolhas é um desses fatores de choque que são defendidos no livro em favor da onda anterior.</p>
<p>A premissa de credibilidade que antes era imposta por um terceiro agente agora é dado ao indivíduo e a multidão que ele participa. Antes você tinha que ser escolhido por uma editora para publicar um livro e isso definia o conceito de sucesso per si, agora você pode simplesmente escrever o que bem entender, publicar e &#8220;ineditamente&#8221; ser comprado sem ter gasto 1 centavo em marketing. Essa concepção de valor também é criticada no livro.</p>
<p>Agora o que mais é sacrificado na visão do autor é o conceito de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing">Crowdsourcing</a>. Sabemos que uma multidão pode ser <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1313125/?franq=170940">facilmente controlada</a>, isso existe em todas as ondas e não será maior porque a credibilidade de algo é definido por essa multidão. O que investigamos é que <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1955787?franq=170940">modelos de negócios com base em Crowdsourcing</a> vão surgir invariavelmente, quer queiramos ou não. Nada do que fizermos vai evitar, apenas &#8211; no máximo &#8211; retardar, como foram todas as ações que a primeira onda tentou nesses últimos 300 ou 400 anos.</p>
<p>Eu acho um livro válido para se ter em minha biblioteca para ser a antítese de outras obras e explicação de ações que surgirão e se intensificarão nos próximos anos.</p>
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		<title>O Mundo Em Que Vivemos</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 15:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vocês já devem ter notado que estamos vivendo em um momento de transição na história da humanidade com profundas mudanças da sociedade, ao mesmo tempo e em todos os campos de conhecimento. Proliferam-se Buzzwords como Marketing 2.0, gestão 2.0, Governo 2.0 e outras pseudas-definições em determinados campos culturais para representar as mudanças sociais que teoricamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:left;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
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                        <script type="text/javascript" src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js"></script></div></div><p>Vocês já devem ter notado que estamos vivendo em um momento de transição na história da humanidade com profundas mudanças da sociedade, ao mesmo tempo e em todos os campos de conhecimento.</p>
<p>Proliferam-se <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Buzzword">Buzzwords</a> como Marketing 2.0, gestão 2.0, Governo 2.0 e outras <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_buzzwords">pseudas-definições</a> em determinados campos culturais para representar as mudanças sociais que teoricamente foram influenciadas pelas melhorias das comunicações, em especial as facilidades da internet e no que se convencionou de chamar <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_2.0">Web 2.0</a>.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21500460/mundo+e+plano,+o?franq=170940"><img class="alignleft" title="O Mundo é Plano" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img0/21500460.jpg" alt="O Mundo é Plano" width="180" height="180" /></a>Alguns autores já tentaram descrever esses fenômenos mas não chegaram a uma explicação homogênia, um exemplo poderia citar <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21500460/mundo+e+plano,+o?franq=170940">O Mundo é Plano</a> do jornalista <a href="http://www.thomaslfriedman.com/about-the-author">Thomas L. Friedman</a> que não conseguiu ser coeso em sua explicação e dá muitas voltas com algumas passagens confusas, apesar de coletar casos interessantes que ele identificou como sendo um fenômeno de achatamento do globo pelas facilidades das comunicações.</p>
<p>Talvez para compreendermos esse momento atual precisaremos de um conjunto de obras que juntas possam conseguir expor de forma clara os princípios e valores que moldam essas mudanças.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/12634?franq=170940"><img class="alignnone" title="Choque do Futuro" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img4/12634.jpg" alt="Choque do Futuro" width="180" height="180" /></a><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/62618/terceira+onda,+a?franq=170940"><img class="alignnone" title="A Terceira Onda" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img8/62618.jpg" alt="A Terceira Onda" width="180" height="180" /></a></p>
<p>Antes de tudo temos que falar no casal <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alvin_Toffler">Alvin</a> e Heidi Toffler. Foram eles que formataram as bases dessa transição em suas obras, com destaque para o livro <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/62618/terceira+onda,+a?franq=170940">A Terceira Onda</a> que é um aperfeiçoamento do pensamento de outra obra do casal chamada <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/12634?franq=170940">O Choque do Futuro</a>.</p>
<p>No livro <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/62618/terceira+onda,+a?franq=170940">A Terceira Onda</a> o casal Toffler definiu conceitos como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prosumer">Prosumer</a> que explicam porque a <a href="http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,1569514,00.html">Time elegeu &#8220;You&#8221; como a pessoa do ano em 2006</a>. Nessa obra os autores explicam as diferenças entre essas ondas culturais e porque estamos vivendo em um momento de transição pós-industrial.</p>
<p>As 3 ondas são identificadas como a sociedade agricultural, industrial e revolução pós-industrial.</p>
<h2>Primeira Onda</h2>
<p>A primeira onda é formada por agricultura e extrativismo, vindo desde a época posterior ao neolítico, quando o homem era caçador-coletor, passando por medievalismo até a renascença.</p>
<p>Basicamente é uma sociedade centrada no campo e na agricultura, até pode encontrar esporadicamente obras e casos típicos das outras ondas, mas não passa de capricho ou excentricidade e não forma da cultura. A idéia aqui é sobrevivência.</p>
<h2>A Segunda Onda</h2>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1764324/magnatas,+os?franq=170940"><img class="alignleft" title="Os Magnatas" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img4/1764324.jpg" alt="Os Magnatas" width="180" height="180" /></a>A segunda onda é baseada no industrialismo, iluminismo, na dicotomia burguesia vs proletário até meados da década de 50 do século 20 &#8211; quando os serviços ultrapassaram a indústria na geração de valor.</p>
<p>Antes de avançarmos na terceira onda é importante o entendimento das ondas anteriores e compreender como esse pensamento foi solidificado na cultura em geral.</p>
<p>A segunda onda é basicamente o período industrial e não há obra melhor para entender essa onda do que <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1764324/magnatas,+os?franq=170940">Os Magnatas</a>. Aqui verificamos que a a <a href="http://www.americanprecision.org/kit/Mod_1_Introductory_essay.pdf">revolução industrial foi impulsionado no Vale do rio Connecticut</a> com base na intercambialidade de peças na fabricação de armas, descobrimos que o pai da administração moderna, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Taylorismo">Frederick W. Taylor</a>, obteve sucesso profissional como engenheiro e não por suas teorias administrativas, que não passavam de pseudo-ciência.</p>
<p><a href="http://www.amazon.com/gp/product/1897597320?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=1897597320"><img title="Charles Mackay" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51c9cFoyKgL._SL160_.jpg" alt="Charles Mackay" width="99" height="160" /></a><a href="http://www.amazon.com/gp/product/0486419568?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=0486419568"><img title="Gustave Le Bon" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51Q012WY6RL._SL160_.jpg" alt="Gustave Le Bon" width="102" height="160" /></a><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1313125/?franq=170940"><img title="Sabedoria das multidões" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img5/1313125.jpg" alt="Sabedoria das multidões" width="180" height="180" /></a></p>
<p>A segunda onda foi basicamente a onda da massificação em todos os sentidos: produção, distribuição, consumação, educação, recreação, entretenimento baseado em Hits, entre outras coisas. O próprio modelo exigiu uma estrutura de comando-controle para organizar toda a infraestrutura necessária de &#8211; principalmente &#8211; atravessadores que eram necessários para fazer a máquina funcionar. Uma palavra que resume a geração é: &#8220;Burocracia&#8221;.</p>
<p>Essa massificação no cerne da segunda onda produziu regimes totalitários como o marxismo, fascismo, nazismo e variações como as ditaduras da América Latina, de Liberais [Chile] a conservadoras [Argentina e Brasil]. Não importa o sinal ideológico, no final todos acabam defendendo medidas semelhantes mas com propósitos diferentes.</p>
<p>Descobrimos em obras como<a href="http://www.amazon.com/gp/product/1897597320?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=1897597320"> Extraordinary Popular Delusions and the Madness of Crowds</a> e <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0486419568?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=0486419568">The Crowd: A Study of the Popular Mind</a> [não sei se esses livros possuem traduções] que as multidões são facilmente manipuláveis e quando o homem faz parte de um grupo deixa de raciocinar como indivíduo e passa a considerar opiniões alheias como verdadeiras por pressão social, mesmo que contradigam o que pensa.</p>
<h2>A Terceira Onda</h2>
<p>A terceira onda é justamente a era que vivemos com novidades como o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terceiro_setor">Terceiro setor</a>, foco em  serviços, tecnologia altamente desenvolvida, geração digital, compartilhamento sem imposição e conceito de liberdade nunca antes imaginado ou tolerado pela humanidade.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/32162/guerra+e+anti-guerra:+sobrevivencia+na+aurora+do+terceiro+milenio?franq=170940"><img class="alignnone" title="Guerra e Anti-Guerra" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img2/32162.jpg" alt="Guerra e Anti-Guerra" width="180" height="180" /></a><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/52331/powershift:+as+mudancas+do+poder?franq=170940"><img class="alignnone" title="Powershift: as Mudanças do Poder" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/52331.jpg" alt="Powershift: as Mudanças do Poder" width="180" height="180" /></a><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/19077/criando+uma+nova+civilizacao?franq=170940"><img class="alignnone" title="Criando uma Nova Civilização" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img7/19077.jpg" alt="Criando uma Nova Civilização" width="180" height="180" /></a><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21213151/riqueza+revolucionaria+:+o+significado+da+riqueza+no+futuro?franq=170940"><img class="alignnone" title="Riqueza Revolucionária : o Significado da Riqueza no Futuro" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/21213151.jpg" alt="Riqueza Revolucionária : o Significado da Riqueza no Futuro" width="180" height="180" /></a></p>
<p>O casal Toffler, nas obras seguintes, destilam argumentos e teorias em determinados campos de conhecimento com base no pensamento da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Third_Wave_(book)">Terceira Onda</a>, o qual aconselho lerem primeiro para estabelecer a base necessária para melhor aproveitar e entender os outros livros como <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/32162/guerra+e+anti-guerra:+sobrevivencia+na+aurora+do+terceiro+milenio?franq=170940">Guerra e Anti-guerra</a>, <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/52331/powershift:+as+mudancas+do+poder?franq=170940">Powershift: as Mudanças do Poder</a>, <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/19077/criando+uma+nova+civilizacao?franq=170940">Criando uma Nova Civilização</a> e <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21213151/riqueza+revolucionaria+:+o+significado+da+riqueza+no+futuro?franq=170940">Riqueza Revolucionária: o Significado da Riqueza no Futuro</a>.</p>
<p>Avançando na Terceira Onda, analisamos que <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/James_Surowiecki">James Surowiecki</a> em <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1313125/?franq=170940">A Sabedoria das Multidões</a> considera que há decisões sábias a partir de uma massa de pessoas quando é satisfeita a fórmula: diversidade de opinião + independência + descentralização + agregação. Essa teoria é a base de modelos como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing">Crowdsourcing</a>.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1955787?franq=170940"><img title="Wikinomics" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img7/1955787.jpg" alt="Wikinomics" width="180" height="180" /></a><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1644179/cauda+longa,+a?franq=170940"><img title="A Cauda Longa" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img9/1644179.jpg" alt="A Cauda Longa" width="180" height="180" /></a></p>
<p>A massificação não é combatida na terceira onda, mas transformada em compartilhamento e identificação de nichos que era inviáveis nas ondas anteriores.</p>
<p>A idéia de compartilhamento na terceira onda- como visto em <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1955787?franq=170940">Wikinomics</a> de <a href="http://dontapscott.com/">Don Tapscott</a> &#8211; é contrária aos princípios da segunda onda, o controle sobre os ativos da empresa não deve ser o foco dos negócios e sim extrair ativos de bens que teoricamente não estão sendo bem aproveitados. Entender que os melhores nem sempre estão dentro da sua organização e se beneficiar com o trabalho de interessados fora da empresa.</p>
<p>Aqui vale salientar que o compartilhamento da nova onda sofre interferência dos <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Amateur_professionalism">amadores</a> na produção que antes era exclusividade e reconhecimento dos profissionais. Lembram do Prosumer dito no início desse artigo?</p>
<p>Em <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1644179/cauda+longa,+a?franq=170940">A Cauda Longa</a>, Chris Anderson demonstra na economia que a Terceira Onda é a era dos nichos com o poder da massificação aliado a facilidade de comunicação, antes o que era inviável economicamente agora é possível. A segunda onda foi marcada pela cultura de Hits, ou seja, como era inviável produzir e distribuir todo mundo, apenas os melhores recebiam investimento.</p>
<p>O que era melhor era definido pelo filtro da indústria, esse filtro era baseado no que agradava a maioria, onde vimos em Sabedoria das Multidões que sempre é a média da massa.  Essa média poderia significar algo bom quando respeita a fórmula de decisões sábias ou algo desastroso quando saisfaz as condições como ditas por Le Bon ou Mackay.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21593238/free:+gratis+-+o+futuro+dos+precos?franq=170940"><img title="Free" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img8/21593238.jpg" alt="Free" width="180" height="180" /></a><a href="http://www.amazon.com/gp/product/1594201536?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=1594201536"><img title="Here Comes Everybody: The Power of Organizing Without Organizations" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51ITaUSGL%2BL._SL160_.jpg" alt="Here Comes Everybody: The Power of Organizing Without Organizations" width="102" height="160" /></a></p>
<p>Obras como <a href="http://www.amazon.com/gp/product/1594201536?ie=UTF8&amp;tag=milftech-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=1594201536">Here Comes Everybody: The Power of Organizing Without Organizations</a> de <a href="http://www.shirky.com/">Clay Shirky</a> e <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21593238/free:+gratis+-+o+futuro+dos+precos?franq=170940">Free</a> do <a href="http://www.thelongtail.com/">Chris Anderson</a> vem elucidar porque empresas como Facebook que são praticamente virtuais valem mais do que uma fábrica da Coca-cola com seus operários e coisas palpáveis, pelo menos para nós que somos &#8220;contaminados&#8221; com a visão da segunda onda.</p>
<p>A idéia do grátis hoje se contrapõe ao &#8220;não existe cafezinho grátis&#8221; da segunda onda por causa da distribuição. Produtos antes não interessantes agora são facilmente distriuídos e encontrados sem a necessidade de gastos com marketing e distribuição típicos da segunda onda e da cultura de Hits.</p>
<h2>O Choque de Gerações</h2>
<p>Os Toffler identificaram em suas obras que a geração de uma onda domina o mundo economicamente, mas não domina politicamente até que a onda se torne madura.</p>
<p>Verificamos que a burguesia (2ª onda) dominou o poder econômico mas não o poder político que continuou nas mãos da aristocracia (1ª onda) por muito tempo, da mesma forma que a geração digital (3ª onda) domina o poder econômico mas não o poder político que continua nas mãos da geração analógica (2ª onda) até esse momento.</p>
<p>Se você se sente cada vez mais não representado nas eleições, entenda que a política atual é para escolher candidatos com propostas e formas de governos preparados para a onda anterior.</p>
<p>O objetivo desse artigo não foi realizar um review de livros, mas identificar que a matriz tecnológica do que entendemos como Web 2.0 é consequência, e não causa, de movimentos culturais que interagem entre si moldando a sociedade.</p>
<p>Essa estrutura de produzir/consumir feito por todos envolve toda a concepção dessa nova onda, claro que respeitando formas de<a href="http://www.milfont.org/tech/2008/05/11/extrair-relevancia-da-cultura-do-inutil/"> extrair cultura útil ou não</a>. Evidente que o foco passa do grupo para o indivíduo, daquilo de que se considera algo útil ou não.</p>
<p>O objetivo principal para entender a nova onda que vivemos é compreender que a perspectiva não é mais do grupo e sim do indivíduo e que o choque dessas duas visões é o que molda os novos negócios.</p>
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		<title>Maré de Agilidade</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 13:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
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		<description><![CDATA[Ontem começou o Maré de Agilidade com o curso RR11 de Ruby on Rails da Caelum com o Fábio Kung, que não precisa de apresentações [se você não sabe quem é Fábio Kung então mude de profissão]. Como o Kung está indo integrar o time da Locaweb, [apesar de continuar como instrutor na Caelum] essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.igocoelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/mare_agilidade.jpeg" alt="Mare de Agilidade" /></p>
<p>Ontem começou o <a href="http://www.maredeagilidade.com.br/">Maré de Agilidade</a> com o curso <a href="http://www.caelum.com.br/curso/rr-11-ruby-on-rails/">RR11 de Ruby on Rails</a> da <a href="http://www.caelum.com.br">Caelum</a> com o <a href="http://www.fabiokung.com">Fábio Kung</a>, que não precisa de apresentações [se você não sabe quem é Fábio Kung então mude de profissão].</p>
<p>Como o Kung está <a href="http://fabiokung.com/2009/07/27/status-report-new-job-new-life/">indo integrar o time da Locaweb</a>, [apesar de continuar como instrutor na Caelum] essa é a última oportunidade de tê-lo conosco para ministrar esse curso, a turma foi agraciada com a sorte.</p>
<p><img src="http://s3.amazonaws.com/twitpic/photos/large/21428094.jpg?AWSAccessKeyId=0ZRYP5X5F6FSMBCCSE82&amp;Expires=1249479118&amp;Signature=4CwqGUZlOTxWlDFv3et3mnthV3Q%3D" alt="mare na Milfont Consulting" /></p>
<p>Na quinta e na sexta <a href="http://www.maredeagilidade.com.br/programacao.html">acontecerão os minicursos</a> oficiais do Maré de Agilidade com o <a href="http://manoelpimentel.blogspot.com/">Manoel Pimentel</a> da <a href="http://www.visaoagil.com/">Visão Ágil</a> e a turma da empresa <a href="http://www.seatecnologia.com.br">SEA Tecnologia</a> [ <a href="http://www.maredeagilidade.com.br/palestrantes.html?#willi">Renato Willi</a>, <a href="http://expressocapital.blogspot.com/">Bruno Pedroso</a> e <a href="http://www.maredeagilidade.com.br/palestrantes.html?#alegomes">Alexandre Gomes</a>],  ambos organizadores do evento.</p>
<p>No sábado acontecerão as palestras com todos que ministraram/rão cursos além de <a href="http://blogue.claviustales.com.br/">Clavius Tales</a>, Fabiano Milani da <a href="http://www.adaptworks.com.br/">Adaptworks</a> e um tal de Christiano Milfont.</p>
<p>Todos os minicursos estão com vagas esgotadas, se você quiser ainda participar do Maré de Agilidade, <a href="http://www.fortestreinamentos.com.br/v3/inscricaoOnline.php?id=465">corra para a inscrição das palestras</a> enquanto há tempo.</p>
<p>Para finalizar o Maré, a Adaptworks promove o curso &#8220;Planejamento e estimativas em projetos ágeis&#8221;, através do telefone (11)5585-7738 ou pelo e-mail contato@adaptworks.com.br na sede do CGDT.</p>
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		<title>Tornar-se um mito!</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 16:57:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[crowds]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<category><![CDATA[mito]]></category>
		<category><![CDATA[sabedoria das massas]]></category>

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		<description><![CDATA[Mitos são importantes porque representam uma imagem de sucesso e glória que todo mundo almeja, mas a áurea do mito transcende sua obra. Mitos não são criados por serem explicáveis, são idolatrados! Os fatores que fazem um mito ser criado podem ser ruins ou bons para a verdade, mas a verdade é sempre factual até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mitos são importantes porque representam uma imagem de sucesso e glória que todo mundo almeja, mas a áurea do mito transcende sua obra. Mitos não são criados por serem explicáveis, são idolatrados!</p>
<p>Os fatores que fazem um mito ser criado podem ser ruins ou bons para a verdade, mas a verdade é sempre factual até na ciência e quem decide se alguém se tornará mito ou não é a trajetória desse alguém.</p>
<p>Tornar-se um mito é um caminho pessoal apenas e não depende necessariamente de conhecimento ou proficiência, depende mais de escolhas e estratégias adotadas durante o caminho de mitificação, seja na falsificação ou na comprovação de sua excelência.</p>
<h2>Imprimindo sua marca</h2>
<p>No livro <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cauda_Longa">A Cauda Longa</a>, o autor -Chris Anderson &#8211; fala em três princípios:</p>
<ol>
<li>Crie;</li>
<li>Anuncie;</li>
<li>Faça-me descobri-lo.</li>
</ol>
<p>A construção de um mito não necessariamente precisa seguir os três passos, apenas o terceiro item já que todo mito é construído principalmente ao se fazer descobrir.</p>
<p>Ninguém se torna um mito sendo excelente no que faz e sim sendo excelente em fazer as pessoas o acharem excelente no que faz.</p>
<h2>Eistein era uma farsa</h2>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9sar_Lattes">César Lattes</a> descobriu o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9son">Méson-pi</a>, nem por isso ganhou o Nobel, ele reconheceu que não tinha o &#8220;networking&#8221; necessário. A desculpa é que apenas o líder de um projeto era agraciado com o &#8220;Oscar da Ciência&#8221; sendo que isso não foi e nem é verdade já que vários outros casos não seguiram &#8220;as regras&#8221;.</p>
<p><a href="http://cristaldo.blogspot.com/2005/03/mais-um-impostor-comemora-se-nesta.html">Eistein era uma farsa</a>, mas o mito em volta dele tem mais a ver com o <a href="http://verdade1945.blogspot.com/2008/09/albert-einstein-o-farsante.html">círculo que Eistein frequentou</a> do que suas capacidades.</p>
<p>O mito de Eistein tem força até em sua biografia, quando lemos que foi um garoto idiota, com problemas de concentração e um aluno medíocre nos sentimos inspirados. Como a maioria da população é medíocre, nos identificamos de imediato com a esperança que podemos nos tornar alguém especial de uma hora para outra como em um estalo.</p>
<p>Eistein plagiou o trabalho de Poincaré, que só tinha acesso a revistas insignificantes, enquanto Eistein era publicado em grandes revistas de física e frequentava a alta elite científica de sua época.</p>
<p>Entre em uma academia hoje e diga que Eistein era um farsa, ninguém dará atenção porque isso não importa para ninguém, a tônica aqui é que a grande maioria está à procura de um ídolo para idolatrar e não saber a verdade.</p>
<p>Isso é perigoso para todo mundo porque se baseia na propaganda do Führer:</p>
<blockquote><p>&#8220;Uma mentira dita várias vezes se torna verdade.&#8221;</p></blockquote>
<h2>Lutar contra todos é um trabalho árduo</h2>
<p>Um coisa difícil é contornar o senso comum, depois que a população acredita em fatos ou informações dadas como verdadeiras, a verdade é anulada pela predisposição que temos em aceitar que uma opinião ou fato não pode ter mais peso do que a opinião de todos.</p>
<p>No livro <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sabedoria_das_Multid%C3%B5es">Sabedoria das Massas</a>, o autor demonstra um experimento realizado por um canal de tv. Esse programa colocou um sujeito olhando para cima, algumas pessoas passavam, olhavam e ao verem que nada havia, iam embora. A mesma esperiência foi repetida com um grupo de pessoas olhando para cima, só que dessa vez as pessoas olhavam e se recusavam a irem embora sem saber o que era, porque não acreditavam que várias pessoas olhando para cima não poderia ser nada.</p>
<p>As ideologias sabem aproveitar o senso comum, Führer se tornou Chanceler não porque fosse brilhante estrategista -inclusive era também um artistas medíocre &#8211; e sim porque sabia manipular e tinha um círculo influente.</p>
<p>Ninguém se torna um ditador sem apoio popular de seus conterrâneos e o nazismo soube aproveitar o sentimento europeu de que existia uma conspiração judáica que pretendia dominar o mundo.</p>
<h2>Judaísmo, o maior Networking que ja existiu</h2>
<p>A maioria dos judeus que conheci são ateus, conhecedores profundos de sua religião e praticantes severos de rituais e dogmas mesmo não acreditando em D&#8217;us. Não há importância se Javé existe ou não, o importante é a unicidade que a religião propcia.</p>
<p>O Islã tem mais praticantes do que o Cristianismo, mas eles não possuem a unicidade que há no Judaísmo. Ser judeu é algo que é maior do que uma religião. É a identificação de uma cultura que delimita e demarca os seres que a praticam.</p>
<p>Isso tudo forma uma espécie de &#8220;Networking&#8221; sem precedentes na história de humanidade e por conta disso uma grande brecha para teorias conspiratórias. Só comparado a outro grande movimento cultural: os maçons.</p>
<p>O Judaísmo sempre foi perseguido, de egípcios a nazistas, passando por cristãos a islâmicos, todo mundo tentou exterminá-los porque a unicidade de sua cultura incomoda todo o resto. Todo grupo beneficia seus membros mas pode ser um entrave a todo o resto.</p>
<p>A formação de grupos com o chamado &#8220;acordo de cavalheiros&#8221; sempre existiu e sempre vai existir, faz parte da nossa necessidade biológica &#8211; de símios que somos &#8211; formarmos bandos para nos protegermos.</p>
<p>O Networking acaba criando uma rede social natural que proteje aqueles que a abrigam, então é comum as decisões serem baseados no benefício aos membros do &#8220;grupo&#8221;.</p>
<p>Dificilmente a barreira do grupo vai ser prejudicada em detrimento a um elemento fora do grupo, grupos podem ser bons ou maus, mas a identificação com um faz com que o mito seja reverenciado. Ninguem se torna um mito sem um grupo de facilitadores e multiplicadores.</p>
<p>Observe a lista dos ganhadores do Nobel, vai ver um grupo enorme de judeus, não porque se reunem para decidir quem será o próximo ganhador ou porque possuem conselhos conspiratórios de dominação mundial e sim porque o grau de afinidade compartilhado pela cultura em comum facilita o trânsito natural ao prêmio almejado.</p>
<p>O mito sairá de um grupo, quem imprimir sua marca dentro daquele grupo será seguido pelos demais. Depois de se tornar o macho-alfa, o grupo o defenderá, até lá tem um trabalho de bater cabeças com outros varões em busca de liderar o bando.</p>
<p>Evidente que o líder sempre recebe os méritos de seu bando, Newton não criou toda sua ciência sem ajuda de seus aprendizes &#8211; dizem até as más línguas que uma das teorias de Newton foi de um pupilo que compartilhou não só os trabalhos como sua cama também, mas aí foge das nossas especulações.</p>
<h2>Torne-se um mito por ser excelente!</h2>
<p>Eu tenho um grande prazer de desmascarar mitos fajutos &#8211; claro que só posso fazer isso em mitos pequenos que estão acessíveis às minhas garras. Chega a me dar um prazer orgástico quando consigo desmascarar todos os auto-bajuladores, principalmente daqueles que gostam de se promoverem às custas do trabalho alheio.</p>
<p>Geralmente esses mitos fajutos conseguem liderar seu bando se fortalecendo em duas principais correntes: autoridade e amizade, não necessariamente unidos mas se assim o for, é potencializado. Una isso ao senso comum e você tem um mito pronto.</p>
<p>A Autoridade é fácil de ser conseguida, trazendo para nossa realidade basta um doutorado por exemplo, a opinião de alguém com um doutorado sempre vai pesar mesmo que a discussão seja fora do âmbito de conhecimento desse doutor. O apelo a autoridade pode ser conseguido de forma fácil, mas é frágil a longo prazo.</p>
<p>Amizade é um pouco mais difícil, requer além de grande esperteza, um pouco de sorte e dom em saber manipular as pessoas. Um nome mitificado é defendido pelos membros de seu grupo insanamente, não precisa de argumentos sólidos.</p>
<p>Mitos sempre vão existir, nosso altar psicológico clama por um mito a ser venerado.</p>
<p>Por isso temos a obrigação moral de lutar contra os mitos fajutos permitindo a mitificação natural dos que merecem de fato serem invejados e seguidos.</p>
<p>Seja bom no que faz mas apareça, mostre ao mundo que você é excelente, não apenas que conhece a pessoa certa. A cada mito criado pelo mérito de ser bom, um fajuto a menos é retirado do altar. O Olimpo não é para todos, é estrito e deveria ser apenas aos que merecem.</p>
<p>Perdi a conta de quantos profissionais excelentes com enorme potencial serem desprestigiados por não serem notados, enquanto miseráveis conseguem imprimir sua marca por saberem jogar esse jogo da mitificação de um nome.</p>
<p>Vocês tem dois caminhos principais, o fácil que é montar apenas um bom networking e o outro que é ser excelente e fazer as pessoas saberem disso.</p>
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		<title>Hello world!</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 09:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Seja bem vindo ao meu novo espaço que tratarei exclusivamente de desenvolvimento, sobretudo WEB!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seja bem vindo ao meu novo espaço que tratarei exclusivamente de desenvolvimento, sobretudo WEB!</p>
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