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	<title>CMilfont Tech</title>
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	<description>Além dos limites da WEB!</description>
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		<title>Você está nivelando por baixo e/ou não conhece seus desenvolvedores</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 14:34:01 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
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		<category><![CDATA[RubyOnRails]]></category>

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		<description><![CDATA[Um amigo fez a seguinte pergunta que é muito comum hoje em dia com adoção crescente sobre linguagens dinâmicas, principalmente Ruby:
(&#8230;)&#8221;A dúvida era essa: Linguagens dinâmicas dão maiores possibilidades de inclusão de erro no código com isso aumentando de forma significativa a refatoração.&#8221;(&#8230;)
Em conversa com um excelente desenvolvedor aqui no Ceará, Delberto Muniz, ele escreveu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um amigo fez a seguinte pergunta que é muito comum hoje em dia com adoção crescente sobre linguagens dinâmicas, principalmente Ruby:</p>
<blockquote><p><strong>(&#8230;)&#8221;A dúvida era essa: Linguagens dinâmicas dão maiores possibilidades de inclusão de erro no código com isso aumentando de forma significativa a refatoração.&#8221;(&#8230;)</strong></p></blockquote>
<p>Em conversa com um excelente desenvolvedor aqui no Ceará, <a href="http://twitter.com/delbert_ce">Delberto Muniz</a>, ele escreveu a seguinte resposta:</p>
<blockquote><p>Estava relendo um livro sobre os primórdios da programação e houve um debate semelhante: Os programadores Assembly achavam que programar em Fortan dava maiores possibilidades de erros porquê o programador não tinha total controle sobre o código gerado.</p>
<p>Dez anos depois o pessoal do Fortran falou mal do Algol porquê Algol abstraía demais e o programador não tinha total controle sobre a linguagem.</p>
<p>Aí veio o pessoal do C/C++ dizendo que Java abstraía demais, deixando margens a bugs serem introduzidos nos programas pelo compilador e/ou pela vm ou porquê simplesmente ele não estava alocando/desalocando memória manualmente.</p>
<p>Só mudaram as linguagens &#8211; o debate é sempre o mesmo: Se eu aumentar a abstração, meus programadores vão fazer besteira?<br />
<strong><br />
Se você está com essa dúvida, sinto muito: Você está nivelando por baixo e/ou não conhece seus desenvolvedores.</strong></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Uma previsão infelizmente acertada</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2010/01/16/uma-previsao-infelizmente-acertada/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 14:42:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[crowds]]></category>
		<category><![CDATA[crowd]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando eu escrevi sobre o aumento do pior tipo de conservadorismo no mundo conversei com muita gente que disse ser exagero meu, não era bem assim.
Esse conflito na Itália reforça que o aumento do fascismo e de conflitos étnicos só tende a aumentar.
Segundo o Tiago Thuin, no blog &#8220;Samba do Avião&#8220;, o norte da Itália [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu escrevi <a href="http://www.milfont.org/tech/2009/11/02/aumento-do-conservadorismo/">sobre o aumento do pior tipo de conservadorismo</a> no mundo conversei com muita gente que disse ser exagero meu, não era bem assim.<br />
Esse <a href="http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/01/11/violencia-deixa-cidade-italiana-sem-imigrantes-915506017.asp">conflito na Itália</a> reforça que o aumento do fascismo e de conflitos étnicos só tende a aumentar.<br />
Segundo o Tiago Thuin, no blog &#8220;<a href="http://sambadoaviao.blogspot.com/">Samba do Avião</a>&#8220;, o <a href="http://sambadoaviao.blogspot.com/2010/01/um-dia-sem-africanos.html">norte da Itália que era considerado mais preconceituoso</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Retrospectiva 2009</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2009/12/28/retrospectiva-2009/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 15:43:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maré de Agilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Rails]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby]]></category>
		<category><![CDATA[offtopic]]></category>
		<category><![CDATA[palestras]]></category>
		<category><![CDATA[xpce]]></category>

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		<description><![CDATA[
Fonte: Jornal OPOVO 
Esse foi um bom ano, iniciei 2009 abrindo outra empresa e saindo da Triadworks que continua Triad (com o Carlos Átila, além do Handerson Frota e o Rafael Ponte) e agora parceira e amiga.
Minha empresa, a Milfont Consulting foi o profissionalismo de algo que eu já vinha fazendo há algum tempo: Mentoring, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Jornal OPOVO  (Foto: IGOR DE MELO)" href="http://www.opovo.com.br/opovo/esportes/img/937000_not_fot.jpg"><img src="http://www.opovo.com.br/opovo/esportes/img/937000_not_fot.jpg" alt="Jornal OPOVO  (Foto: IGOR DE MELO)" /></a><br />
<cite>Fonte: <a href="http://opovo.uol.com.br/opovo/esportes/937000.html">Jornal OPOVO</a> </cite></p>
<p>Esse foi um bom ano, iniciei 2009 abrindo outra empresa e saindo da <a href="http://www.triadworks.com.br/">Triadworks</a> que continua Triad (com o <a href="http://www.carlosatilaabreu.blogspot.com/">Carlos Átila</a>, além do <a href="http://www.handersonfrota.com.br/">Handerson Frota</a> e o <a href="http://www.rponte.com.br/">Rafael Ponte</a>) e agora parceira e amiga.</p>
<p>Minha empresa, a Milfont Consulting foi o profissionalismo de algo que eu já vinha fazendo há algum tempo: Mentoring, treinamento e coaching em desenvolvimento de software, só que agora focado em XP e um nicho específico de linguagem, Ruby. Sobre Rails eu vou fazer um post a parte, sobre o mercado local e meus projetos.</p>
<p>Dois clientes em especial marcaram o ano da Milfont Consulting, o Grupo <a href="http://www.grupotubform.com.br/">Tubform</a> que vem montando um dos maiores projetos em Rails no Brasil que tenho notícia e o <a href="http://www.grupofortes.com.br/">Grupo Fortes</a> que lançou recentemente o <a href="http://www.f2rh.com.br/">F2RH</a>, um portal gratuito para empresas e profissionais que desejam contratar e serem contratados respectivamente. Claro que meus antigos clientes continuam com atenção especial, mas já estão bem maduros em seus sistemas e processos o que me alegra enormemente e me dão aquela satisfação profissional que é motivo para continuar o trabalho que estamos fazendo.</p>
<p>Em relação à comunidade de desenvolvimento de software começamos (eu e <a href="http://www.igocoelho.com.br/">Igo Coelho</a>) o ano criando um grupo de discussões sobre XP exclusivamente do Ceará, o <a href="http://www.xpce.org/">XPCE</a>, do qual <a href="http://www.milfont.org/tech/2009/03/08/extreme-programming-no-ceara/">explico os motivos nesse post</a>. Depois convidamos o Henrique Landim e por último o <a href="http://franciscobarroso.blogspot.com/">Francisco Barroso</a> para se tornarem coordenadores.</p>
<p><a class="alignleft" title="Curso Caelum em Fortaleza - agosto 2009 on Twitpic" href="http://twitpic.com/vl5kd"><img class="alignleft" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://twitpic.com/show/thumb/vl5kd.jpg" alt="Curso Caelum em Fortaleza - agosto 2009 on Twitpic" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Em agosto realizamos o <a href="http://www.milfont.org/tech/2009/08/12/cobertura-do-mare-de-agilidade/">Maré de Agilidade Fortaleza</a>, que nos deu uma boa perspectiva de como fazer um evento, aprendemos muito com os erros cometidos e vamos para 2010 agora com profissionalismo. Nesse mesmo evento nós formamos a primeiro turma da <a href="http://www.caelum.com.br/">Caelum</a> em Fortaleza, aos trancos e barrancos conseguimos trazer o <a href="http://www.fabiokung.com/">Fábio Kung</a> para nos ensinar um Rails de qualidade. Agradeço a <a href="http://www.caelum.com.br/">Caelum</a> e principalmente ao <a href="http://twitter.com/paulo_caelum/">Paulo Silveira</a> por nos ter presenteado com a vinda do Fábio Kung, que é um dos melhores profissionais do mundo e conseguiu impressionar profissionais com anos de mercado e alguns com mais de um ano em Rails mesmo sendo um curso básico. Em 2010 vamos tentar trazer a Caelum mais vezes.</p>
<p>Não daria para citar todos os amigos e profissionais envolvidos nesses eventos da XPCE, mas agradeço o desprendimento de todos vocês, quem nos acompanha sabe o esforço e dedicação que todos fizeram.</p>
<p><a class="alignleft" title="Share photos on twitter with Twitpic" href="http://twitpic.com/vl1hs"><img style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://twitpic.com/show/thumb/vl1hs.jpg" alt="Share photos on twitter with Twitpic" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Esse ano li <a href="http://www.shelfari.com/cmilfont/tags/web%202_2e_0">cerca de 20 livros</a> para um <a href="http://www.milfont.org/tech/research/crowds/">projeto de pesquisa que estou escrevendo</a>, além de <a href="http://www.shelfari.com/cmilfont/shelf">alguns livros técnicos</a>. Fui muito ao cinema para assistir desenhos e filmes de ação com meu filho mas tive pouco tempo para escrever como eu gostaria.<a href="http://www.lastfm.com.br/user/cmilfont"> Ouvi pouco rock esse ano</a>, já que passo o tempo quase todo em clientes e não dá para voce botar fones de ouvidos quando trabalhamos com consultoria.</p>
<h2>Tempo de correr</h2>
<p>Em Setembro eu comecei um <a href="http://blogs.opovo.com.br/tempodecorrer/categorias/desafio-do-christiano/">desafio do jornal OPOVO</a> a convite do jornalista <a href="http://blogs.opovo.com.br/tempodecorrer/hamilton-nogueira/">Hamilton Nogueira</a> para sair do sedentarismo e <a href="http://opovo.uol.com.br/opovo/esportes/906206.html">fazer uma corrida de 5 km</a>. Como não nego uma boa briga, além de topar eu aumentei para 10 km, se vamos morrer pelo menos vamos com classe. O <a href="http://opovo.uol.com.br/opovo/esportes/937000.html">resultado foi que fiz a prova da Unifor</a>, 10 km, em 1:16 aproximadamente.</p>
<p><a class="alignright" title="CampeÃ£o on Twitpic" href="http://twitpic.com/ucbm8"><img style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://twitpic.com/show/thumb/ucbm8.jpg" alt="CampeÃ£o on Twitpic" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Essa saída do sedentarismo foi graças ao acompanhamento do preparador físico Pedro Sena (<a href="http://opovo.uol.com.br/hotsite/quality/quality-acessoria-esportiva.html">Quality Assessoria</a>) que teve muita paciência e profissionalismo para suportar minha agenda um pouco fora do convencional. Essa saga vou publicar com mais calma em outro post.</p>
<p><a class="alignleft" title="treino de Jiujitsu na Gautama um tempo atrÃ¡s on Twitpic" href="http://twitpic.com/vl6u6"><img style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://twitpic.com/show/thumb/vl6u6.jpg" alt="treino de Jiujitsu na Gautama um tempo atrÃ¡s on Twitpic" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Com um bom preparo físico o rendimento é outro, você consegue trabalhar e se divertir melhor. Até dores nas costas devido à obesidade eu já tinha, cheguei a pesar 110 kg.</p>
<p>Meus objetivos para o próximo ano com essa reviravolta  como atleta é correr uma meia maratona (que pretendo ser a do RJ no meio do ano) e voltar ao Jiujitsu que é meu esporte favorito. Até dei um treino em uma academia lá em Iguatu onde meu irmão treina. Em termos de esporte esse ano marcou meu renascimento.</p>
<p>Em termos familiar nunca estivemos tão bem, esposa amada (Renata Milfont) e filho saudável que #asgatapira. Feliz ano-novo para todos vocês e que 2010 seja melhor do que foi esse ano.</p>
<p><a title="FamÃ­lia on Twitpic" href="http://twitpic.com/tdg2a"><img src="http://twitpic.com/show/thumb/tdg2a.jpg" alt="FamÃ­lia on Twitpic" width="150" height="150" /></a></p>
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		<title>Wikipedia braziliana e sua censura</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2009/11/27/wikipedia-braziliana-e-sua-censura/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 15:08:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse artigo é um ensaio para meu projeto de pesquisa Crowds.
Alguns esclarecimentos iniciais, chamo a pt.wikipedia* de braziliana por uma simples razão: de &#8220;relevante&#8221; no mundo que fala português só existe o Brazil, o resto é uma porção de ilhota loser desconhecida até por nós que falamos o português.
Passando do parágrafo anterior que perco os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Esse artigo é um ensaio para meu projeto de pesquisa <a href="http://www.milfont.org/tech/research/crowds/">Crowds</a>.</p></blockquote>
<p>Alguns esclarecimentos iniciais, chamo a pt.wikipedia* de braziliana por uma simples razão: de &#8220;relevante&#8221; no mundo que fala português só existe o Brazil, o resto é uma porção de ilhota loser desconhecida até por nós que falamos o português.</p>
<p>Passando do parágrafo anterior que perco os amigos patrícios mas não perco a piada, deixo os leitores de título e primeiro parágrafo correrem para os comentários e prossigamos.</p>
<p>A Wikipedia pt-BR tem vários sérios problemas já conhecidos, mas os principais em minha opinião são artigos imprecisos e muito pequenos em relação a seu consorte en-US, ideologia dos moderadores falando mais alto do que a precisão histórica do verbete e principalmente o que considero o pior de todos, imprecisão sobre o que é relevante dentro do contexto limitador da Wikipedia.</p>
<p>Sobre competência dos verbetes entre as duas wikis, visite o artigo sobre Proudhon em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Proudhon">inglês</a> e compare com o mesmo artigo em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Proudhon">português</a>. Não é um caso isolado, é uma regra, você encontrará em quase todos os artigos. Esse fenômeno é até fácil de entender e tem muito a ver com nossa realidade antropológica, sobre nossa cultura como civilização. Reflete muito bem nossa academia, de fazer trabalhos pela metade e como cópia de coisas que já existem, sem o esmero de pesquisa e objetivos claros.</p>
<p>Sobre o problema ideológica, bem isso explica também porque somos BRIC e não desenvolvidos, marxismo por exemplo, até aqui no Brasil é uma coisa mais ridícula do que já é per si.</p>
<h2>Projeto autoritário sem querer querendo</h2>
<p>A Wikipedia é exemplo de sabedoria das multidões, citado como ator coadjuvante da Wikinomics e presente em todos os slides conhecidos sobre webdoispontozero. Wikipedia ultrapassou enciclopédias tradicionais em número de verbetes e até em precisão. Tudo dentro do espírito colaborativo.</p>
<p>O problema é que a Wikipedia é limitante e tem um caráter autoritário por conta disso na sua versão braziliana, no que eles chamam de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/WP:BSRE">BSRE</a>. Esqueçamos por enquanto que existem outros critérios e também vamos nos concentrar na pt-BR. Pelo que percebi o critério-mor usado pelos censores é a tal BSRE.</p>
<p>Antes de discutir o que tem a ver essa BSRE com ser autoritário e limitante, vamos entender alguns problemas.</p>
<h2>Luta contra os escrotos</h2>
<p>Quando eu criei um artigo sobre a <a href="http://www.milfont.org/gladiatorium/2008/a-verdadeira-historia-do-jiujitsu/">história do Jiujitsu</a> e incluí no verbete da wiki pt-BR como fonte externa, tive esse link excluído no mesmo dia. Bem, como sou péssimo para citar fontes no que escrevo [eu tenho preguiça mesmo de abrir o livro e anotar autor e tal] talvez ficaram putos comigo e removeram. Fui lá novamente coloquei uma descrição melhor no link e não removeram mais, não sei se é critério remover toda contribuição de autores em sua primeira iniciativa e nem fui atrás de descobrir, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jiujitsu#Liga.C3.A7.C3.B5es_externas">está lá até hoje</a>.</p>
<p>Um detalhe que notei ao revirar o histórico das páginas para descobrir porque excluíram minha contribuição é que tem muita &#8220;escrotização&#8221; na wikipedia, muitos idiotas flagelam os verbetes só pelo prazer da coisa, pelo que aparenta. Não há nem má-vontade ou má-interpretação, é sacanagem mesmo, o cara taca um &#8220;viado&#8221; ou &#8220;blablesrags&#8221; no meu do artigo só para sacanear mesmo. Isso é um saco em um sistema aberto e gigante como a wikipedia e ajuda a entender porque o pessoal é tão caxias em relação a moderação, se eu fosse um censor que tivesse que consertar essa merda o dia todo, todo dia, eu também entrava de sola.</p>
<p>Ok, isso acontece em qualquer coisa e sempre vai acontecer, idiotas tem o direito de viverem e é o lado dark da coisa. Pelo prazer de termos liberdade nós temos que suportar a responsabilidade das consequências. Melhor com isso do que sem liberdade. Todo mecanismo contra vilania acaba privando a liberdade em alguma esfera e os justos pagam pelos criminosos que são sempre a minoria absoluta em qualquer medição.</p>
<h2>Liberdade não combina com minha vontade</h2>
<p>Muita gente confunde colaboração com liberdade e vamos deixar bem claro, até na escravidão há colaboração, mesmo que involuntária. Não é porque o sujeito colabora com algo que ele é um libertário, ditadores colaboram com ditadores também.</p>
<p>Voltando sobre aquela historinha do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/WP:BSRE">BSRE</a>, esse princípio que adotaram não combina com terceira onda que a Wikipedia faz ou deveria fazer jus. Nós vivemos num mundo cauda longa onde o nicho e suas minorias se libertaram do julgo opressor dos hits que são tradicionais em um mundo afunilado e escolhido pela ditadura da média aritmética simples.</p>
<p>O &#8220;EU&#8221; da história atual tanto alarmado em capa de Times e nos livros modernos não combina com essa definição:</p>
<p><cite>Nada contra o Sr. Zé, mas essa página não descreve nenhum trabalho notável e simplesmente não se enquadra no tipo de informação útil à Wikipédia. Além disso, mesmo aspirações não realizadas, pensamentos, e hobbies de pessoas decididamente “famosas” não são consideradas enciclopédicas o suficiente para inclusão, a não ser que elas sejam diretamente importantes para a vida pública da pessoa e, de preferência, verificáveis.</cite></p>
<p>Ora, quem define o que é útil para mim, senão eu mesmo?</p>
<p>Se você ler os outros titulos nesse artigo, verá que um anula o outro e cria o pior julgamento ditatorial que existe: <em><strong>A Minha Vontade</strong></em>!</p>
<p>Quando você não tem regras claras sobre como julgar algo e deixa a decisão a critério de subjeção, você chega a casos ridículos como essa discussão sobre a eliminação ou não de um verbete sobre <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Páginas_para_eliminar/Daniel_Pádua">Daniel Pádua</a>.</p>
<p>Daniel Pádua é um quase &#8220;Who?&#8221; para mim, sua vida, morte e o trabalho não me interessam em nada, pelo menos não tinham me interessado até cair nessa página sobre a eliminação de seu verbete.</p>
<p>De um lado os defensores da manutenção do verbete, que são maioria diga-se de passagem, tentam provar para outros censores que ele tem relevância, evocam até uma cláusula do BSRE que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:P%C3%A1ginas_para_eliminar/Daniel_P%C3%A1dua#Respeito_ao_BSRE">impede que músicos fiquem de fora</a> da censura estatutária dessa norma&#8230;. para, para, para tudo.</p>
<p>Você deve está se perguntando: Coméquié?</p>
<p>É, é isso mesmo, se o sujeito for Zé músico tem mais relevância do que ele for Zé agricultor, com base em quê eles definiram esse peso nem a astrologia consegue explicar.</p>
<p>Prosseguindo, o outro lado em sua maioria evoca a BSRE e suas cláusulas lógicas entre si para reprovar o verbete e manter a exclusão.</p>
<p>Quem ganha com isso? Ninguém. Quem perde? Todos nós.</p>
<p>Temos uma ferramenta revolucionária que se encaixa como uma luva no conceito moderno de colaboracionismo e podemos unir isso com a liberdade que é mola mestra da internet e ficamos discutindo quem tem peso para estar na wikipedia que é algo totalmente subjetivo segundo os critérios de nicho.</p>
<p>Poderíamos então liberar geral? Sinceramente eu não sei, mas com certeza absoluta que censura baseada em &#8220;<strong>A Minha Vontade</strong>&#8221; não funciona.</p>
<p>Eu poderia escrever um tratado maior do que esse artigo sobre isso mas dou um exemplo de um filme que não lembro o nome em português e estou com preguiça de googlar, onde a mulher de Hitler pede para ele não executar um cara que acho que era primo dela ou algo assim e ele se nega, ela pergunta porque e ele resume magistralmente tudo que se precisa entender sobre ditadura: &#8220;<strong>Porque eu quero!</strong>&#8220;</p>
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		<title>Aumento do conservadorismo</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 04:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse artigo é um ensaio para meu projeto de pesquisa Crowds.
Eu tenho vários drafts, alguns com meses até, sobre meu projeto de pesquisa e nenhum está pronto, aliás, eu digo até que nem &#8220;rascunho&#8221; ainda são. Li algumas dezenas de artigos, uma pilha de livros e reli outros que tinha lido há mais de 15 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Esse artigo é um ensaio para meu projeto de pesquisa <a href="http://www.milfont.org/tech/research/crowds/">Crowds</a>.</p></blockquote>
<p>Eu tenho vários drafts, alguns com meses até, sobre meu projeto de pesquisa e nenhum está pronto, aliás, eu digo até que nem &#8220;rascunho&#8221; ainda são. Li algumas dezenas de artigos, uma pilha de livros e reli outros que tinha lido há mais de 15 anos. Tudo para ter uma boa base sobre o que estou escrevendo, mas vou parar um pouco de escrever drafts e soltar o primeiro artigo que basicamente nasce da improvisação.</p>
<p>Esse post aqui está sendo escrito sem consultar essa fonte bibliográfica e simplesmente está saindo [ou saiu quando eu clicar em "Publish"]. Não tinha pensando em escrever sobre isso [no título do artigo] até o momento.</p>
<p>Durante um tempo eu venho observado que o mundo inteiro, e claro que isso reflete no Brasil, vem dando uma guinada perigosa ao conservadorismo. Pior, estamos nos entregando como cordeiros sem realmente sequer pensarmos no assunto.</p>
<p>Não, não falo em conservadorismo de um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Edmund_Burke">Burke</a>, me refiro ao estilo raivoso e intolerante da pior espécie, basicamente nascido do pudor religioso.</p>
<p>Vamos dar um salto na década de 80 no Brasil, Chacrinha e suas chacretes hoje seriam rechaçadas e o pessoal da Uniban as chamariam de putas [referência da última semana aqui, não vou colar material, se você não sabe do que estou falando, melhor, nem vale a pena saber].</p>
<p>Olha para o Domingão do Faustão de 89, aliás, olhe para o corpo de balé [deve ser chamado assim],as meninas todas de fio-dental ou maiô bem cavado. Quando eu digo olhe, é porque sei que você vai resgatar da mente [se você nasceu depois, compreenda, não tínhamos Internet, corra pro tubo para entender]. Lembra das roupinhas da Xuxa e suas paquitas?</p>
<p>Vamos voltar um pouco mais, década de 60, era da tanguinha e nascimento do fio dental [sim a coisa é antiga], pessoal pregando paz e amor, pílula e amor livre. O quanto hoje você tolera dessas coisas e o quanto você acha que é tolerável pela sociedade?</p>
<p>Ok, até agora são apenas bobagens, coincidências, dirá um cético.</p>
<p>Vamos aprofundar, já devem ter visto essa foto antiga, não?</p>
<p><img class="alignnone" title="Bin laden family" src="http://img511.imageshack.us/img511/4314/binladenfamily.jpg" alt="" width="598" height="418" /></p>
<p>Quem diria que o procurado number one terrorista religioso andava tão parecido com um membro do Jethro Tull.</p>
<p>Você deve está se perguntando, ou deveria, aonde ele quer chegar com isso?  Ou então, o que tem a ver tecnologia [esse blog], com Crowds [minha pesquisa], com conservadorismo [esse artigo] e o Bin Laden?</p>
<h2>Entendendo o mundo que vivemos</h2>
<p>A sociologia moderna, sobretudo inspirada por Durkheim, acredita que o homem é um animal que só se tornou &#8220;ser-humano&#8221; por causa do coletivo e seu comportamento não é vontade individual e sim estabelecido e moldado pela sociedade. Basicamente isso [claro que com blablablas para se passar em prova de faculdade também].</p>
<p>Agora o que é melhor em Durkheim, e ele foi chamado de conservador por isso, é que os homens são guiados por normas estabelecidas e portanto uma anomia [ausência de leis, regras, convenções, normas ou como você queira chamá-las] causa a perda de identidade coletiva e os indivíduos com isso perderão a capacidade de manutenção da ordem e o caos reinaria.</p>
<p>Indo direto ao ponto, Durkheim disse que: mudanças sucks, ficar como está rocks. Ou seja, você tem uma sociedade moldada pela escola, familia, religião, governo e tantas outras instituições que uma mudança brusca e total afetaria a ordem reinante e o mundo piraria.</p>
<p>O ponto crucial aonde quero chegar nesse artigo é que as mudanças que estão em curso na humanidade não são apenas de ordem política, religiosa ou ideológica.</p>
<p>Há quem se engane que o mundo estava dando uma guinada para a esquerda [hemisfério ideológico que já não se sabe mais o que é] e que agora está dando uma guinada leve para a direita [outro hemisfério tão confuso quanto o outro].</p>
<p>Em vários momentos da história isso já aconteceu, tanto que Dom Pedro II passou bom tempo no poder sabiamente trocando um &#8220;Luzia&#8221; por um &#8220;Saquarema&#8221; a cada turmo e assim apaziguando as torcidas organizadas, ou mantendo-as ocupadas, o que não deixa de ser sábio também.</p>
<p>A política é algo que está se tornando irrelevante nas discussões mundiais e isso é perigoso também, já disseram que mesmo se você não gosta de política, não adianta, vai ser sempre comandado por quem gosta. Pense nisso, Hitler, Stalin e Polpot amavam a política.</p>
<p>As mudanças que ocorrem no mundo são mais brutais, é um choque de placas tectônicas da história, o que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alvin_Toffler">Alvin Toffler</a> chamou de <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/62618/terceira+onda,+a">Terceira Onda</a>. Não estamos falando apenas de política ou ideologia ou sequer religião, as mudanças são em todas as áreas do conhecimento e relacionamento humano.</p>
<p>Desde a mudança de <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1644179/cauda+longa:+do+mercado+de+massa+para+o+mercado+de+nicho,+a">comportamento de Hit para nicho</a>, o <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1961147/mundo+e+plano:+uma+breve+historia+do+seculo+xxi,+o">achatamento do mundo</a>, <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1955787/wikinomics:+como+a+colaboracao+em+massa+pode+mudar+o+seu+negocio">a colaboração entre empresas e pessoas</a>, <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1313125">a sabedoria de centenas de pessoas</a> trabalhando para algo sem remuneração direta que não seja o proprio beneficio desse trabalho, do qual chamamos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing">Crowdsourcing</a>, <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/32162">guerras cirúrgicas</a>, e tantos outros movimentos que combinados subvertem toda a ordem conhecida e principalmente a mais comum dessas ordens, o &#8220;<a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/729019/freakonomics:+o+lado+oculto+e+inesperado+de+tudo+que+nos+afeta">senso comum</a>&#8220;.</p>
<p>Esqueça tudo que você conceituou como sendo o verdadeiro, o real, o certo, como aprendi, o que eu sou e aonde chegarei. Assim você consegue se aproximar de entender como um Facebook, que é apenas uma &#8220;página&#8221; na internet vale mais do que uma indústria da Coca-cola, com suas centenas de trabalhadores, concreto e máquinas que custam milhares de dólares.</p>
<h2>Aonde mora o perigo</h2>
<p>Quando ocorre a transição entre ondas na história, essa transição sempre é violenta e muito combatida, tanto a onda anterior tenta sufocar a nova onda como a nova onda tenta destruir todos os valores e crenças da onda anterior para prevalecer.</p>
<p>Voltando a Durkheim, quando tentamos subverter os valores conhecidos e &#8220;palpáveis&#8221; nós estamos tirando o chão das pessoas, aquilo que elas acreditam. A tendência natural das pessoas é se refugiarem naquilo que conhecem e podem explicar, como religião.</p>
<p>Não que religião explica alguma coisa, mas é algo conhecido. Desde adão e eva, aqueles dois macaquinhas africanos, que todo mundo sabe o que é. O que melhor para um charlatão do que advogar algo que a ciência não pode explicar e fica por isso?</p>
<p>Então, há movimentos curiosos de expansão da igreja católica em áreas tradicionalmente protestantes, islâmicas e protestantes em áreas tradicionalmente católicas e um recrudescimento global em relação à moral [principalmente no sentido sexual] e pudor. O que impressiona e causa espanto é que a tendência seria o oposto, vide a maturidade do feminismo, a expansão dos direitos homosexuais e outras minorias que conseguiram crescer e se fazerem ouvir nas últimas décadas.</p>
<p>Mas o que isso nos preocupa?</p>
<p>Preocupa-me em particular essa queda ao conservadorismo religioso como uma barreira perigosa a transição para a nova onda, nós que trabalhamos com tecnologia, basicamente ciência [pelo menos quando não estamos dando tapinhas na maquina], somos os mais privilegiados pela nova onda, dinheiro brota de fontes inesgotáveis e subverte a economia [ciência da escassez] e cria um <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/3924">admirável mundo novo</a>.</p>
<p>Mas o pior nem é isso, o pior são os direitos individuais, a nova onda é baseada na liberdade e na livre escolha. Digamos que religião não se dá bem com livre escolha, por mais que o &#8220;Free Will&#8221; esteja em sua porta de entrada.</p>
<p>Ora, se o mundo inteiro aceita ter sua liberdade tolhida em troca de um lugar comum que o abrace, a minha liberdade está seriamente ameaçada. Pense nisso com carinho.</p>
<p>Para evitar essa guinada perigosa as pessoas precisam entenderem o mundo que vivem. Sentirem-se seguras com essa nova ordem.  Os que nasceram e cresceram antes da internet vão morrer sem entender, os que nasceram antes e cresceram depois tem uma possibilidade de mudarem junto com o mundo.</p>
<p>Daí você me pergunta: Mas o que podemos fazer?</p>
<p>E eu respondo: não sei! Se soubesse já tinha escrito um paper&#8230; ou um livro de auto-ajuda e ficado rico.</p>
<p>O principal não é encontrar respostas nesse momento e sim formular as perguntas corretas, quando temos uma pergunta nós sabemos como trabalhar na resposta. Entender o mundo que vivemos e identificar mudanças que podem nos prejudicar é importantíssimo. Mais ainda é esclarecer a quem não consegue compreender.</p>
<p>E principalmente, quando xingar aquele crente maluco que fala que Kali Yuga cristão está próximo, igual ao pessoal fazia em 999, lembre-se que ele o legislará daqui a pouco.</p>
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		<title>Material do terceiro encontro XPCE</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 11:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Behaviour Driven Development]]></category>
		<category><![CDATA[Rails]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby]]></category>
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		<description><![CDATA[Projeto de exemplo com Cucumber, Selenium e Rails http://github.com/cmilfont/bddonrails
Para executar o exemplo deve se lembrar de ter o java instalado [de preferência o da SUN] por dependência do Selenium. Execute os comandos abaixo para baixar e rodar a aplicação:
BDD com Cucumber, Selenium e Rails
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto de exemplo com Cucumber, Selenium e Rails <a href="http://github.com/cmilfont/bddonrails">http://github.com/cmilfont/bddonrails</a></p>
<p>Para executar o exemplo deve se lembrar de ter o java instalado [de preferência o da SUN] por dependência do Selenium. Execute os comandos abaixo para baixar e rodar a aplicação:</p>
<script src="http://gist.github.com/219501.js"></script>
<div id="__ss_2356178" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="BDD com Cucumber, Selenium e Rails" href="http://www.slideshare.net/cmilfont/bdd-com-cucumber-selenium-e-rails">BDD com Cucumber, Selenium e Rails</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=3encontro-091027061527-phpapp01&amp;stripped_title=bdd-com-cucumber-selenium-e-rails" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=3encontro-091027061527-phpapp01&amp;stripped_title=bdd-com-cucumber-selenium-e-rails" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>O maior artigo de todos os tempos sobre como melhor motivar seus desenvolvedores</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2009/09/30/o-maior-artigo-de-todos-os-tempos-sobre-como-melhor-motivar-seus-desenvolvedores/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 17:36:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[protesto]]></category>

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		<description><![CDATA[Pague bem!
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Pague bem!</p>
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		<title>3º Encontro XPCE &#8211; 2º Palestra confirmada</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 11:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Behaviour Driven Development]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
		<category><![CDATA[Melhores práticas]]></category>
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		<category><![CDATA[selenium]]></category>
		<category><![CDATA[testes]]></category>

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		<description><![CDATA[A grade foi finalizada com a confirmação da segunda palestra para o evento com um profissional experiente falando e demonstrando na prática como desenvolver com Rspec e Cucumber seguindo uma moderna abordagem chamada Behaviour Driven Development.
Palestra: BDD prático com Cucumber, Selenium e RSpec
Resumo: Palestra na forma de &#8220;hands on&#8221; com a construção de uma aplicação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A grade foi finalizada com a confirmação da segunda palestra para o evento com um profissional experiente falando e demonstrando na prática como desenvolver com Rspec e Cucumber seguindo uma moderna abordagem chamada Behaviour Driven Development.</p>
<p><strong>Palestra: </strong><strong>BDD prático com Cucumber, Selenium e RSpec</strong></p>
<p><strong>Resumo:</strong> Palestra na forma de &#8220;hands on&#8221; com a construção de uma aplicação utilizando conceitos de BDD. Outside in development visto na prática através da construção e automação de user stories com Cucumber + Selenium e descrição de comportamento com RSpec e Remarkable</p>
<p><strong>Palestrante: Jefferson Jean Martins Girão</strong><br />
Desenvolvedor no Grupo Tubform (<a href="http://www.grupotubform.com.br/" target="_blank">http://www.grupotubform.com.br</a>) atualmente trabalhando na migração de um ERP industrial de MS FoxPro para Ruby on Rails e Javascript com EXTjs. Tem 4 anos de experiência em desenvolvimento de software já tendo passado por áreas como automação comercial, terceiro setor e gestão pública municipal.</p>
<p>Informações sobre o evento:</p>
<h2>Título: 3º Encontro XPCE &#8211; Comunidade eXtreme Programming do Ceará</h2>
<h2>Local: Faculdade FA7</h2>
<h2>Data: 24 de Outubro</h2>
<h2>Agenda</h2>
<ol>
<li>08:30 as 09:30 &#8211; BDD prático com Cucumber, Selenium e RSpec &#8211; Jefferson Girão</li>
<li>09:30 as 10:00 &#8211; Intervalo</li>
<li>10:00 as 11:00 &#8211; Automação de Testes Funcionais de Software com Selenium &#8211; Fabrício Lemos</li>
</ol>
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		<title>Na teoria, é você quem não conhece a prática</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2009/09/18/na-teoria-e-voce-quem-nao-conhece-a-pratica/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 12:43:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[CMMi]]></category>
		<category><![CDATA[Mps.Br]]></category>
		<category><![CDATA[TDD]]></category>
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		<category><![CDATA[teste]]></category>
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		<description><![CDATA[O Dr Alan Kelon [ou quase dr., não sei se já terminou] com a arrogância clássica da academia deu uma aula de engenharia de software a esse pobre AMADOR SEM EDUCAÇÃO que vos escreve.
Se eu fosse um novato, recém integrado na faculdade, sem base acadêmica para duvidar de um Dr. [ou quase] eu estaria destruído [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4737108H3">Dr Alan Kelon</a> [ou quase dr., não sei se já terminou] com a arrogância clássica da academia <a href="http://alankelon.posterous.com/cmmi-testes-automaticos-pessoas-processo-e-qu">deu uma aula de engenharia de software</a> a esse pobre AMADOR SEM EDUCAÇÃO que vos escreve.</p>
<p>Se eu fosse um novato, recém integrado na faculdade, sem base acadêmica para duvidar de um Dr. [ou quase] eu estaria destruído com minha ignorância.</p>
<p>Esse é o temor que tenho da academia, a sua falta total de pé-no-chão ou conhecimento real daquilo que ensina, é o que me fez abandoná-la e nunca mais pisar por lá.</p>
<p>Tantas citações a obras importantes é típico da academia, mas o discurso que eu gostaria de ouvir não existe:</p>
<p>&#8220;Quando eu implantei CMMi na XPTO&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Quando eu trabalhava com RUP, nós&#8230;&#8221;</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span class="profile_header_username">Alan Kelon</span></div>
<h2>Na prática a teoria é outra</h2>
<p>Caro Dr., eu estudei muito sobre isso, li todos esses documentos e até cheguei já a acreditar que eram válidos para garantir a qualidade de um produto. Claro, isso no início desse século quando eu era estagiário e sem conhecimento real.</p>
<p>Depois de passar por implantação de CMMi mais de uma vez, ISO e Mps.Br, foi que aprendi o valor da teoria e como aquilo que está escrito não reflete a realidade na &#8220;engenharia de software&#8221;.</p>
<p>Talvez o que mais me marcou em verificar que não existe engenharia de software [ou ela é ainda muito incipiente] foi ter participado de avaliações ISO em outros setores como indústria, imobiliária e serviços. Fica evidente para todo mundo que a avaliação nesses setores é de processo e não de produto e serviço porque eles tem métricas reais e aplicáveis em suas industrias.</p>
<p>Quando CMMi ou ISO falam em qualidade de produto eles não dizem como fazer e sim o que fazer, essa é a diferença básica entre processo e produto, caro Dr.</p>
<p>Essa bobagem semântica  faz toda a diferença, quando eu avalio a qualidade de um produto como uma garrafa PET, existem métricas reais para testar a qualidade [como por exemplo durabilidade], existe um processo normatizado por órgãos [como ANATEL, ANVISA, e tantos outros] que garantem a qualidade mínima do produto ou serviço.</p>
<p>Esse foi o seu primeiro erro conceitual, dizer que tem que fazer é diferente de dizer &#8220;como&#8221; tem que fazer. &#8220;O que&#8221; é processo, DR. &#8220;Como&#8221; é produto, Dr.</p>
<h2>Testes de Software</h2>
<p>Vou fazer um mea-culpa porque quando escrevo eu sempre esqueço que meus leitores não me conhecem e não podem advinhar o que fica nas entrelinhas, eu não gosto de citar referências por preguiça de sair catalogando nomes de livros e autores [só quando lembro na integra de cabeça e acho importantissimo] e espero que as pessoas não acreditem em uma só linha sem verificar. Como vão verificar, eles acham a referência por si só, não preciso colocar bibliografia nos meus textos.</p>
<p>Esse trecho fica evidente que falho por omissão:</p>
<blockquote><p><span>Há controvérsias sobre testes automáticos garantirem qualidade interna, na verdade, não vejo onde há relação direta. Testes são sim de suma importância, independentemente de serem automatizados ou não, que fique claro, mas não garantem totalmente a qualidade, nem externa e muito menos interna (em breve explicarei o porquê), muito menos é o único método para se conseguir qualidade. Inspeções e revisão de software (e especificações associadas), juntamente com analisadores estáticos, são tão efetivos quanto testes na detecção de defeitos e tem possibilidade maior de melhorar a qualidade interna de produtos de software.</span></p></blockquote>
<p>Quando falo em testes, é óbvio para quem me conhece que estou me referindo sobretudo a TDD e também BDD. Testes por si só não garantem nada, nem sequer que as falhas estão cobertas.</p>
<p>O processo de TDD é que fortalece a qualidade interna do software porque ao você aplicar as práticas desse processo, você se torna minucioso na verificação de coesão, complexidade, acoplamento sem precisar de ferramentas de análise de código.</p>
<p>Eu não estou afirmando que não use ferramentas de análise de código, longe disso, só que essas ferramentas não verificam qualidade real no código, no máximo elas avaliam erros clássicos e mau cheiro no código. É perfeitamente possível escrever um código horroroso e ilegível e passar por todas as ferramentas de análise de código facilmente, isso acontece na prática no cotidiano.</p>
<h2>Como testar?</h2>
<blockquote><p><span>Antes de me dizer, responda-me: Você faz que tipo de teste? Unitário, integração, sistema, aceitação? Testes funcionais, estruturais ou baseados em defeitos? Para testes funcionais, você utiliza classes de equivalência, análise de valor limite, grafo causa-efeito e ainda tenta error-guessing? Para testes estruturais, você aplica grafos de fluxo de controle? Como define seu critério de cobertura de instruções, decisões, condições e caminhos? E quais das métricas já citadas ou quaisquer outras tem adotado? (Zhu, Hall and May, 1997) Se você não tiver uma boa estratégia para cada uma destas táticas, sinto muito informar-lhe, mas VOCÊ NÃO SABE TESTAR SOFTWARE.</span></p></blockquote>
<p><span>Eu não sigo as estratégias do Zhu &#8220;Who?&#8221;, eu sigo um AMADOR SEM EDUCAÇÃO chamado Kent Beck que não é nada científico mas funciona. Sim, eu faço testes unitários, integração, aceitação, stress, carga e o que der mais para fazer com o tempo disponível para entregar o software o mais saudável possível. As ferramentas de análise de cobertura são frágeis e deixam escapar a real cobertura, da qual temos que aplicar triangulação e outras práticas não-acadêmicas criadas por AMADORES SEM EDUCAÇÃO.</span></p>
<p><span>O bacana de tudo são esses números:</span></p>
<blockquote><p><span>Ou seja, mesmo que você tenha 100% de cobertura, você terá apenas garantia de detecção de defeitos em 25% dos casos (Glass, 2002).</span></p></blockquote>
<p><span>Minha vó dizia que os números quebrados tem mais credibilidade, se fosse pelo menos um 25, 37%&#8230; vá lá.</span></p>
<blockquote><p><span>Não estou a par de nenhum estudo rigoroso que mostre relação positiva entre presença de testes automáticos e código mais coeso, desacoplado, limpo, claro e legível também. </span></p></blockquote>
<p>Dr. o mundo não vive de Papers apenas, saia da academia e visite uma empresa que faça TDD e outra que não, o senhor avaliará por si só. Alias, quem deveria fazer esses estudos era a academia, não? Como farão se não saem às ruas?</p>
<blockquote><p><span>Caso alguém tenha, por favor, entre em contato.<span> </span>Gostaria de saber também, se possível, quais processos preocupam-se com qualidade externa em detrimento de qualidade interna. Seriam os processos ágeis?</span></p></blockquote>
<p><span>Todos os processos avaliam qualidade externa pelo que escrevi acima.</span></p>
<p><span>O seguinte trecho quase me faz não responder esse artigo:</span></p>
<blockquote><p><span>Por fim, o PROJETO é a quarto e última variável necessária para construir software, porque planejamento e gerenciamento são nossas únicas armas para controlar a complexidade</span></p></blockquote>
<p><span>O que diabos complexidade tem a ver com planejamento e gerenciamento? </span></p>
<p><span>Desde quando voce planeja a complexidade de um software?</span></p>
<p><span>Fazendo notação matemática do algoritmo?</span></p>
<p><span>Desculpe, mas nem todo mundo tem o tempo do Dr. Knuth para entregar software, precisamos de verificação rápida e não notação matemática e não existe um mecanismo que faça isso antes de ter um software escrito.</span></p>
<blockquote><p><span>Novamente, o projeto pode ser tão detalhado e formal quanto se queira.</span></p></blockquote>
<p><span>Não, DR. O projeto não pode ser tão detalhado e formal quanto o queira, isso eu acreditava antes de fazer coisas reais e ficava apenas em cima de livros, se a engenharia de software realmente existisse, eu tinha mecanismos reais para fazer esse detalhamento, mas hoje esses mecanismos reais não existem.</span></p>
<p><span>Cada vez mais me convenço de que a academia está morta e não produz nada de real, apenas papers repetitivos de bobagens que ninguem lê. </span></p>
<p><span>Deveriam ter terminado a notação formal da orientação a objetos mas estão preocupados demais com &#8220;modelos de qualidade&#8221; [sic] que nunca avaliaram na prática e não fazem idéia de como mensurar.</span></p>
<p><span>Isso não é científico, Dr.<br />
</span></p>
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		<title>Qualidade Interna vs Qualidade Externa</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 13:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Behaviour Driven Development]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
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		<description><![CDATA[Processos de desenvolvimento de software são quase todos iguais em termos de práticas e todos podem assumir práticas novas de outros processos, até cascata pode aplicar qualquer prática de XP e Scrum em seu modelo naturalmente.
O que diferencia esses processos não são as práticas, são os valores. O problema é que entender, compreender e adotar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Processos de desenvolvimento de software são quase todos iguais em termos de práticas e todos podem assumir práticas novas de outros processos, até cascata pode aplicar qualquer prática de XP e Scrum em seu modelo naturalmente.</p>
<p>O que diferencia esses processos não são as práticas, são os valores. O problema é que entender, compreender e adotar valores é algo subjetivo que varia de pessoa para pessoa por mais que se tenha princípios bem definidos que conectem as práticas a esses valores.</p>
<p>Diante disso, nenhum processo garante que seu projeto será um sucesso por estar o seguindo, mesmo que seja &#8220;By The Book&#8221;.</p>
<p>Há uma preocupação com o chamado Scrumbut, mas eu já vejo e vi projetos Scrum que não são Scrumbut e mesmo assim o software produzido, por mais ágil que seja, não tem qualidade e no primeiro refactoring você já entra no prejuízo similar a um software desenvolvido em Cascata.</p>
<p>Fato é que esses valores e princípios não garantem software com código coeso, desacoplado, limpo, claro e facilmente lido, ou seja, com qualidade interna.</p>
<p>Hoje minha preocupação em todos os projetos é a qualidade interna do software, não importa que metodologia seja adotada. Qualidade interna garante que o software tem boa saúde e é fácil de ser medida.</p>
<p>Saúde do software é o quão rápido e efetivo ele se recupera de mudanças e o quão limpo ele está de defeitos. Para se recuperar de mudanças o software precisa ser limpo e claro, ser facilmente entendível e lido.</p>
<p>Livre de defeitos é ter uma cobertura de testes que explorem e machuquem o código até descobrir falhas que passam despercebidas.</p>
<p>A grande maioria dos processos se preocupa mais com a qualidade externa do que a interna. Não importa se você faz reuniões em pé, tenha o cliente presente ou faça Scrumban ou até mesmo que você esteja entregando software rápido, nada disso vai garantir qualidade e que não vá ter prejuízo no futuro.</p>
<p>Vender qualidade externa tem um apelo comercial fácil porque você não precisa comprovar a qualidade do software e sim do processo, o discurso é sempre mais elegante do que falar em código, principalmente para alta gerência e burocratas, tanto é que todos os modelos de qualidade reconhecidos avaliam o processo e não o produto.</p>
<p>CMMi, ISO ou seja lá que for, não garantem que o produto será de qualidade e sim que o processo seja e se pararmos para pensar um momento, o processo realmente é de qualidade, temos um conjunto de métodos eficazes para produzir&#8230; processo e não produto.</p>
<p>Um exemplo de qualidade interna de um software são os testes automáticos em suas diversas nuances como unitários, aceitação, integração e funcional, mas não apenas isso, métricas de coesão, cobertura, LOC, complexidade e tantas outras.</p>
<p>No Maré de Agilidade eu fiz questão de enfatizar:</p>
<blockquote><p>&#8220;Não importa que processo você siga, se é ágil ou não, se você não faz testes de Software vocês está errado em todos.&#8221;</p></blockquote>
<p>Não existe um software sem bateria de testes automáticos com qualidade, isso é lenda. Em mais de 10 anos de profissão o que tenho notado é que a grande maioria, senão todos, são fortemente acoplados e de baixa coesão como consequência da falta de testes. Aplicar testes nesses softwares é uma tarefa quase impossível e proibitiva em relação a custos, sai mais barato fazer um software novo.</p>
<p>Outra coisa que falei no Maré de Agilidade foi:</p>
<blockquote><p>&#8220;Não seja ágil, seja o melhor possível, porque ao procurar ser o melhor você invariavelmente vai se deparar com práticas que o tornam melhor e aí você se tornará ágil&#8221;.</p></blockquote>
<p>Assim como o lema da Rossi: &#8220;Armas não matam pessoas, pessoas matam pessoas&#8221; podemos induzir que: Processos não desenvolvem software, pessoas desenvolvem software!</p>
<p>Ao trabalhar com pessoas, precisamos entender que modelos de negócios como software são de terceira onda [Alvin Toffler aqui] e não da segunda onda [industrialismo]. Qualquer analogia com modelos de segunda onda provocará insuficiência no trabalho dessas pessoas [por isso Lean faz tanto sucesso hoje] e elas precisam estarem motivadas para produzir qualidade interna, coisa que o trabalho sobre qualidade externa não produz.</p>
<p>Esse tema sobre pessoas e processos [como homem/hora] será escrito em outro artigo.</p>
<p>Resumo desse artigo é: Pessoas são responsáveis por produzirem qualidade interna ao produto e não processo, invista nelas.</p>
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