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	<title>Blog de desenvolvimento da Milfont Consulting, Client e Server-side &#187; Scrum</title>
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	<description>Blog da Comunidade Milfont Consulting, uma empresa especializada em desenvolvimento Web, principalmente Javascript, node.js e muito Javascript.</description>
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		<title>Defesa Tardia do RUP</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 17:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu ia escrever um post gigantesco sobre o porquê do RUP ter morrido mas vou tentar ir direto pro cerne da questão. Ultimamente eu vejo muita gente dizer que RUP não deu certo por culpa humana e que só existem 3 caras no Brasil inteiro que entendem como a mágina do RUP funciona, entre outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu ia escrever um post gigantesco sobre o porquê do RUP ter morrido mas vou tentar ir direto pro cerne da questão. Ultimamente eu vejo muita gente dizer que RUP não deu certo por culpa humana e que só existem 3 caras no Brasil inteiro que entendem como a mágina do RUP funciona, entre outros argumentos desse estilo.</p>
<p>É muito fácil defender RUP hoje em dia depois de toda evolução do mercado [que diga-se de passagem o RUP só ajudou sendo a antítese do caminho correto], duvido que esses 3 únicos caras que supostamente conhecem a pedra filosofal do RUP fizessem o que fazem [ou devem fazer] hoje antes desses últimos 15 anos de discussão e experimento ágil.</p>
<p>É difícil imaginar que Kent Beck, Martin Fowler e tantos outros que começaram a propagar o agilismo após o manifesto ágil não conhececem RUP a ponto de,  como os defensores atuais do RUP afirmam: &#8220;renomearam práticas antigas com nomes novos&#8221;.</p>
<p>Meus caros, práticas não são o coração do agilismo, são os valores e princípios. RUP sempre valorizou os itens à direita em detrimento aos itens à esquerda no manifesto ágil, então não me venham com essa de que seguir o plano nunca foi prioritário do RUP. RUP é uma metodologia que não deu certo porque foi uma tentativa de taylorizar o desenvolvimento de software.</p>
<p>ps. Notaram que não linkei nada? Preguiça de responder esse tipo de coisa.</p>
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		<title>Qualidade Interna vs Qualidade Externa</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 13:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Processos de desenvolvimento de software são quase todos iguais em termos de práticas e todos podem assumir práticas novas de outros processos, até cascata pode aplicar qualquer prática de XP e Scrum em seu modelo naturalmente. O que diferencia esses processos não são as práticas, são os valores. O problema é que entender, compreender e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Processos de desenvolvimento de software são quase todos iguais em termos de práticas e todos podem assumir práticas novas de outros processos, até cascata pode aplicar qualquer prática de XP e Scrum em seu modelo naturalmente.</p>
<p>O que diferencia esses processos não são as práticas, são os valores. O problema é que entender, compreender e adotar valores é algo subjetivo que varia de pessoa para pessoa por mais que se tenha princípios bem definidos que conectem as práticas a esses valores.</p>
<p>Diante disso, nenhum processo garante que seu projeto será um sucesso por estar o seguindo, mesmo que seja &#8220;By The Book&#8221;.</p>
<p>Há uma preocupação com o chamado Scrumbut, mas eu já vejo e vi projetos Scrum que não são Scrumbut e mesmo assim o software produzido, por mais ágil que seja, não tem qualidade e no primeiro refactoring você já entra no prejuízo similar a um software desenvolvido em Cascata.</p>
<p>Fato é que esses valores e princípios não garantem software com código coeso, desacoplado, limpo, claro e facilmente lido, ou seja, com qualidade interna.</p>
<p>Hoje minha preocupação em todos os projetos é a qualidade interna do software, não importa que metodologia seja adotada. Qualidade interna garante que o software tem boa saúde e é fácil de ser medida.</p>
<p>Saúde do software é o quão rápido e efetivo ele se recupera de mudanças e o quão limpo ele está de defeitos. Para se recuperar de mudanças o software precisa ser limpo e claro, ser facilmente entendível e lido.</p>
<p>Livre de defeitos é ter uma cobertura de testes que explorem e machuquem o código até descobrir falhas que passam despercebidas.</p>
<p>A grande maioria dos processos se preocupa mais com a qualidade externa do que a interna. Não importa se você faz reuniões em pé, tenha o cliente presente ou faça Scrumban ou até mesmo que você esteja entregando software rápido, nada disso vai garantir qualidade e que não vá ter prejuízo no futuro.</p>
<p>Vender qualidade externa tem um apelo comercial fácil porque você não precisa comprovar a qualidade do software e sim do processo, o discurso é sempre mais elegante do que falar em código, principalmente para alta gerência e burocratas, tanto é que todos os modelos de qualidade reconhecidos avaliam o processo e não o produto.</p>
<p>CMMi, ISO ou seja lá que for, não garantem que o produto será de qualidade e sim que o processo seja e se pararmos para pensar um momento, o processo realmente é de qualidade, temos um conjunto de métodos eficazes para produzir&#8230; processo e não produto.</p>
<p>Um exemplo de qualidade interna de um software são os testes automáticos em suas diversas nuances como unitários, aceitação, integração e funcional, mas não apenas isso, métricas de coesão, cobertura, LOC, complexidade e tantas outras.</p>
<p>No Maré de Agilidade eu fiz questão de enfatizar:</p>
<blockquote><p>&#8220;Não importa que processo você siga, se é ágil ou não, se você não faz testes de Software vocês está errado em todos.&#8221;</p></blockquote>
<p>Não existe um software sem bateria de testes automáticos com qualidade, isso é lenda. Em mais de 10 anos de profissão o que tenho notado é que a grande maioria, senão todos, são fortemente acoplados e de baixa coesão como consequência da falta de testes. Aplicar testes nesses softwares é uma tarefa quase impossível e proibitiva em relação a custos, sai mais barato fazer um software novo.</p>
<p>Outra coisa que falei no Maré de Agilidade foi:</p>
<blockquote><p>&#8220;Não seja ágil, seja o melhor possível, porque ao procurar ser o melhor você invariavelmente vai se deparar com práticas que o tornam melhor e aí você se tornará ágil&#8221;.</p></blockquote>
<p>Assim como o lema da Rossi: &#8220;Armas não matam pessoas, pessoas matam pessoas&#8221; podemos induzir que: Processos não desenvolvem software, pessoas desenvolvem software!</p>
<p>Ao trabalhar com pessoas, precisamos entender que modelos de negócios como software são de terceira onda [Alvin Toffler aqui] e não da segunda onda [industrialismo]. Qualquer analogia com modelos de segunda onda provocará insuficiência no trabalho dessas pessoas [por isso Lean faz tanto sucesso hoje] e elas precisam estarem motivadas para produzir qualidade interna, coisa que o trabalho sobre qualidade externa não produz.</p>
<p>Esse tema sobre pessoas e processos [como homem/hora] será escrito em outro artigo.</p>
<p>Resumo desse artigo é: Pessoas são responsáveis por produzirem qualidade interna ao produto e não processo, invista nelas.</p>
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		<title>Maré de Agilidade</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2009/08/05/mare-de-agilidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 13:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem começou o Maré de Agilidade com o curso RR11 de Ruby on Rails da Caelum com o Fábio Kung, que não precisa de apresentações [se você não sabe quem é Fábio Kung então mude de profissão]. Como o Kung está indo integrar o time da Locaweb, [apesar de continuar como instrutor na Caelum] essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.igocoelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/mare_agilidade.jpeg" alt="Mare de Agilidade" /></p>
<p>Ontem começou o <a href="http://www.maredeagilidade.com.br/">Maré de Agilidade</a> com o curso <a href="http://www.caelum.com.br/curso/rr-11-ruby-on-rails/">RR11 de Ruby on Rails</a> da <a href="http://www.caelum.com.br">Caelum</a> com o <a href="http://www.fabiokung.com">Fábio Kung</a>, que não precisa de apresentações [se você não sabe quem é Fábio Kung então mude de profissão].</p>
<p>Como o Kung está <a href="http://fabiokung.com/2009/07/27/status-report-new-job-new-life/">indo integrar o time da Locaweb</a>, [apesar de continuar como instrutor na Caelum] essa é a última oportunidade de tê-lo conosco para ministrar esse curso, a turma foi agraciada com a sorte.</p>
<p><img src="http://s3.amazonaws.com/twitpic/photos/large/21428094.jpg?AWSAccessKeyId=0ZRYP5X5F6FSMBCCSE82&amp;Expires=1249479118&amp;Signature=4CwqGUZlOTxWlDFv3et3mnthV3Q%3D" alt="mare na Milfont Consulting" /></p>
<p>Na quinta e na sexta <a href="http://www.maredeagilidade.com.br/programacao.html">acontecerão os minicursos</a> oficiais do Maré de Agilidade com o <a href="http://manoelpimentel.blogspot.com/">Manoel Pimentel</a> da <a href="http://www.visaoagil.com/">Visão Ágil</a> e a turma da empresa <a href="http://www.seatecnologia.com.br">SEA Tecnologia</a> [ <a href="http://www.maredeagilidade.com.br/palestrantes.html?#willi">Renato Willi</a>, <a href="http://expressocapital.blogspot.com/">Bruno Pedroso</a> e <a href="http://www.maredeagilidade.com.br/palestrantes.html?#alegomes">Alexandre Gomes</a>],  ambos organizadores do evento.</p>
<p>No sábado acontecerão as palestras com todos que ministraram/rão cursos além de <a href="http://blogue.claviustales.com.br/">Clavius Tales</a>, Fabiano Milani da <a href="http://www.adaptworks.com.br/">Adaptworks</a> e um tal de Christiano Milfont.</p>
<p>Todos os minicursos estão com vagas esgotadas, se você quiser ainda participar do Maré de Agilidade, <a href="http://www.fortestreinamentos.com.br/v3/inscricaoOnline.php?id=465">corra para a inscrição das palestras</a> enquanto há tempo.</p>
<p>Para finalizar o Maré, a Adaptworks promove o curso &#8220;Planejamento e estimativas em projetos ágeis&#8221;, através do telefone (11)5585-7738 ou pelo e-mail contato@adaptworks.com.br na sede do CGDT.</p>
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		<title>PMBOK de Jeans</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 11:09:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando cunhei esse termo por volta de 2 anos atrás, o fiz pelo fato de ter observado a migração serelepe dos defensores do modelo &#8220;PMBOK de ser&#8221; para Scrum. Um grande problema na compreensão sobre Scrum é justamente achar que ele serve para gerenciar projetos, dessa forma para ser confundido com um PMBOK ágil é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando cunhei esse termo por volta de 2 anos atrás, o fiz pelo fato de ter observado a migração serelepe dos defensores do modelo &#8220;PMBOK de ser&#8221; para Scrum.</p>
<p>Um grande problema na compreensão sobre Scrum é justamente achar que ele serve para gerenciar projetos, dessa forma para ser confundido com um PMBOK ágil é um passo. Gerência de projetos é um campo distinto da direção do desenvolvimento de software e não vou tratar ou especificar nesse artigo porque <a href="http://www.milfont.org/tech/2008/09/25/gerentes-de-projetos-nao-sao-tecnicos/">já rascunhei em artigo passado</a>.</p>
<p>Scrum é um modelo de desenvolvimento de software. A <a href="http://www.scrumalliance.org">Scrum Alliance</a> que é uma espécie de &#8220;organismo&#8221; que rege a maturação do Scrum, não o definiu como Project Management, mas como:</p>
<blockquote><p>&#8220;<a href="http://www.scrumalliance.org/pages/what_is_scrum">Scrum is an agile software development framework.</a>&#8220;</p></blockquote>
<p>Scrum é similar ao XP ou FDD, guia a equipe com um modelo baseado em práticas para um melhor desenvolvimento de software. Como esse pessoal &#8211; que muitas vezes nunca foram técnicos &#8211; encontra em Scrum práticas fortemente ligadas ao controle das iterações, transmuta toda a cultura burocrática adquirida em metodologias de gerência de projetos e confunde atividades &#8211; como avaliação de riscos e aquisição e controle de recursos &#8211; com as necessidades do time jogando fora o que os incomoda &#8211; como práticas necessárias ao desenvolvimento &#8211; e ficando apenas com o que sentem confortáveis.</p>
<p>Quando James Shore escreveu seu famoso artigo &#8220;<a href="http://jamesshore.com/Blog/The-Decline-and-Fall-of-Agile.html">The Decline and Fall of Agile</a>&#8221; ele definiu isso muito bem fazendo analogia que estavam correndo para a sobremesa mas jogando fora os vegetais. Martin Fowler em seu artigo <a href="http://martinfowler.com/bliki/FlaccidScrum.html">Flaccid Scrum</a> [<a href="http://www.akitaonrails.com/2009/02/03/tradu-o-scrum-fl-cido">Akita traduziu</a> e comentou], escreveu ter notado que o problema técnico acontece mais com Scrum devido a não prescrição [omite] de práticas técnicas e ser centrado em técnicas de &#8220;gerenciamento de projetos&#8221;, ou seja, o problema é de qualidade técnica interna.</p>
<p>Hoje todo mundo se diz Scrum Master, todos entendem e usam Scrum e mesmo assim já estamos vendo projetos com Scrum caírem no mesmo erro e problema de modelos anteriores. Como disse o Martin Fowler em seu artigo: &#8220;Esses projetos de Scrum flácido em andamento prejudicarão a reputação não somente do Scrum mas de todo Agile&#8221;.</p>
<p>Scrum é uma metodologia maravilhosa que tem muito a engrandecer o XP e as outras metodologias, mas usando um Scrum transviado de PMBOK é um caminho natural ao fracasso retumbante.</p>
<h2>Solução?</h2>
<p>Eu poderia escrever dezenas de linhas aqui com conselhos e bla-bla-blas mas vou ser direto e lacônico: <a href="http://groups.google.com.br/group/xpce">XP</a>.</p>
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		<title>Extreme Programming no Ceará</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 14:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em virtude da crescente adoção de metodologias ágeis no Ceará e a carência de informações sobre a situação real nas empresas assim como o mau conhecimento de profissionais sobre métodos e práticas, criei uma lista sobre XP, específica para o Ceará, afim de sanar essas principais dificuldades. A lista tem menos de um mês e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em virtude da crescente adoção de metodologias ágeis no Ceará e a carência de informações sobre a situação real nas empresas assim como o mau conhecimento de profissionais sobre métodos e práticas, criei uma lista sobre <a href="http://groups.google.com.br/group/xpce">XP, específica para o Ceará,</a> afim de sanar essas principais dificuldades.</p>
<p>A lista tem menos de um mês e já conta com cerca de 120 membros e uma boa movimentação, por volta de 500 emails, se mantivermos essa média seremos uma das mais movimentadas do Brasil.</p>
<p>A idéia é fortalecer o XP, mas não em detrimento de outras metodologias ágeis, pelo contrário, teremos sempre o prazer em discutir e divulgar outras iniciativas.</p>
<h2>Mas XP?</h2>
<p>Sim, XP porque tenho um carinho especial e por considerar que é a metodologia mais madura no Ceará.</p>
<p>Segundo dados do <a href="http://xpce.googlegroups.com/web/JOAO+BARROS+-+Artigo+MBA+em+Gerenciamento+de+Projetos.pdf?gda=CrXlm24AAAAFL2lML4BueXv7SFjVzG4Xxcg1olNHxdcLky8iivjTH7ByMy-n80bnR8nRGpZxUWlcKFh1aT5UvCbiADJmwcZ60pmOdp2raT-rULQyKCTQEVHnslpMnRRROBE3O7QtcLeBZNCXir3gl7c57VG3Km7D">artigo do João Barros</a> [membro do grupo], XP aparece empatado com Scrum com 30% de adoção, mas as experiências públicas mais conhecidas e profissionais mais experientes são com XP. Destaque para a <a href="http://www.fortesinformatica.com.br/">Fortes Informática</a> e o <a href="http://www.cejug.org/display/~tales">Clavius Tales</a> &#8211; confiram esse <a href="http://blog.improveit.com.br/articles/2007/08/10/improvecast-16-entrevista-clavius-tales-serie-experiencias-ageis">Podcast com ele</a>.</p>
<p>Nada impede discussões sobre outra metodologias, lembrando somente que o foco é XP. Se criqrem outros grupos eu terei o prazer de participar também, só não tenho tempo para administrar e focar várias iniciativas e pessoalmente prefiro XP por motivos que ficarão para um post futuro.</p>
<p>É interessante observar no artigo do João que já há uma crescente adoção por parte das principais empresas do Ceará &#8211; ele listou 24 das mais conhecidas e importantes do estado. Todo trabalho de pesquisa é uma fotografia de um momento e nos fornecem estatísticas de avaliação, pode parecer alguns dados muito otimistas, mas precisamos ter uma base para trabalhar as ações e direcionar os esforços.</p>
<p>É impressionante como o XP sem divulgação e apelo de marketing conseguiu empatar com Scrum e com modelos mistos cada qual com 30%. Outro fato interessante é a baixa representação de outros modelos fora Scrum e XP.</p>
<h2>Porque do Ceará?</h2>
<p>O Anderson Fabiano <a href="http://twitter.com/andersonf_78/status/1215414463">fez uma pergunta</a> pertinente no twitter:</p>
<blockquote><p><span class="status-body"><span class="entry-content">@<a href="http://twitter.com/cmilfont">cmilfont</a> me juntei ao grupo. perguntinha basica: qual o ponto de limitar o grupo geograficamente (ce) na era da internet?</span><span class="meta entry-meta"><a class="entry-date" rel="bookmark" href="http://twitter.com/andersonf_78/status/1215414463"><span class="published">12:42 PM Feb 16th</span></a> <span>from web</span> <a href="http://twitter.com/cmilfont/status/1215408766">in reply to cmilfont</a></span></span></p></blockquote>
<p>E ele mesmo deu uma boa definição:</p>
<blockquote><p><span class="status-body"><span class="entry-content">@<a href="http://twitter.com/cmilfont">cmilfont</a> saquei. +- o principio do craigslist (de 4 anos atras)&#8230; limitar para conquistar <img src='http://www.milfont.org/tech/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span><span class="meta entry-meta"><a class="entry-date" rel="bookmark" href="http://twitter.com/andersonf_78/status/1215430471"><span class="published">12:48 PM Feb 16th</span></a> <span>from web</span> <a href="http://twitter.com/cmilfont/status/1215423987">in reply to cmilfont</a></span></span></p></blockquote>
<p>Tenho notado que grupos menores e com pessoas que se conhecem tem melhores discussões porque inibe mais flamewars e ataques pessoais devido ao conhecimento do &#8220;humor&#8221; nos emails de caras conhecidas.</p>
<p>Criar uma lista exclusiva e focada no estado ajuda a direcionar esforços, não só discussões. Um dos grandes objetivos da lista &#8211; grupo- é fortalecer a adoção de XP e para tanto organizaremos eventos e pesquisas nesse intuito.</p>
<p>Já dei início ao <a href="http://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=cEJnLWd2SmlXZGtIRTlkSi1YZGtEZGc6MA..">censo ágil de 2009 com um questionário</a> para colher informações macros sobre adoção de metodologias ágeis, após essa primeira pesquisa entrerei mais a fundo em questões específicas. A idéia é realizar um censo a cada semestre.</p>
<p>Enfim, vale a pena a participação mesmo de quem não é do estado, as <a href="http://groups.google.com.br/group/xpce">discussões</a> estão &#8220;quentes&#8221; e boas.</p>
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		<title>O que muda?</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 15:52:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Scrum]]></category>
		<category><![CDATA[Test Driven]]></category>
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		<category><![CDATA[CMMi]]></category>
		<category><![CDATA[Extreme Programming]]></category>
		<category><![CDATA[SEI]]></category>

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		<description><![CDATA[Riscando os cavalos! Tinindo as esporas! Través das coxilhas! Sai de meus pagos em louca arrancada! — Pra quê? — Pra nada! Poema Gaúcho do poeta pernambucano Ascenso Ferreira. O SEI publicou uma nota sobre CMMi e Agile e causou um certo frisson em membros de &#8220;listas de discussões agiles&#8221;. O que muda? nada, absolutamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Riscando os cavalos!<br />
Tinindo as esporas!<br />
Través das coxilhas!<br />
Sai de meus pagos em louca arrancada!<br />
— Pra quê?<br />
— Pra nada! </em></p></blockquote>
<p style="text-align: right;">Poema Gaúcho do poeta pernambucano <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ascenso_Ferreira">Ascenso Ferreira</a>.</p>
<p>O <a href="http://www.sei.cmu.edu">SEI</a> <a href="http://www.sei.cmu.edu/publications/documents/08.reports/08tn003.html"> publicou uma nota sobre CMMi e Agile</a> e causou um certo frisson em membros de &#8220;listas de discussões agiles&#8221;.</p>
<p>O que muda? nada, absolutamente nada. Pelo menos para o mundo agile continua a mesma coisa, não só temos de lutar contra o mundo de terno como o pessoal do Jeans já está lutando entre si.</p>
<p>O SEI está vendo que perdeu a batalha e agora quer liderar essa nova &#8220;era agile&#8221;.</p>
<h2>Agile é possivel com CMMi?</h2>
<p>Nunca, porque a cultura deles valoriza mais os itens a direita do manifesto ágil, é da essência.</p>
<p>Mas vão tentar especificar um &#8220;burro&#8221;, podem ter certeza.</p>
<p>A mistura de um jumento[jumenta] com cavalo[égua] nasce um burro[mula], ser híbrido mas ESTÉRIL. Muito bom para trabalhos pesados [já que o jumento tem resistencia] e com mais velocidade [que o cavalo possui] mas que não pode gerar filhos. A mesma analogia pode ser aplicada a mistura de duas culturas antagônicas.</p>
<p>Quem promove essas bobagens são charlatões que saíram do mundo do terno e caíram no mundo do Jeans por pressão e querem se sentir com capacidade de liderar novamente, para isso precisam controlar e guiar a cultura do Jeans já que é contra sua essência assumir que um &#8220;Recurso Humano&#8221; [que para nós se chama gente ou pessoa] tem mais valor do que um processo por exemplo.</p>
<p>Essa turma não consegue entender a cultura que propiciou o manifesto ágil e abraçou &#8211; desvirtuando &#8211; alguns métodos, entre eles o Scrum, que apelidei desde o ano passado de &#8220;RUP de Jeans&#8221;.</p>
<p>Observe que o software funcionando foi abandonado em prol do discurso de &#8220;gestão&#8221;, &#8220;venda da imagem&#8221;, &#8220;governabilidade&#8221; e todas as Buzzwords importadas &#8211; [trazidas?] &#8211; do mundo de terno.</p>
<h2>XP é radical</h2>
<p>Noto que o pessoal FuDiDo está em luta aberta contra o XP, tudo bem que FDD sempre esteve à sombra até do Scrum, mas esse tipo de abordagem é idiota e irracional, com argumentos do tipo: &#8220;XP é um nome agressivo&#8221;, &#8220;Práticas de engenharia do XP são restritivas e difíceis de adotar&#8221;, &#8220;XP não tem governança de projeto&#8221;, &#8220;XP não tem controle de riscos, prazos&#8221;, &#8220;Whatever&#8221;.</p>
<p>Idiotice tem limites e todos os limites já estão estourados. Esse tipo de argumentação é somada com os preconceitos clássicos de que: &#8220;agile não dá certo em projetos grandes&#8221;, &#8220;equipes remotas perdem toda a comunicação&#8221;, &#8220;não tem documentação&#8221;, &#8220;é anarquia&#8221;, &#8230; e se confundem.</p>
<p>Essa nota do SEI me lembrou da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quest%C3%A3o_Christie">Questão Christie</a>, o que eles querem? Um pedido de desculpas por terem enterrado sua cultura na lata do lixo da história? Vão impor sua força para controlar o mundico agile?</p>
<p>Ágil não dava errado em projetos grandes? As falácias estão perdendo força?</p>
<p>Vamos esperar qual o próximo capítulo.</p>
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		<title>Marketing e Certificações</title>
		<link>http://www.milfont.org/tech/2008/05/27/marketing-e-certificacoes/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2008 12:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificações]]></category>
		<category><![CDATA[Métodos Ágeis]]></category>
		<category><![CDATA[Scrum]]></category>

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		<description><![CDATA[Está ocorrendo uma discussão na lista Scrum-Brasil sobre o valor da certificação ScrumMaster, está bem interessante. Já escrevi muito sobre isso em posts passados. O Vinícius da ImproveIt escreveu sobre o assunto também. Resumindo minhas considerações eu tenho a certeza de que certificações são apenas um apelo comercial de marketing pessoal ou de diferenciamento em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está ocorrendo uma discussão na lista <a href="http://br.groups.yahoo.com/group/scrum-brasil/messages/864?threaded=1&amp;m=e&amp;var=1&amp;tidx=1">Scrum-Brasil</a> sobre o valor da certificação ScrumMaster, está bem interessante.</p>
<p>Já <a href="http://www.milfont.org/blog/archives/97">escrevi</a> <a href="http://www.milfont.org/blog/archives/101">muito</a> <a href="http://www.milfont.org/blog/archives/114">sobre</a> <a href="http://www.milfont.org/blog/archives/136">isso</a> em <a href="http://www.milfont.org/blog/archives/139">posts</a> passados. O Vinícius da <a href="http://blog.improveit.com.br/articles/2007/12/19/novos-rumos-em-2008">ImproveIt</a> <a href="http://blog.improveit.com.br/articles/2007/06/29/pelo-treinamento-mas-nao-pela-certificacao">escreveu</a> <a href="http://blog.improveit.com.br/articles/2008/04/22/fanfarr%C3%A3o-certification-process">sobre</a> o assunto também.</p>
<p>Resumindo minhas considerações eu tenho a certeza de que certificações são apenas um apelo comercial de marketing pessoal ou de diferenciamento em licitações. Para as empresas é muito cômodo contratar com parâmetros estáveis de análise de currículo como certificações e nível superior, mas não é seguro.</p>
<p>Sou da opinião do <a href="http://blog.fragmental.com.br/">Phillip Calçado</a> que não devemos promover as certificações além do que elas representam criando um efeito artificial sobre a realidade. Como não é seguro contratar alguem por causa da certificação, é dever moral e ético de profissionais trabalharem para evitar essa promoção das certificações como algo sério.</p>
<p>Concordo com o <a href="http://amagno.blogspot.com/">Alexandre Magno</a> de que é difícil entrar nas corporações sem um apelo &#8220;marketologico&#8221;, as certificações seria o cartão de visita para você passar da porta, mas o que tenho visto é depois que se senta de frente do CEO as certificações continuam como algo sério como se fosse realmente um diferencial, o que não é verdade.</p>
<p>Eu nunca dei muita bola para certificações, mas estou pensando seriamente em tirar algumas porque a IVIA (sócia do Tuangr onde trabalho) tem uma política de reembolsar os funcionários que se certificam. Isso é bom para a empresa que tem moeda para competir nas licitações e bom para os profissionais que entopem o currículo de graça com algo que o mercado erroneamente considera fundamental, fora isso não há motivo algum para alguém pagar caro por uma certificação.</p>
<p>[update 28/05/2008]</p>
<p>O Shoes <a href="http://blog.fragmental.com.br/2008/05/27/a-completa-irrelevancia-do-certified-scrum-master/">blogou sobre essa thread</a>.</p>
<p>[/update]</p>
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