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		<title>Desconferência Unifor foi muito boa</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 19:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A desconferência que tentávamos realizar há tempos foi um sucesso, só terminou porque os funcionários da Unifor queriam ir embora e tinham que fechar o auditório  
Cometemos alguns erros, aqui vale até justificar por ter sido o primeiro evento e não sabíamos  muito bem qual o formato a escolher e como seria recepcionado, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Momento EMO na Desconferência UNIFOR on Twitpic" href="http://twitpic.com/17d74l"><img class="alignleft" style="margin: 10px;" src="http://twitpic.com/show/thumb/17d74l.jpg" alt="Momento EMO na Desconferência UNIFOR on Twitpic" width="150" height="150" /></a>A <a href="http://www.milfont.org/tech/2010/03/01/i-desconferencia-unifor/">desconferência</a> que tentávamos realizar há tempos foi um sucesso, só terminou porque os funcionários da Unifor queriam ir embora e tinham que fechar o auditório <img src='http://www.milfont.org/tech/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Cometemos alguns erros, aqui vale até justificar por ter sido o primeiro evento e não sabíamos  muito bem qual o formato a escolher e como seria recepcionado, mas corrigiremos ou pelo menos tentaremos para as próximas edições. Mesmo com os erros a coisa foi se ajustando no melhor espírito livre que deve mover esse tipo de evento, até algumas desconferências eram formadas fora do auditório.</p>
<div>
<div><a href="http://picasaweb.google.com.br/handersonbf/1DesconferenciaUnifor06Marco2010#5445682541730701794"><img class="alignright" style="margin: 10px;" src="http://lh5.ggpht.com/_ixVOzmHRw-A/S5Lza1NnoeI/AAAAAAAAdVo/uNDH_i2h-Rk/s128/DSC05740.JPG" alt="" width="128" height="96" /></a></div>
</div>
<p>Na próxima vamos evitar demorar mais de meia hora em um mesmo tempo, a discussão mercado vs academia, que é muito importante, excedeu e comecou a dar voltas. Não era para ninguem ter se melindrado e ter puxado logo a mudança. Na próxima sem apresentação de slides, apenas Open Space [só que todo mundo sentado mesmo] e com microfone que consiga chegar a todos.</p>
<div>
<div><a href="http://picasaweb.google.com.br/handersonbf/1DesconferenciaUnifor06Marco2010#5445682823101482962"><img class="alignleft" style="margin: 10px;" src="http://lh4.ggpht.com/_ixVOzmHRw-A/S5LzrNZpB9I/AAAAAAAAdYs/fnWYK0ovc38/s128/DSC05750.JPG" alt="" width="128" height="96" /></a></div>
</div>
<div>
<div><a href="http://picasaweb.google.com.br/handersonbf/1DesconferenciaUnifor06Marco2010#5445682841178379154"><br />
</a></div>
</div>
<p><a href="http://picasaweb.google.com.br/handersonbf/1DesconferenciaUnifor06Marco2010#5445682862541164034"><img class="alignright" style="margin: 10px;" src="http://lh3.ggpht.com/_ixVOzmHRw-A/S5LztgUyzgI/AAAAAAAAdZI/D7o-Fj06VqM/s128/DSC05752.JPG" alt="" width="128" height="96" /></a></p>
<p>Enfim, confira <a href="http://www.natanaelpantoja.com/tech/2010/03/i-desconferencia-unifor-mais-informacoes/">aonde realizamos</a> e <a href="http://www.ricardoaccioly.com.br/i-desconferencia-da-unifor/">como</a> foi na <a href="http://wgabriel.net/2010/03/06/desconferencia-unifor-redes-sociais-e-midias-digitais/">opinião</a> de quem <a href="http://www.natanaelpantoja.com/tech/2010/03/i-desconferencia-unifor-sucesso/">participou</a>. Destaque para o <a href="http://twitcam.com/he01">video</a> que o <a href="http://www.ricardoaccioly.com.br">Ricardo</a> gravou ao transmitir o evento ao vivo pela rede, nem tinhamos pensado nisso, além das fotos que o <a href="http://picasaweb.google.com.br/handersonbf/1DesconferenciaUnifor06Marco2010">Handerson tirou</a>. Se não fosse o <a href="http://twitter.com/wgabriel1" target="_blank">@wgabriel1</a> não teríamos conseguido, sua participação foi crucial.</p>
<p>Vamos discutir no <a href="http://webceara.ning.com/group/desconferencia">grupo que foi criado</a> sobre como serão os próximos eventos.</p>
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		<title>Defesa Tardia do RUP</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 17:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu ia escrever um post gigantesco sobre o porquê do RUP ter morrido mas vou tentar ir direto pro cerne da questão. Ultimamente eu vejo muita gente dizer que RUP não deu certo por culpa humana e que só existem 3 caras no Brasil inteiro que entendem como a mágina do RUP funciona, entre outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu ia escrever um post gigantesco sobre o porquê do RUP ter morrido mas vou tentar ir direto pro cerne da questão. Ultimamente eu vejo muita gente dizer que RUP não deu certo por culpa humana e que só existem 3 caras no Brasil inteiro que entendem como a mágina do RUP funciona, entre outros argumentos desse estilo.</p>
<p>É muito fácil defender RUP hoje em dia depois de toda evolução do mercado [que diga-se de passagem o RUP só ajudou sendo a antítese do caminho correto], duvido que esses 3 únicos caras que supostamente conhecem a pedra filosofal do RUP fizessem o que fazem [ou devem fazer] hoje antes desses últimos 15 anos de discussão e experimento ágil.</p>
<p>É difícil imaginar que Kent Beck, Martin Fowler e tantos outros que começaram a propagar o agilismo após o manifesto ágil não conhececem RUP a ponto de,  como os defensores atuais do RUP afirmam: &#8220;renomearam práticas antigas com nomes novos&#8221;.</p>
<p>Meus caros, práticas não são o coração do agilismo, são os valores e princípios. RUP sempre valorizou os itens à direita em detrimento aos itens à esquerda no manifesto ágil, então não me venham com essa de que seguir o plano nunca foi prioritário do RUP. RUP é uma metodologia que não deu certo porque foi uma tentativa de taylorizar o desenvolvimento de software.</p>
<p>ps. Notaram que não linkei nada? Preguiça de responder esse tipo de coisa.</p>
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		<title>Transparência inédita na saúde pública</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 11:13:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É com satisfação que vejo o trabalho da Milfont Consulting participando diretamente na transparência da saúde pública no estado do Ceará.
O governo do estado inaugurou essa semana &#8220;A Conta do Paciente&#8220;, um projeto inédito no Brasil que vai informar ao paciente quanto foi sua despesa desde a entrada no hospital até sua alta. Esse tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É com satisfação que vejo o trabalho da Milfont Consulting participando diretamente na transparência da saúde pública no estado do Ceará.</p>
<p>O governo do estado <a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=745869">inaugurou essa semana</a> &#8220;<a href="http://www.ceara.gov.br/noticias/pacientes-poderao-saber-custos-dos-tratamentos">A Conta do Paciente</a>&#8220;, um projeto inédito no Brasil que vai informar ao paciente quanto foi sua despesa desde a entrada no hospital até sua alta. Esse tipo de atuação aproxima o governo da agilidade que a sociedade cobra em relação à transparência nas contas públicas, antes era quase impossível saber o custo real por paciente. Fora que a secretaria vai saber precisamente e em tempo real os custos por unidade, além de facilitar a tomada de decisões que podem salvar vidas.</p>
<p>Esse formulário detalhado com a conta do paciente é possível graças ao <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Erp">ERP</a> especialista em gestão hospitalar pública da empresa Insystem, nosso cliente e parceiro. A Insytem acreditou em nosso trabalho e é um dos maiores Cases, senão o melhor.</p>
<p>O ERP foi construído 100% com base em <a href="http://www.milfont.org/tech/tag/tdd/">TDD</a> em Java usando DWR, Hibernate e  Spring basicamente. Alguns requisitos necessários de usabilidade utilizam Reverse Ajax com DWR. O sistema é totalmente ajax e utiliza o <a href="http://www.milfont.org/tech/2009/06/29/introducao-ao-ext/">Extjs</a> seguindo a filosofia <a href="http://www.milfont.org/tech/2008/09/08/mvc-model-3-e-camadas/">model 3</a>. Fizemos <a href="http://www.milfont.org/tech/2009/07/02/extjs-e-dwr/">algumas customizações</a> no Extjs para se integrar ao DWR de forma transparente.</p>
<p>Fomos ágeis desde o primeiro momento, mas nunca nos preocupamos em implantação de processo, metodologia ou qualquer coisa que o foco não fosse software saudável. XP foi algo natural, valores e princípios foram assimilados desde o primeiro dia, mas foi e é o software funcionando e livre de erros [o mais livre possível] que nos moveu.</p>
<p>Destaque para o <a href="http://javaneses.wordpress.com/">Felipe Andrade</a>, funcionário da Insystem que se tornou especialista em Extjs com DWR e hoje domina e é talvez o maior conhecedor da união desses Frameworks no estado.</p>
<p>Agradecimentos especiais aos diretores Evando Chaves e Marcelo Meirelles que investiram nessa solução e tiveram a sagacidade de sair na frente da concorrência entendendo que software funcionando é mais importante do que processos bonitos e pomposos, afinal o barco não chega na frente por causa do tambor e sim dos remadores. A Insystem está de parabéns por ter enfrentado todas as correntes contrárias e ter chegado a essa vitória investindo e apostando no fator humano como responsável para a vitória.</p>
<p>Esse é um Case que entrou para a história, estamos procurando outra solução semelhante na saúde pública do Brasil e até agora não encontramos nada.</p>
<p>Orgulhoso por participar dessa conquista.</p>
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		<title>I Desconferência Unifor</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 14:50:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[INSCRIÇÕES ENCERRADAS
No próximo sábado [06/03/2010] vamos participar da I Desconferência sobre o tema &#8220;Redes Sociais e Mídias Digitais&#8221; na Unifor. Faça já sua inscrição.
Formato
Utilizaremos um misto de Open Space e Lightning Talk que são formatos conhecidos em desconferência, basicamente  sessões curtas de 15 minutos abertas por um mestre de cerimônias e com  convidados especiais que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">INSCRIÇÕES ENCERRADAS</h1>
<p>No próximo sábado [06/03/2010] vamos participar da I <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desconfer%C3%AAncia">Desconferência</a> sobre o tema &#8220;Redes Sociais e Mídias Digitais&#8221; na Unifor. Faça já sua <a href="http://spreadsheets.google.com/viewform?hl=pt_BR&amp;formkey=dC12UEdCbUdZZUQyZ2x0T3FxbDcwdVE6MA">inscrição</a>.</p>
<h2>Formato</h2>
<p>Utilizaremos um misto de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Open_Space_Technology">Open Space</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lightning_Talk">Lightning Talk</a> que são formatos conhecidos em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desconfer%C3%AAncia">desconferência</a>, basicamente  sessões curtas de 15 minutos abertas por um mestre de cerimônias e com  convidados especiais que iniciarão as discussões sobre um determinado assunto.</p>
<p>Falaremos sobre Crowdsourcing, sabedoria das multidões, economia na terceira onda, Mashups, redes sociais de propósito geral e de nichos, blogosfera, novas mídias, Gov2.0 e muito mais.</p>
<h2>Onde e quando será?</h2>
<p>Tema: <strong>Redes sociais e Mídia Digital</strong><br />
Local do Evento: <strong>Auditório A3 &#8211; Unifor</strong><br />
Horário: <strong>08:00 às 12:00 h</strong><br />
Data: <strong>06/03/2010 – Sábado</strong></p>
<p>O evento terá Coffee Break patrocinado pelas empresas <a href="http://www.triadworks.com.br/">Triadworks</a> e <a href="http://www.milfont.org">Milfont Consulting</a> [até o momento] e Wifi Liberada para os participantes.</p>
<p>Evento organizado por: <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/twitter.com');" href="http://twitter.com/natanaelpantoja" target="_blank">Natanael Pantoja</a>, <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/twitter.com');" href="http://twitter.com/helcio">Helcio Brasileiro”</a>, <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/twitter.com');" href="http://twitter.com/emiliomoreno" target="_blank">Emílio Moreno</a> e <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/twitter.com');" href="http://twitter.com/cmilfont" target="_blank">Christiano Milfont</a></p>
<p>Natanael <a href="http://www.natanaelpantoja.com/tech/?p=421">já Blogou</a> sobre o evento</p>
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		<title>Você está nivelando por baixo e/ou não conhece seus desenvolvedores</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 14:34:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um amigo fez a seguinte pergunta que é muito comum hoje em dia com adoção crescente sobre linguagens dinâmicas, principalmente Ruby:
(&#8230;)&#8221;A dúvida era essa: Linguagens dinâmicas dão maiores possibilidades de inclusão de erro no código com isso aumentando de forma significativa a refatoração.&#8221;(&#8230;)
Em conversa com um excelente desenvolvedor aqui no Ceará, Delberto Muniz, ele escreveu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um amigo fez a seguinte pergunta que é muito comum hoje em dia com adoção crescente sobre linguagens dinâmicas, principalmente Ruby:</p>
<blockquote><p><strong>(&#8230;)&#8221;A dúvida era essa: Linguagens dinâmicas dão maiores possibilidades de inclusão de erro no código com isso aumentando de forma significativa a refatoração.&#8221;(&#8230;)</strong></p></blockquote>
<p>Em conversa com um excelente desenvolvedor aqui no Ceará, <a href="http://twitter.com/delbert_ce">Delberto Muniz</a>, ele escreveu a seguinte resposta:</p>
<blockquote><p>Estava relendo um livro sobre os primórdios da programação e houve um debate semelhante: Os programadores Assembly achavam que programar em Fortan dava maiores possibilidades de erros porquê o programador não tinha total controle sobre o código gerado.</p>
<p>Dez anos depois o pessoal do Fortran falou mal do Algol porquê Algol abstraía demais e o programador não tinha total controle sobre a linguagem.</p>
<p>Aí veio o pessoal do C/C++ dizendo que Java abstraía demais, deixando margens a bugs serem introduzidos nos programas pelo compilador e/ou pela vm ou porquê simplesmente ele não estava alocando/desalocando memória manualmente.</p>
<p>Só mudaram as linguagens &#8211; o debate é sempre o mesmo: Se eu aumentar a abstração, meus programadores vão fazer besteira?<br />
<strong><br />
Se você está com essa dúvida, sinto muito: Você está nivelando por baixo e/ou não conhece seus desenvolvedores.</strong></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Uma previsão infelizmente acertada</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2010/01/16/uma-previsao-infelizmente-acertada/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 14:42:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quando eu escrevi sobre o aumento do pior tipo de conservadorismo no mundo conversei com muita gente que disse ser exagero meu, não era bem assim.
Esse conflito na Itália reforça que o aumento do fascismo e de conflitos étnicos só tende a aumentar.
Segundo o Tiago Thuin, no blog &#8220;Samba do Avião&#8220;, o norte da Itália [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu escrevi <a href="http://www.milfont.org/tech/2009/11/02/aumento-do-conservadorismo/">sobre o aumento do pior tipo de conservadorismo</a> no mundo conversei com muita gente que disse ser exagero meu, não era bem assim.<br />
Esse <a href="http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/01/11/violencia-deixa-cidade-italiana-sem-imigrantes-915506017.asp">conflito na Itália</a> reforça que o aumento do fascismo e de conflitos étnicos só tende a aumentar.<br />
Segundo o Tiago Thuin, no blog &#8220;<a href="http://sambadoaviao.blogspot.com/">Samba do Avião</a>&#8220;, o <a href="http://sambadoaviao.blogspot.com/2010/01/um-dia-sem-africanos.html">norte da Itália que era considerado mais preconceituoso</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Retrospectiva 2009</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2009/12/28/retrospectiva-2009/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 15:43:52 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Maré de Agilidade]]></category>
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		<category><![CDATA[offtopic]]></category>
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		<category><![CDATA[xpce]]></category>

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		<description><![CDATA[
Fonte: Jornal OPOVO 
Esse foi um bom ano, iniciei 2009 abrindo outra empresa e saindo da Triadworks que continua Triad (com o Carlos Átila, além do Handerson Frota e o Rafael Ponte) e agora parceira e amiga.
Minha empresa, a Milfont Consulting foi o profissionalismo de algo que eu já vinha fazendo há algum tempo: Mentoring, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Jornal OPOVO  (Foto: IGOR DE MELO)" href="http://www.opovo.com.br/opovo/esportes/img/937000_not_fot.jpg"><img src="http://www.opovo.com.br/opovo/esportes/img/937000_not_fot.jpg" alt="Jornal OPOVO  (Foto: IGOR DE MELO)" /></a><br />
<cite>Fonte: <a href="http://opovo.uol.com.br/opovo/esportes/937000.html">Jornal OPOVO</a> </cite></p>
<p>Esse foi um bom ano, iniciei 2009 abrindo outra empresa e saindo da <a href="http://www.triadworks.com.br/">Triadworks</a> que continua Triad (com o <a href="http://www.carlosatilaabreu.blogspot.com/">Carlos Átila</a>, além do <a href="http://www.handersonfrota.com.br/">Handerson Frota</a> e o <a href="http://www.rponte.com.br/">Rafael Ponte</a>) e agora parceira e amiga.</p>
<p>Minha empresa, a Milfont Consulting foi o profissionalismo de algo que eu já vinha fazendo há algum tempo: Mentoring, treinamento e coaching em desenvolvimento de software, só que agora focado em XP e um nicho específico de linguagem, Ruby. Sobre Rails eu vou fazer um post a parte, sobre o mercado local e meus projetos.</p>
<p>Dois clientes em especial marcaram o ano da Milfont Consulting, o Grupo <a href="http://www.grupotubform.com.br/">Tubform</a> que vem montando um dos maiores projetos em Rails no Brasil que tenho notícia e o <a href="http://www.grupofortes.com.br/">Grupo Fortes</a> que lançou recentemente o <a href="http://www.f2rh.com.br/">F2RH</a>, um portal gratuito para empresas e profissionais que desejam contratar e serem contratados respectivamente. Claro que meus antigos clientes continuam com atenção especial, mas já estão bem maduros em seus sistemas e processos o que me alegra enormemente e me dão aquela satisfação profissional que é motivo para continuar o trabalho que estamos fazendo.</p>
<p>Em relação à comunidade de desenvolvimento de software começamos (eu e <a href="http://www.igocoelho.com.br/">Igo Coelho</a>) o ano criando um grupo de discussões sobre XP exclusivamente do Ceará, o <a href="http://www.xpce.org/">XPCE</a>, do qual <a href="http://www.milfont.org/tech/2009/03/08/extreme-programming-no-ceara/">explico os motivos nesse post</a>. Depois convidamos o Henrique Landim e por último o <a href="http://franciscobarroso.blogspot.com/">Francisco Barroso</a> para se tornarem coordenadores.</p>
<p><a class="alignleft" title="Curso Caelum em Fortaleza - agosto 2009 on Twitpic" href="http://twitpic.com/vl5kd"><img class="alignleft" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://twitpic.com/show/thumb/vl5kd.jpg" alt="Curso Caelum em Fortaleza - agosto 2009 on Twitpic" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Em agosto realizamos o <a href="http://www.milfont.org/tech/2009/08/12/cobertura-do-mare-de-agilidade/">Maré de Agilidade Fortaleza</a>, que nos deu uma boa perspectiva de como fazer um evento, aprendemos muito com os erros cometidos e vamos para 2010 agora com profissionalismo. Nesse mesmo evento nós formamos a primeiro turma da <a href="http://www.caelum.com.br/">Caelum</a> em Fortaleza, aos trancos e barrancos conseguimos trazer o <a href="http://www.fabiokung.com/">Fábio Kung</a> para nos ensinar um Rails de qualidade. Agradeço a <a href="http://www.caelum.com.br/">Caelum</a> e principalmente ao <a href="http://twitter.com/paulo_caelum/">Paulo Silveira</a> por nos ter presenteado com a vinda do Fábio Kung, que é um dos melhores profissionais do mundo e conseguiu impressionar profissionais com anos de mercado e alguns com mais de um ano em Rails mesmo sendo um curso básico. Em 2010 vamos tentar trazer a Caelum mais vezes.</p>
<p>Não daria para citar todos os amigos e profissionais envolvidos nesses eventos da XPCE, mas agradeço o desprendimento de todos vocês, quem nos acompanha sabe o esforço e dedicação que todos fizeram.</p>
<p><a class="alignleft" title="Share photos on twitter with Twitpic" href="http://twitpic.com/vl1hs"><img style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://twitpic.com/show/thumb/vl1hs.jpg" alt="Share photos on twitter with Twitpic" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Esse ano li <a href="http://www.shelfari.com/cmilfont/tags/web%202_2e_0">cerca de 20 livros</a> para um <a href="http://www.milfont.org/tech/research/crowds/">projeto de pesquisa que estou escrevendo</a>, além de <a href="http://www.shelfari.com/cmilfont/shelf">alguns livros técnicos</a>. Fui muito ao cinema para assistir desenhos e filmes de ação com meu filho mas tive pouco tempo para escrever como eu gostaria.<a href="http://www.lastfm.com.br/user/cmilfont"> Ouvi pouco rock esse ano</a>, já que passo o tempo quase todo em clientes e não dá para voce botar fones de ouvidos quando trabalhamos com consultoria.</p>
<h2>Tempo de correr</h2>
<p>Em Setembro eu comecei um <a href="http://blogs.opovo.com.br/tempodecorrer/categorias/desafio-do-christiano/">desafio do jornal OPOVO</a> a convite do jornalista <a href="http://blogs.opovo.com.br/tempodecorrer/hamilton-nogueira/">Hamilton Nogueira</a> para sair do sedentarismo e <a href="http://opovo.uol.com.br/opovo/esportes/906206.html">fazer uma corrida de 5 km</a>. Como não nego uma boa briga, além de topar eu aumentei para 10 km, se vamos morrer pelo menos vamos com classe. O <a href="http://opovo.uol.com.br/opovo/esportes/937000.html">resultado foi que fiz a prova da Unifor</a>, 10 km, em 1:16 aproximadamente.</p>
<p><a class="alignright" title="CampeÃ£o on Twitpic" href="http://twitpic.com/ucbm8"><img style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://twitpic.com/show/thumb/ucbm8.jpg" alt="CampeÃ£o on Twitpic" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Essa saída do sedentarismo foi graças ao acompanhamento do preparador físico Pedro Sena (<a href="http://opovo.uol.com.br/hotsite/quality/quality-acessoria-esportiva.html">Quality Assessoria</a>) que teve muita paciência e profissionalismo para suportar minha agenda um pouco fora do convencional. Essa saga vou publicar com mais calma em outro post.</p>
<p><a class="alignleft" title="treino de Jiujitsu na Gautama um tempo atrÃ¡s on Twitpic" href="http://twitpic.com/vl6u6"><img style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://twitpic.com/show/thumb/vl6u6.jpg" alt="treino de Jiujitsu na Gautama um tempo atrÃ¡s on Twitpic" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Com um bom preparo físico o rendimento é outro, você consegue trabalhar e se divertir melhor. Até dores nas costas devido à obesidade eu já tinha, cheguei a pesar 110 kg.</p>
<p>Meus objetivos para o próximo ano com essa reviravolta  como atleta é correr uma meia maratona (que pretendo ser a do RJ no meio do ano) e voltar ao Jiujitsu que é meu esporte favorito. Até dei um treino em uma academia lá em Iguatu onde meu irmão treina. Em termos de esporte esse ano marcou meu renascimento.</p>
<p>Em termos familiar nunca estivemos tão bem, esposa amada (Renata Milfont) e filho saudável que #asgatapira. Feliz ano-novo para todos vocês e que 2010 seja melhor do que foi esse ano.</p>
<p><a title="FamÃ­lia on Twitpic" href="http://twitpic.com/tdg2a"><img src="http://twitpic.com/show/thumb/tdg2a.jpg" alt="FamÃ­lia on Twitpic" width="150" height="150" /></a></p>
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		<title>Wikipedia braziliana e sua censura</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2009/11/27/wikipedia-braziliana-e-sua-censura/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 15:08:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse artigo é um ensaio para meu projeto de pesquisa Crowds.
Alguns esclarecimentos iniciais, chamo a pt.wikipedia* de braziliana por uma simples razão: de &#8220;relevante&#8221; no mundo que fala português só existe o Brazil, o resto é uma porção de ilhota loser desconhecida até por nós que falamos o português.
Passando do parágrafo anterior que perco os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Esse artigo é um ensaio para meu projeto de pesquisa <a href="http://www.milfont.org/tech/research/crowds/">Crowds</a>.</p></blockquote>
<p>Alguns esclarecimentos iniciais, chamo a pt.wikipedia* de braziliana por uma simples razão: de &#8220;relevante&#8221; no mundo que fala português só existe o Brazil, o resto é uma porção de ilhota loser desconhecida até por nós que falamos o português.</p>
<p>Passando do parágrafo anterior que perco os amigos patrícios mas não perco a piada, deixo os leitores de título e primeiro parágrafo correrem para os comentários e prossigamos.</p>
<p>A Wikipedia pt-BR tem vários sérios problemas já conhecidos, mas os principais em minha opinião são artigos imprecisos e muito pequenos em relação a seu consorte en-US, ideologia dos moderadores falando mais alto do que a precisão histórica do verbete e principalmente o que considero o pior de todos, imprecisão sobre o que é relevante dentro do contexto limitador da Wikipedia.</p>
<p>Sobre competência dos verbetes entre as duas wikis, visite o artigo sobre Proudhon em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Proudhon">inglês</a> e compare com o mesmo artigo em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Proudhon">português</a>. Não é um caso isolado, é uma regra, você encontrará em quase todos os artigos. Esse fenômeno é até fácil de entender e tem muito a ver com nossa realidade antropológica, sobre nossa cultura como civilização. Reflete muito bem nossa academia, de fazer trabalhos pela metade e como cópia de coisas que já existem, sem o esmero de pesquisa e objetivos claros.</p>
<p>Sobre o problema ideológica, bem isso explica também porque somos BRIC e não desenvolvidos, marxismo por exemplo, até aqui no Brasil é uma coisa mais ridícula do que já é per si.</p>
<h2>Projeto autoritário sem querer querendo</h2>
<p>A Wikipedia é exemplo de sabedoria das multidões, citado como ator coadjuvante da Wikinomics e presente em todos os slides conhecidos sobre webdoispontozero. Wikipedia ultrapassou enciclopédias tradicionais em número de verbetes e até em precisão. Tudo dentro do espírito colaborativo.</p>
<p>O problema é que a Wikipedia é limitante e tem um caráter autoritário por conta disso na sua versão braziliana, no que eles chamam de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/WP:BSRE">BSRE</a>. Esqueçamos por enquanto que existem outros critérios e também vamos nos concentrar na pt-BR. Pelo que percebi o critério-mor usado pelos censores é a tal BSRE.</p>
<p>Antes de discutir o que tem a ver essa BSRE com ser autoritário e limitante, vamos entender alguns problemas.</p>
<h2>Luta contra os escrotos</h2>
<p>Quando eu criei um artigo sobre a <a href="http://www.milfont.org/gladiatorium/2008/a-verdadeira-historia-do-jiujitsu/">história do Jiujitsu</a> e incluí no verbete da wiki pt-BR como fonte externa, tive esse link excluído no mesmo dia. Bem, como sou péssimo para citar fontes no que escrevo [eu tenho preguiça mesmo de abrir o livro e anotar autor e tal] talvez ficaram putos comigo e removeram. Fui lá novamente coloquei uma descrição melhor no link e não removeram mais, não sei se é critério remover toda contribuição de autores em sua primeira iniciativa e nem fui atrás de descobrir, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jiujitsu#Liga.C3.A7.C3.B5es_externas">está lá até hoje</a>.</p>
<p>Um detalhe que notei ao revirar o histórico das páginas para descobrir porque excluíram minha contribuição é que tem muita &#8220;escrotização&#8221; na wikipedia, muitos idiotas flagelam os verbetes só pelo prazer da coisa, pelo que aparenta. Não há nem má-vontade ou má-interpretação, é sacanagem mesmo, o cara taca um &#8220;viado&#8221; ou &#8220;blablesrags&#8221; no meu do artigo só para sacanear mesmo. Isso é um saco em um sistema aberto e gigante como a wikipedia e ajuda a entender porque o pessoal é tão caxias em relação a moderação, se eu fosse um censor que tivesse que consertar essa merda o dia todo, todo dia, eu também entrava de sola.</p>
<p>Ok, isso acontece em qualquer coisa e sempre vai acontecer, idiotas tem o direito de viverem e é o lado dark da coisa. Pelo prazer de termos liberdade nós temos que suportar a responsabilidade das consequências. Melhor com isso do que sem liberdade. Todo mecanismo contra vilania acaba privando a liberdade em alguma esfera e os justos pagam pelos criminosos que são sempre a minoria absoluta em qualquer medição.</p>
<h2>Liberdade não combina com minha vontade</h2>
<p>Muita gente confunde colaboração com liberdade e vamos deixar bem claro, até na escravidão há colaboração, mesmo que involuntária. Não é porque o sujeito colabora com algo que ele é um libertário, ditadores colaboram com ditadores também.</p>
<p>Voltando sobre aquela historinha do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/WP:BSRE">BSRE</a>, esse princípio que adotaram não combina com terceira onda que a Wikipedia faz ou deveria fazer jus. Nós vivemos num mundo cauda longa onde o nicho e suas minorias se libertaram do julgo opressor dos hits que são tradicionais em um mundo afunilado e escolhido pela ditadura da média aritmética simples.</p>
<p>O &#8220;EU&#8221; da história atual tanto alarmado em capa de Times e nos livros modernos não combina com essa definição:</p>
<p><cite>Nada contra o Sr. Zé, mas essa página não descreve nenhum trabalho notável e simplesmente não se enquadra no tipo de informação útil à Wikipédia. Além disso, mesmo aspirações não realizadas, pensamentos, e hobbies de pessoas decididamente “famosas” não são consideradas enciclopédicas o suficiente para inclusão, a não ser que elas sejam diretamente importantes para a vida pública da pessoa e, de preferência, verificáveis.</cite></p>
<p>Ora, quem define o que é útil para mim, senão eu mesmo?</p>
<p>Se você ler os outros titulos nesse artigo, verá que um anula o outro e cria o pior julgamento ditatorial que existe: <em><strong>A Minha Vontade</strong></em>!</p>
<p>Quando você não tem regras claras sobre como julgar algo e deixa a decisão a critério de subjeção, você chega a casos ridículos como essa discussão sobre a eliminação ou não de um verbete sobre <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Páginas_para_eliminar/Daniel_Pádua">Daniel Pádua</a>.</p>
<p>Daniel Pádua é um quase &#8220;Who?&#8221; para mim, sua vida, morte e o trabalho não me interessam em nada, pelo menos não tinham me interessado até cair nessa página sobre a eliminação de seu verbete.</p>
<p>De um lado os defensores da manutenção do verbete, que são maioria diga-se de passagem, tentam provar para outros censores que ele tem relevância, evocam até uma cláusula do BSRE que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:P%C3%A1ginas_para_eliminar/Daniel_P%C3%A1dua#Respeito_ao_BSRE">impede que músicos fiquem de fora</a> da censura estatutária dessa norma&#8230;. para, para, para tudo.</p>
<p>Você deve está se perguntando: Coméquié?</p>
<p>É, é isso mesmo, se o sujeito for Zé músico tem mais relevância do que ele for Zé agricultor, com base em quê eles definiram esse peso nem a astrologia consegue explicar.</p>
<p>Prosseguindo, o outro lado em sua maioria evoca a BSRE e suas cláusulas lógicas entre si para reprovar o verbete e manter a exclusão.</p>
<p>Quem ganha com isso? Ninguém. Quem perde? Todos nós.</p>
<p>Temos uma ferramenta revolucionária que se encaixa como uma luva no conceito moderno de colaboracionismo e podemos unir isso com a liberdade que é mola mestra da internet e ficamos discutindo quem tem peso para estar na wikipedia que é algo totalmente subjetivo segundo os critérios de nicho.</p>
<p>Poderíamos então liberar geral? Sinceramente eu não sei, mas com certeza absoluta que censura baseada em &#8220;<strong>A Minha Vontade</strong>&#8221; não funciona.</p>
<p>Eu poderia escrever um tratado maior do que esse artigo sobre isso mas dou um exemplo de um filme que não lembro o nome em português e estou com preguiça de googlar, onde a mulher de Hitler pede para ele não executar um cara que acho que era primo dela ou algo assim e ele se nega, ela pergunta porque e ele resume magistralmente tudo que se precisa entender sobre ditadura: &#8220;<strong>Porque eu quero!</strong>&#8220;</p>
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		<title>Aumento do conservadorismo</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 04:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse artigo é um ensaio para meu projeto de pesquisa Crowds.
Eu tenho vários drafts, alguns com meses até, sobre meu projeto de pesquisa e nenhum está pronto, aliás, eu digo até que nem &#8220;rascunho&#8221; ainda são. Li algumas dezenas de artigos, uma pilha de livros e reli outros que tinha lido há mais de 15 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Esse artigo é um ensaio para meu projeto de pesquisa <a href="http://www.milfont.org/tech/research/crowds/">Crowds</a>.</p></blockquote>
<p>Eu tenho vários drafts, alguns com meses até, sobre meu projeto de pesquisa e nenhum está pronto, aliás, eu digo até que nem &#8220;rascunho&#8221; ainda são. Li algumas dezenas de artigos, uma pilha de livros e reli outros que tinha lido há mais de 15 anos. Tudo para ter uma boa base sobre o que estou escrevendo, mas vou parar um pouco de escrever drafts e soltar o primeiro artigo que basicamente nasce da improvisação.</p>
<p>Esse post aqui está sendo escrito sem consultar essa fonte bibliográfica e simplesmente está saindo [ou saiu quando eu clicar em "Publish"]. Não tinha pensando em escrever sobre isso [no título do artigo] até o momento.</p>
<p>Durante um tempo eu venho observado que o mundo inteiro, e claro que isso reflete no Brasil, vem dando uma guinada perigosa ao conservadorismo. Pior, estamos nos entregando como cordeiros sem realmente sequer pensarmos no assunto.</p>
<p>Não, não falo em conservadorismo de um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Edmund_Burke">Burke</a>, me refiro ao estilo raivoso e intolerante da pior espécie, basicamente nascido do pudor religioso.</p>
<p>Vamos dar um salto na década de 80 no Brasil, Chacrinha e suas chacretes hoje seriam rechaçadas e o pessoal da Uniban as chamariam de putas [referência da última semana aqui, não vou colar material, se você não sabe do que estou falando, melhor, nem vale a pena saber].</p>
<p>Olha para o Domingão do Faustão de 89, aliás, olhe para o corpo de balé [deve ser chamado assim],as meninas todas de fio-dental ou maiô bem cavado. Quando eu digo olhe, é porque sei que você vai resgatar da mente [se você nasceu depois, compreenda, não tínhamos Internet, corra pro tubo para entender]. Lembra das roupinhas da Xuxa e suas paquitas?</p>
<p>Vamos voltar um pouco mais, década de 60, era da tanguinha e nascimento do fio dental [sim a coisa é antiga], pessoal pregando paz e amor, pílula e amor livre. O quanto hoje você tolera dessas coisas e o quanto você acha que é tolerável pela sociedade?</p>
<p>Ok, até agora são apenas bobagens, coincidências, dirá um cético.</p>
<p>Vamos aprofundar, já devem ter visto essa foto antiga, não?</p>
<p><img class="alignnone" title="Bin laden family" src="http://img511.imageshack.us/img511/4314/binladenfamily.jpg" alt="" width="598" height="418" /></p>
<p>Quem diria que o procurado number one terrorista religioso andava tão parecido com um membro do Jethro Tull.</p>
<p>Você deve está se perguntando, ou deveria, aonde ele quer chegar com isso?  Ou então, o que tem a ver tecnologia [esse blog], com Crowds [minha pesquisa], com conservadorismo [esse artigo] e o Bin Laden?</p>
<h2>Entendendo o mundo que vivemos</h2>
<p>A sociologia moderna, sobretudo inspirada por Durkheim, acredita que o homem é um animal que só se tornou &#8220;ser-humano&#8221; por causa do coletivo e seu comportamento não é vontade individual e sim estabelecido e moldado pela sociedade. Basicamente isso [claro que com blablablas para se passar em prova de faculdade também].</p>
<p>Agora o que é melhor em Durkheim, e ele foi chamado de conservador por isso, é que os homens são guiados por normas estabelecidas e portanto uma anomia [ausência de leis, regras, convenções, normas ou como você queira chamá-las] causa a perda de identidade coletiva e os indivíduos com isso perderão a capacidade de manutenção da ordem e o caos reinaria.</p>
<p>Indo direto ao ponto, Durkheim disse que: mudanças sucks, ficar como está rocks. Ou seja, você tem uma sociedade moldada pela escola, familia, religião, governo e tantas outras instituições que uma mudança brusca e total afetaria a ordem reinante e o mundo piraria.</p>
<p>O ponto crucial aonde quero chegar nesse artigo é que as mudanças que estão em curso na humanidade não são apenas de ordem política, religiosa ou ideológica.</p>
<p>Há quem se engane que o mundo estava dando uma guinada para a esquerda [hemisfério ideológico que já não se sabe mais o que é] e que agora está dando uma guinada leve para a direita [outro hemisfério tão confuso quanto o outro].</p>
<p>Em vários momentos da história isso já aconteceu, tanto que Dom Pedro II passou bom tempo no poder sabiamente trocando um &#8220;Luzia&#8221; por um &#8220;Saquarema&#8221; a cada turmo e assim apaziguando as torcidas organizadas, ou mantendo-as ocupadas, o que não deixa de ser sábio também.</p>
<p>A política é algo que está se tornando irrelevante nas discussões mundiais e isso é perigoso também, já disseram que mesmo se você não gosta de política, não adianta, vai ser sempre comandado por quem gosta. Pense nisso, Hitler, Stalin e Polpot amavam a política.</p>
<p>As mudanças que ocorrem no mundo são mais brutais, é um choque de placas tectônicas da história, o que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alvin_Toffler">Alvin Toffler</a> chamou de <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/62618/terceira+onda,+a">Terceira Onda</a>. Não estamos falando apenas de política ou ideologia ou sequer religião, as mudanças são em todas as áreas do conhecimento e relacionamento humano.</p>
<p>Desde a mudança de <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1644179/cauda+longa:+do+mercado+de+massa+para+o+mercado+de+nicho,+a">comportamento de Hit para nicho</a>, o <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1961147/mundo+e+plano:+uma+breve+historia+do+seculo+xxi,+o">achatamento do mundo</a>, <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1955787/wikinomics:+como+a+colaboracao+em+massa+pode+mudar+o+seu+negocio">a colaboração entre empresas e pessoas</a>, <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1313125">a sabedoria de centenas de pessoas</a> trabalhando para algo sem remuneração direta que não seja o proprio beneficio desse trabalho, do qual chamamos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing">Crowdsourcing</a>, <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/32162">guerras cirúrgicas</a>, e tantos outros movimentos que combinados subvertem toda a ordem conhecida e principalmente a mais comum dessas ordens, o &#8220;<a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/729019/freakonomics:+o+lado+oculto+e+inesperado+de+tudo+que+nos+afeta">senso comum</a>&#8220;.</p>
<p>Esqueça tudo que você conceituou como sendo o verdadeiro, o real, o certo, como aprendi, o que eu sou e aonde chegarei. Assim você consegue se aproximar de entender como um Facebook, que é apenas uma &#8220;página&#8221; na internet vale mais do que uma indústria da Coca-cola, com suas centenas de trabalhadores, concreto e máquinas que custam milhares de dólares.</p>
<h2>Aonde mora o perigo</h2>
<p>Quando ocorre a transição entre ondas na história, essa transição sempre é violenta e muito combatida, tanto a onda anterior tenta sufocar a nova onda como a nova onda tenta destruir todos os valores e crenças da onda anterior para prevalecer.</p>
<p>Voltando a Durkheim, quando tentamos subverter os valores conhecidos e &#8220;palpáveis&#8221; nós estamos tirando o chão das pessoas, aquilo que elas acreditam. A tendência natural das pessoas é se refugiarem naquilo que conhecem e podem explicar, como religião.</p>
<p>Não que religião explica alguma coisa, mas é algo conhecido. Desde adão e eva, aqueles dois macaquinhas africanos, que todo mundo sabe o que é. O que melhor para um charlatão do que advogar algo que a ciência não pode explicar e fica por isso?</p>
<p>Então, há movimentos curiosos de expansão da igreja católica em áreas tradicionalmente protestantes, islâmicas e protestantes em áreas tradicionalmente católicas e um recrudescimento global em relação à moral [principalmente no sentido sexual] e pudor. O que impressiona e causa espanto é que a tendência seria o oposto, vide a maturidade do feminismo, a expansão dos direitos homosexuais e outras minorias que conseguiram crescer e se fazerem ouvir nas últimas décadas.</p>
<p>Mas o que isso nos preocupa?</p>
<p>Preocupa-me em particular essa queda ao conservadorismo religioso como uma barreira perigosa a transição para a nova onda, nós que trabalhamos com tecnologia, basicamente ciência [pelo menos quando não estamos dando tapinhas na maquina], somos os mais privilegiados pela nova onda, dinheiro brota de fontes inesgotáveis e subverte a economia [ciência da escassez] e cria um <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/3924">admirável mundo novo</a>.</p>
<p>Mas o pior nem é isso, o pior são os direitos individuais, a nova onda é baseada na liberdade e na livre escolha. Digamos que religião não se dá bem com livre escolha, por mais que o &#8220;Free Will&#8221; esteja em sua porta de entrada.</p>
<p>Ora, se o mundo inteiro aceita ter sua liberdade tolhida em troca de um lugar comum que o abrace, a minha liberdade está seriamente ameaçada. Pense nisso com carinho.</p>
<p>Para evitar essa guinada perigosa as pessoas precisam entenderem o mundo que vivem. Sentirem-se seguras com essa nova ordem.  Os que nasceram e cresceram antes da internet vão morrer sem entender, os que nasceram antes e cresceram depois tem uma possibilidade de mudarem junto com o mundo.</p>
<p>Daí você me pergunta: Mas o que podemos fazer?</p>
<p>E eu respondo: não sei! Se soubesse já tinha escrito um paper&#8230; ou um livro de auto-ajuda e ficado rico.</p>
<p>O principal não é encontrar respostas nesse momento e sim formular as perguntas corretas, quando temos uma pergunta nós sabemos como trabalhar na resposta. Entender o mundo que vivemos e identificar mudanças que podem nos prejudicar é importantíssimo. Mais ainda é esclarecer a quem não consegue compreender.</p>
<p>E principalmente, quando xingar aquele crente maluco que fala que Kali Yuga cristão está próximo, igual ao pessoal fazia em 999, lembre-se que ele o legislará daqui a pouco.</p>
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		<title>Material do terceiro encontro XPCE</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2009/10/27/material-do-terceiro-encontro-xpce/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 11:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Behaviour Driven Development]]></category>
		<category><![CDATA[Rails]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby]]></category>
		<category><![CDATA[Test Driven]]></category>
		<category><![CDATA[XP]]></category>
		<category><![CDATA[xpce]]></category>
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		<category><![CDATA[behaviour driven development]]></category>
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		<category><![CDATA[selenium]]></category>

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		<description><![CDATA[Projeto de exemplo com Cucumber, Selenium e Rails http://github.com/cmilfont/bddonrails
Para executar o exemplo deve se lembrar de ter o java instalado [de preferência o da SUN] por dependência do Selenium. Execute os comandos abaixo para baixar e rodar a aplicação:
BDD com Cucumber, Selenium e Rails
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto de exemplo com Cucumber, Selenium e Rails <a href="http://github.com/cmilfont/bddonrails">http://github.com/cmilfont/bddonrails</a></p>
<p>Para executar o exemplo deve se lembrar de ter o java instalado [de preferência o da SUN] por dependência do Selenium. Execute os comandos abaixo para baixar e rodar a aplicação:</p>
<script src="http://gist.github.com/219501.js"></script>
<div id="__ss_2356178" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="BDD com Cucumber, Selenium e Rails" href="http://www.slideshare.net/cmilfont/bdd-com-cucumber-selenium-e-rails">BDD com Cucumber, Selenium e Rails</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=3encontro-091027061527-phpapp01&amp;stripped_title=bdd-com-cucumber-selenium-e-rails" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=3encontro-091027061527-phpapp01&amp;stripped_title=bdd-com-cucumber-selenium-e-rails" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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