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QCONSP 2010, eu fui!

Jornada

Começamos essa aventura desde que o evento foi anunciado no início do ano, não lembro com precisão o mês, mas a coordenação do Jug JavaCE entrou em contato pela lista de discussões para criarmos uma caravana cearense.

A idéia desde o início era juntarmos gente suficiente para fechar com alguma agência de viagens um desconto em passagens e hospedagem, não deu dessa vez, pelo menos conseguimos mobilizar algumas pessoas e negociar duas rodadas de descontos na inscrição do evento.

Caravana JavaCE

A maioria chegou sexta de manhã [10/09] em São Paulo, a tarde fomos recepcionados pela Caelum em sua sede paulista. O Paulo Silveira preparou duas palestras para a caravana, além do pessoal da Giran e o Rubem Azenha que estavam lá.

O Paulo já sabia que iríamos lá para conhecer a empresa, afinal não chegaríamos de surpresa. Ele havia dado a sugestão de preparar algo, nem precisava, mas sabem como é, a Caelum não sabe fazer coisa pequena, então até uma visita informal virou um evento a tarde inteira com muita comida e bebida.

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QCON

Minha avaliação do evento será muito parcial e específica, muito do que escreverei aqui tem a ver com o momento que vivo e portanto pode soar como irresponsável.

Tenho priorizado ultimamente palestras técnicas e mais avançadas em tecnologias que trabalho, não que isso seja errado, mas uma escolha que tomei esse ano para focar em código. Palestras de metodologias, métricas, filosofias ou algo diferente de código eu tento evitar. Não que eu tenha conseguido focar apenas em palestras técnicas, portanto não se assuste com o que vem.

Palestras do Sábado

O Keynote do Nick Kallen fui bacana, apesar de quase todas as informações mostradas já terem sido divulgadas em posts e outros eventos, de qualquer forma dá para sacar mais ou menos os problemas que é escalar um mundo gigante como o Twitter e os problemas que eles enfrentam. Foi muito bom.

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O Keynote do Guilherme Silveira, que era para ser apenas no domingo,  foi trocado devido a um atraso no vôo do Randy Shoup, de qualquer forma ele deu seu show como sempre faz e demonstrou porque é o novo popstar da família Silveira. Apresentou algumas soluções de Rest e suas piadas infames, bom, pelo menos riram dessa vez :).

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O último Keynote do sábado foi meu ídolo Douglas Crockford que fez uma apresentação impecável. Demonstrou a história por trás da linguagem mais sofrida do mundo, falou sobre os comitês [confirmou minha opinião que comitê não funciona] e demonstrou código no final, apesar de pouco. Ouvi algumas críticas fora da palestra por pessoas que não entenderam qual o propósito desse Keynote, ou não leram o enunciado ou odeiam tanto javascript que não tiveram saco de ouvir de um dos pais da coisa toda aquela intrigante história.

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Era para termos saído para o almoço, mas a Caelum, como não gosta de gordinhos, nos entupiu de tanta comida que do nosso grupo ninguém foi almonçar, ficamos lá beliscando aquele banquete sem fim.

Risquei a track .NET do sábado, não por críticas à plataforma, mas como eu disse antes, querer focar na realidade que trabalho. Diante desse quadro restou dividir as duas outras tracks seguindo meu critério de ser mais próximo ao código. Até que no sábado eu tenha saído mais dessa linha do que no domingo, mas esse foi o meu objetivo.

Dividir-se em tracks sempre há prejuízo, não tem jeito, acabei ficando na track com o Yoshima por curiosidade sobre o que ele falaria na guerra de métodos e acabei perdendo a do Paulo e a do Doug Clarke. Não me arrependi, o Yoshima consegue cativar bastante e apresentou alguns pontos de vista muito interessantes. Como eu conheço o TopLink e sei que é muito inferior ao hibernate eu resolvi ignorar a palestra do Doug, contem nos comentários se o Doug falou sobre alguma novidade que o Hibernate não já tenha desde 2004 :).

Houveram críticas ao Yoshima sobre um comentário dele, especificamente sobre o time priorizar ordem de entrega das features, eu entendi muito bem a mensagem, mas acho que deveria ter um post só sobre isso para esclarecer melhor.

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Logo em seguida fui assistir a palestra de um cara que admiro bastante, o Bruno Pereira da Concrete. O Bruno perdeu um bom tempo com histórico de Frameworks web e só demonstrou código da metade pro fim, o que me deixou com gostinho de quero mais. Acredito que o histórico seria suficiente em 5 minutos. De qualquer forma foi muito bom e principalmente para quem está começando agora foi excelente. Bruno é um nome que deve ser chamado próximo ano para apresentar coisas mais avançadas que ele domina bem.

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A partir dessa palestra eu notei um padrão que incomodou um pouco, o pessoal passou um bom tempo da palestra falando sobre coisas muito básicas e pormenores que acredito não serem necessários, depois eu tive uma informação que esclareceu tudo. Segundo um passarinho chinês [:D],  os palestrantes receberam um pedido da organização para cobrir o básico porque haveria pessoas de todos os níveis. Acredito que esse aspecto deve ser priorizado no próximo ano.

A palestra seguinte, Testes Unitários em javascript, seguiu esse padrão de explicações exaustivas, os palestrantes demoraram muito tempo explicando o que era TDD e a importância de testes, acredito que isso deveria ser prerequisito para quem escolheu assistir essa palestra. Da mesma forma que a palestra do Bruno, o código foi enfatizado do meio para o fim, apresentaram algumas técnicas, ferramentas e conceitos bacanas. Foi muito boa também.

As duas palestras seguintes eu saltei, fui aumentar uns quilos e conversar um pouco com o pessoal. Conheci muita gente bacana que só conhecia pelas listas, fóruns e twitters da vida. Depois conto mais sobre isso.

Queria muito ter assistido a palestra do Sérgio Lopes, mas acabei escolhendo do Paulo Caroli. Acabei escolhendo a do Caroli porque já li bastante material dele e havia ouvido falar muito bem, resolvi ver as idéias e gostei muito. A sacada da casca de banana foi a diversão do dia.

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Fim do Sábado

Continua…

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Setup do Sunspot-rails no Rspec

Tínhamos um problema nos testes unitários por débito técnico [na verdade desleixo mesmo] com o setup do Rspec e Sunspot-rails em determinado projeto. O problema era que mesmo para executar um simples teste unitário, levantávamos o Sunspot no spec_helper.rb.

Resolvi refatorar isso, acabei descobrindo no before/after do Spec::Runner.configure algo que eu não usava e que já existia desde o rspec “1.1.12 / 2009-01-11”, pelo que percebi no changelog.

O que fiz e parece bobo é separar pelo tipo (type) integration a subida de uma instancia real do Sunspot e agora dá para usar a estrutura de Rspec que o Sunspot disponibiliza para meus testes unitários.

#arquivo spec_helper.rb
ENV["RAILS_ENV"] ||= 'test'
require File.expand_path(File.join(File.dirname(__FILE__),'..','config','environment'))
require 'spec/autorun'
require 'spec/rails'
require 'rake'
require 'ruby-debug' unless RUBY_VERSION > '1.9'
require 'sunspot/rails/tasks'
require 'authlogic/test_case'
require 'sunspot/rails/spec_helper'
require 'database_cleaner'
#observe aqui que eu criei uma pasta support porque guardo algumas confs em arquivos contidos nela
Dir["#{File.dirname(__FILE__)}/support/**/*.rb"].each {|f| require f}
Spec::Runner.configure do |config|
config.use_transactional_fixtures = true
config.use_instantiated_fixtures = false
config.fixture_path = RAILS_ROOT + '/spec/fixtures/'
config.before(:suite) do
DatabaseCleaner.strategy = :truncation
DatabaseCleaner.clean_with(:truncation)
end
config.before(:each) do
DatabaseCleaner.start
end
config.after(:each) do
DatabaseCleaner.clean
end
[:model, :helper, :controller].each {|type|
config.before(:each, :type => type) do
::Sunspot.session = ::Sunspot::Rails::StubSessionProxy.new(::Sunspot.session)
end
config.after(:each, :type => type) do
::Sunspot.session = ::Sunspot.session.original_session
end
}
config.before(:all, :type => :integration) do
JojobaSunspot.new.start
end
config.after(:suite) do
JojobaSunspot.new.stop
end
end
view raw gistfile1.builder hosted with ❤ by GitHub

Inspirado nesse post, eu adaptei para o código que uso ao subir o sunspot com linha de comando para os testes de integração. Observe no código anterior que importo configurações da pasta support, inclusive a classe JojobaSunspot, usada no after e before de integration.

require "net/http"
class JojobaSunspot
def start
@started = Time.now
up_sunspot if starting
up
end
def stop
system("sunspot-solr stop --pid-dir=/tmp/pids") unless starting
end
private
def port
Sunspot::Rails::Server.new.port
end
def up_sunspot
system("sunspot-solr start -p 8981 -d /tmp/solr_data_test --pid-dir=/tmp/pids --log-file=/tmp/solr_log_test.log --log-level=INFO")
end
def up
while starting
puts "Sunspot server is starting..."
end
puts "Sunspot server took #{'%.2f' % (Time.now - @started)} sec. to get up and running. Let's Jojoba!"
end
def starting
begin
sleep(1)
request = Net::HTTP.get_response(URI.parse("http://localhost:#{port}/solr/"))
false
rescue Errno::ECONNREFUSED
true
end
end
end
view raw gistfile1.builder hosted with ❤ by GitHub

Desde que colocamos testes de integração o tempo de execução da bateria subiu muito, provocamos um setup ineficiente e desnecessário para os testes unitários. Fica a dica para quem passar pelo mesmo problema.

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Você está nivelando por baixo e/ou não conhece seus desenvolvedores

Um amigo fez a seguinte pergunta que é muito comum hoje em dia com adoção crescente sobre linguagens dinâmicas, principalmente Ruby:

(…)”A dúvida era essa: Linguagens dinâmicas dão maiores possibilidades de inclusão de erro no código com isso aumentando de forma significativa a refatoração.”(…)

Em conversa com um excelente desenvolvedor aqui no Ceará, Delberto Muniz, ele escreveu a seguinte resposta:

Estava relendo um livro sobre os primórdios da programação e houve um debate semelhante: Os programadores Assembly achavam que programar em Fortan dava maiores possibilidades de erros porquê o programador não tinha total controle sobre o código gerado.

Dez anos depois o pessoal do Fortran falou mal do Algol porquê Algol abstraía demais e o programador não tinha total controle sobre a linguagem.

Aí veio o pessoal do C/C++ dizendo que Java abstraía demais, deixando margens a bugs serem introduzidos nos programas pelo compilador e/ou pela vm ou porquê simplesmente ele não estava alocando/desalocando memória manualmente.

Só mudaram as linguagens – o debate é sempre o mesmo: Se eu aumentar a abstração, meus programadores vão fazer besteira?

Se você está com essa dúvida, sinto muito: Você está nivelando por baixo e/ou não conhece seus desenvolvedores.

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