Para entender como funciona o momento atual da web, a denominada WEB 2.0, existe a santíssima trindade bibliográfica composta por: “The World Is Flat: A Brief History of the Twenty-first Century” do Thomas L. Friedman, “The Long Tail: Why the Future of Business is Selling Less of More” do Chris Anderson e principalmente “Wikinomics: How Mass Collaboration Changes Everything” do Don Tapscott e Anthony D. Williams.

O primeiro livro explica como sociedades livres e movimentos econômicos proporcionados por uma revolução nas comunicações e melhoria da tecnologia da informação como um todo contribuíram para aproximações de culturas tão distintas e fomentaram concorrência de serviços e produtos. Esse livro apesar de conter informações datadas e por vezes dispersas, ainda representa uma grande coletânea de teorias sobre a explicação dos movimentos atuais que fizeram a WEB tomar a direção do mutualismo apesar de não justificar essa direção.

O segundo livro explica como essa aproximação reflete em benefícios para toda a sociedade por proporcionar uma especialização de produtos e serviços para nichos específicos com um público cada vez maior por causa do menor custo da divulgação digital e uma logística maior na distribuição.

O terceiro livro consegue sintetizar a cultura de compartilhamento que venceu as ideologias retrógradas e instiga uma troca natural de informações e serviços entre produtores e consumidores de informações, tornando-os únicos. Esse livro é o mais completo de todos por unir casos de sucesso de quem entendeu como extrair informações significantes da cultura das massas e se aproveitar da inteligência coletiva.
O exemplo mais contundente da WEB2.0 é o google que uniu o poder de processamento de informações dos computadores com a capacidade de definir valor e significado dos seres humanos e tranformou seus serviços na maior economia da grande rede. Para entender como funciona a “mente” do Google temos que entender seus valores e princípios e de nada adianta apenas imitarmos suas práticas. Essa pequena bibliografia dá alicerce para entendermos como “pensam” os grandes jogadores da web.
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