Java Magazine 60: Artigo sobre Frameworks Ajax

{ August 31st, 2008 }


cmilfont

Autor: cmilfont

Caros, saiu na edição 60 [última edição até a data desse post] uma matéria minha sobre ExtJS.

A matéria é “Introdução ao Framework ExtJS” com subtítulo “Usando ExtJS como Framework Ajax em aplicações web”.

A idéia desse artigo é ensinar aspectos básicos que um Framework Ajax de propósito geral deve fornecer, exemplos de implementação no ExtJS. Além disso mostrar como está fundamentado o próprio ExtJS.

Esse artigo segue a trilha Ajax que estou escrevendo da qual iniciou na edição 54 com MVC Model 3 (ou 2+1 como também é conhecido) e vai continuar com uma matéria sobre “JavaScript Orientado a Objetos” que sairá na coluna QuickUpdate em alguma das próximas edições.

Estou escrevendo agora um artigo sobre ExtJS avançado, com estensão de componentes, integração com outros Frameworks como o DWRProxy que criei, FormPanel especializado se beneficiando da orientação a objetos do Javascript e de funções que a complementam implementadas pelo ExtJS.

Saiu nessa mesma edição matérias de outros cearenses como o Igo Coelho, mais informações no site do CEJUG.

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O valor real das redes sociais

{ August 14th, 2008 }


cmilfont

Autor: cmilfont

Um dos grandes dilemas dos novos negócios de Startups do nicho “WEB2.0″ é como lucrar com as redes sociais. Sugestões vão desde anúncios publicitários diretos ou com ferramentas de advertisement [como Google AdSense] à venda de serviços e produtos por intermédio das redes.

A dificuldade de mensurar os ganhos com esse tipo de nicho se origina pelo próprio mal entendimento das redes sociais. Entendimento por exemplo do porquê o Google Orkut faz tanto sucesso no Brasil, Irã e Índia sendo que esses países pouco tem em comum senão por serem emergentes economicamente.

O que provocou o MySpace ser tão querido nos “US and A” e Facebook ter conquistado a Europa faz os especialistas se confundirem e darem prognósticos mais ligados a futurologia de uma cartomante do que a um palpite certeiro de um corretor experiente da bolsa de valores.

Agora que as redes sociais parecem ter entrado em estabilidade no ciclo de vida de adoção tecnológica como indicado no gráfico de Everett Rogers, temos algumas certezas em relação ao comportamento dos usuários. Uma dessas certezas é que poucas pessoas entram em mais de uma rede social e se tornam fiel na primeira rede. No Brasil apenas “Geeks” tem perfis em várias redes sociais distintas e mesmo assim tendem a não atualizar todas com as mesmas informações das preferenciais. Há a possibilidade de sincronizar seus perfis com serviços como o Atomkeep, mas apenas geeks tem acesso [procura?] ou se interessa por utilizar.

Curve Bell

ciclo de vida de adoção tecnológica de Everett Rogers

Uma das saídas para novas redes sociais é focar em determinado assunto. Redes de propósito geral que imitam Orkut, MySpace e Facebook dificilmente tem mercado no Brasil. Redes novas que foquem em um determinado ponto como viagens, dieta, música e assuntos em alta na sociedade podem ter algum êxito, mas é improvável que obtenham uma parcela significativa dos usuários do Orkut.

Monetizando as Redes Sociais

Segundo o especialista Don Tapscott [co-autor do livro Wikinomics] da New Paradigm: “A idéia de que as redes sociais online irão gerar lucros vendendo anúncions ou produtos é destituída da completa proposição de valor de uma rede social” (sic). fonte: InformationWeek Brasil, 30 de maio de 2008, ano 10, nº202, pág 58.

Don Tapscott fala em dois exemplos de redes sociais no setor de assistência médica, a Sermo e a PatientsLikeMe, que não tem um volume de tráfego considerável mas estão criando valor a partir das conversas e interações de seus usuários diferenciando do modelo de propaganda tradicional.
PatientsLikeMe

Sobre essas duas redes sociais, Don Tapscott escreveu:

“O modelo em si não é complexo; ambas as comunidades comercializam seu valor referente aos dados sobre relacionamentos agregando-os e tornando-os anônimos e, então, descobrindo terceiros que se beneficiam dessa iniciativa e que querem pagar pelos valiosos dados criados pela comunidade. No caso dessas comunidades no setor de assistência médica, os ‘terceiros’ são as indústrias farmacêuticas, as companhias de seguros e as empresas de serviços financeiros.”

Ele [Don Tapscott] chama esse modelo de “economia promocional” ou “economia de influência” que tem como objetivo agregar e criar valor ao descobrir o que os usuários podem dizer a você sobre o que “é bom, mau e feio” [sic] sobre seus produtos sem um enfoque em marketing e sim nos recursos analíticos de seleção de informações anônimas do compartilhamento de histórias de vida dos usuários.

Esse enfoque pode ser altamente lucrativo na monetização dessa análise, além de criar oportunidades de novas ferramentas para desenvolvedores criarem Mashups que aproveitem essa consulta direta.

Aqui no Brasil temos um case interessante nesse segmento, a Focusnetworks criou um site de relacionamentos para a rede de academias Companhia Athletica de São Paulo, chamado de GENTECIA, onde as conversas são monitoradas [o usuário aceita um termo que diz estar ciente disso quando entra na rede] apesar do anonimato, já que as informações não ficam públicas a outros usuários.

Os benefícios diretos já começaram a aparecerem, a rede de academias ofertou aulas de esqui porque descobriu em mensagens trocadas no site que tem muitos interessados. “Espiamos o que eles dizem e usamos as informações para traçar nossos planos”, disse Marcos Risti, Diretor de Marketing da rede, em entrevista para a revista ExamePME edição 13 de junho de 2008.

Vamos acompanhar de perto como as grandes redes sociais se movimentarão para monetizarem seus grandes bancos de dados, a grande expectativa é o OpenSocial sair do campo do experimental. Enquanto não chega a versão 1.0 temos que amargar com as constantes mudanças na API, bugs nas implementações e indefinições do que expôr publicamente e de que features disponibilizarem.

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Para encerrar a discussão

{ August 12th, 2008 }


cmilfont

Autor: cmilfont

Meus 5 leitores devem ler o blog do Shoes, mas se alguém não o acompanha, vá nesse link e veja os argumentos definitivos nessa história toda sobre código e modelagem em esqueletinhos.

Ressalto a seguinte observação:

“A conclusão que nós chegamos é que engenheiros de software possuem o poder que falta para engenheiros civis/arquitetos e ainda assim usam as ferramentas de quem não tem este poder.”

Se alguém não entender essa frase eu posso desenhar, mas está claro e perfeito. Discussão encerrada.

Mas como sou um pessimista, sei que muitos [os de sempre] vão contestar com as mesmas falácias e sofismos.

Mas vá lá, leia o post inteiro e tire suas próprias discussões.

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